Fichas Antigas - 12/04/13

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Mellanie Hemingues Fox em Ter 9 Abr - 20:58

Nome? Mellanie Hemingues Fox
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Ares
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

Ares sempre fora muito exigente com as suas amantas, e não seria diferente com a mãe de Mellanie. Allison sempre fora uma mulher muito bonita, dotada de vários e vários talentos, era graciosa e delicada, e como sempre dizem que os opostos se atraem, Ares se encantou pela mortal tão encantadora. Ele seduziu-a com seus dotes, acontece que Allison era super caidinha por um carinha com machados. Ele não a amava, ela engravidou, considerando que o relacionamento de ambos era apenas sexo e desejo, a criança fora o motivo do fim de relacionamento. Mellanie herdou os melhores dotes de sua mãe, a beleza, a delicadeza, e as mãos pequenas e habilidosas. Não era bruta como seu pai, muito menos arrogante, herdara dele algumas das suas "qualidades", dentre elas a capacidade de ser muito, mas muito feroz. Há quem diga que por baixo do rostinho angelical, pode haver o pior pesadelo de um homem. Voltando ao foco da história, ela foi deixada em um orfanato mortal assim que Ares informou a Allison sobre os perigos que lhe aguardavam. Allison não a amava, nunca amou e nunca amará, quando se viu em um muito totalmente diferente do que estava habituada e muito perigoso, chegou a conclusão de que deveria cortar pela raiz a relação com a pequena filha.

Desde menor os problemas lhe cercavam, e sempre fora considerada uma garota problemática. Sua dislexia e seu défice de atenção lhe fizeram uma criança diferente, especial. Os problemas começaram quando a pequena tinha apenas cinco anos. Explosões, invasões na instituição misteriosas, e a garota? Sempre se saia como culpada. Ela era um pouco desastrada, parecia que as coisas ao seu redor cooperavam contra ela, lhe metendo em problemas constantemente. Chegou ao acampamento meio-sangue escoltada por um sátiro que lhe "adotou" com apenas dez anos de idade, e desde muito nova começou a treinar, com anseio de viver. Ainda sonha em encontrar sua mãe perdida, apesar de saber que será recusada pela mesma, e que nunca será realmente uma garota normal, como todas as outras mortais com quem estudou no orfanato.

Sempre teve o desejo de virar uma caçadora. As moças jovens e imortais que via andando pelo acampamento lhe encantavam. E ao mesmo tempo que desejava tornar-se uma escolhida de Ártemis, também sonhava em um dia poder derrota-las, pelo menos uma delas, visto que eram muito habilidosas e poderosas. Seus rostos eram angelicais de uma forma que chegava a ser encantador, era uma beleza infantil, mas ao mesmo tempo era algo bonito de olhar. Elas eram determinadas e corajosas, e Mellanie sonhava em poder ser livre, assim como todas elas eram.

Viveu tempo de mais presa em um orfanato para poder experimentar o gositnho da liberdade, e presa no acampamento por tempo integral, sem nem mesmo uma missão que lhe permitisse explorar o munto exterior, ela sempre se sentiu muito presa a várias pessoas, mas como tudo um dia muda, a garota alimenta as esperanças de que um dia poderá ser livre novamente, como um pássaro que acaba de sair de uma gaiola,como um peixe que acabara de ser libertado de uma rede, ou até mesmo como uma tartaruga que estivera por muito tempo presa em uma daquelas caixinhas de all star que usam pra traficar as pobres tartaruguinhas de uma forma muito cruel , visto que é proibido o tráfico de tartaruguinhas pelas estradas, ou para a Turquia, quem sabe, da Livia Marine não se pode duvidar nada, né?
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Anthony M. F. Malkovich em Ter 9 Abr - 21:17



Nome? Anthony McLean Fellevack Malkovich
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hermes
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

O que você acha de nascer amassado? Pois então, essas são as desvantagens de ter uma irmã gêmea, ela querer mais espaço. O pancrácio começa no útero da mãe.
Nasci em uma província na Itália, mais precisamente na província de Siena (ou Sena, como preferir), uma província italiana da região de Toscana com 36 comunas, tive de decorar tudo isto no fundamental por causa do estudo rígido desta província, meu déficit não ajudou em nada, tive que engolir o conhecimento de uma maneira muito mais árdua e dificultada.
Eu era filho de uma mulher chamada Lucy e tenho uma irmã chamada Gabriella. Eu digo que eu era filho da Lucy pois ela morreu muito cedo, desde então eu e Gabriella vivemos com nosso mordomo Logan Passepartout, um homem extremamente fino e rigoroso, tanto que nossa “educação” foi dada por ele, mas como devem ter percebido, ele fez um trabalho bem porco.
A vida para mim nunca foi fácil, mas temos de seguir em frente, ainda me lembro de quando eu estava brincando, ou brigando - para nós os dois são as mesmas coisas – e vimos cinco gnomos de jardim entrando em nossa casa, sim, ENTRANDO, o que nós fizemos? Corremos para nosso mordomo. Jean jurava que aquilo eram só “passarinhos” que teriam ficado presos dentro da casa, passarinhos com porretes de madeira e capuz.
O que nós fizemos? Tivemos de derrotar eles, com o guarda-chuva de Passepartout nós quebramos o porrete de um deles, os outros pularam em nós, enquanto Gabriella furava os olhos dos mesmos com o guarda-chuva eu os apunhalava pelas costas com meu famoso serrote de “brincar”, nós repetimos isso, e deu certo, parecia que nós fomos feitos para a luta, e realmente fomos.
Logo após esse incidente a casa ficou completamente aos pedaços, Passepartout ligou para a polícia, quiseram-nos por em um internato, fugimos, corremos o mais rápido o possível e encontramos ajuda. Nossa escolta foi de um sátiro que estava comendo maçã no meio de um parque perto da província, sim, maçã, invés de nos procurar, nós que tivemos de ir a busca do mesmo, sem saber de nada, com um futuro inteiro pela frente, avançamos sempre para frente, em direção a Nova York, e claro, com o dinheiro de Passepartout. Nós conseguimos chegar ao acampamento, e melhor, vivos.

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Ares em Ter 9 Abr - 21:34

RECLAMADO: Mellanie Hemingues Fox.
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Quéfren M. McLanders em Ter 9 Abr - 21:36


{The Ballad Of Gods}
Ready to Go

My universe will never be the same



Nome? Quéfren Miquerinos McLanders
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Ares
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)
Nunca interesse em saber quem é meu, porque se ele foi embora, é porque ele não liga para nenhum de nós mesmo, nem liga para mim, nem liga para minha mãe, minha mãe sempre quis me contar quem é ele, mas eu sempre começo um novo assunto e ela acaba por não me contar, mas eu tenho que admitir que lá no fundo eu sempre quis saber quem é ele, as vezes eu até chego perto da minha mãe para perguntar quem é ele, mas o orgulho é maior, então não consigo falar com ela, em um certo dia chuvoso, eu estava conversando com minha mãe, até que ela decidi tocar no assunto do meu pai, eu fiz o que eu sempre faço, tento trocar de assunto, mas parece que dessa vez não deu muito certo, ela disse que não mudaria de assunto, e então comecei uma discussão com ela:

-Pelo amor de Deus né mãe? Ele nunca esteve aqui, porque você quer me contar dele, eu simplesmente não quero saber dele, ele que fique no lugar onde está, eu consegui viver esses anos sem ele, então posso viver o resto da minha vida sem saber quem é ele, fique calma, eu nunca te culparei por não me ter contado de nada, porque até mesmo foi eu que te impede de contar.

-Acredite Quéfren, seu pai é um bom homem, ele sempre disse que te amaria, acontece que ele tem um trabalho a fazer, e agora ele está ausente, mas um dia ele te verá e você verá ele, e você vai se arrepender disso tudo, então por favor, escute apenas isso, seu pai é um homem que te ama, ele é especial, um dia ele precisará de você e um dia você precisará dele.

-Sim, um dia ele precisará de mim, e é nesse dia que ele se arrependerá de nunca ter ficado comigo, nem pelo menos pra deixar sua marca de pai, acredite, nunca fiquei com raiva dele, apenas acho que não devo nada a ele, mas ele me deve muito, então agora eu vou sair por aquela porta, vou "tomar" um pouco de ar e vou voltar para casa e fingir que essa conversa nunca aconteceu, Ok?

Logo me levanto do sofá, pego minha mochila, e vou até o banco da praça da cidade onde eu moro, refletir sobre a conversa que tive com minha mãe, será que ela está certa e eu errado? Será que um dia precisarei dele e ele precisará de mim? Ficou aquelas dúvidas, e como eu faço para tentar refletir isso, começo a desenhar, então peguei um lápis e uma caneta, e comecei a desenhar o que seria meu pai, já que não sei como ele é, então comecei a desenhar de um jeito que eu imagino que ele seja. Depois de um bom tempo desenhando o desenho de meu pai, olhava o horário em meu relógio, e via que estava tarde demais, então guardei meus materiais de desenho, e fui andando lentamente para casa, quando chego no quintal dela, vejo uma pessoa, ou o que parecia ser uma pessoa, então jogo uma pedra nele e digo:

-Ou cara, o que você está fazendo ai no quintal de minha casa? Não me diga que está comendo o capim ou as plantas, me faz um favor, sai dai ou se não acredite, eu vou fazer você sai.

-Calma, calma, espera, você é o Quéfren, não é? Posso te chamar de Quéf? Tá vou te chamar assim mesmo, meu nome é Ryan, eu sou um sátiro mandado pelo acampamento meio-sangue, para te levar até lá, espero que seja bonzinho e venha sem querer briga.

-Espera, você chega no quintal da minha casa, começa a comer o capim, coloca um apelido em mim, me ameaça, quer me levar para um lugar estranho e ainda diz que é um sátiro? Você é louco ou o que?

- Olha só para minhas pernas.

Quando observo bem, as penas dele, são pernas de bode pelo que parecia, eu fiquei totalmente abismado, então logo queria saber o que era, ele me explicou tudo, que meu pai é o Deus Ares, o Deus da Guerra, que eu sou um Semi-Deus, tenho poderes e que tenho que ir para um lugar chamado Acampamento Meio-Sangue, logo arrumo minhas coisas, dou uma desculpa para minha mãe, dizendo que encontrei meu pai e quero vê-lo, e então fui para o acampamento Meio-Sangue com o sátiro Ryan.




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Mensagem por Perséfone em Ter 9 Abr - 21:45

RECLAMADO: Anthony M. F. Malkovich.

Obs.: Enquanto Hermes está ausente.
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Gabriella M. F. Malkovich em Ter 9 Abr - 22:16

Nome? Gabriella M. F. Malkovich
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hermes
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no mínimo)
Desde pequena era viciada em... Espaço. Desde pequena mesmo, tipo já no útero de minha mãe. Mesmo sendo gêmea, fui a dona do pedaço, pelo menos por 9 meses, e é claro que eu nasci primeiro. Minha mãe, Lucy, porém, não era muito minha fã. Os poucos anos que passamos juntas não tinham sido os melhores pra mim, ela gostava mais do Anthony (que por acaso é o espremidinho do meu irmão), talvez porque queria ter um menino e deixava isso bem claro. Mesmo assim, sua morte prematura foi aterrorizante para mim, por alguns meses achei ter entrado em depressão, mas não teria tempo para isso. St. Louis era um dos colégios mais rigorosos de Siena e lá consegui, com muita dificuldade e muitas horas gastas no grupo de Apoio, esquecer (ou só amenizar) a dor da perda para me dedicar a coisas que eu considerava mais importantes do que chorar... Coisas como conseguir, com a maior facilidade do mundo, dinheiro, e às vezes estudar, e por mais desatento e diagnosticamente disléxico que era o meu irmão, eu não tinha nenhum problema de concentração, pelo contrario, em algumas matérias até era a melhor da turma. Certa vez, a um tempo, estávamos no jardim, fugidos de Logan, nosso mordomo e responsável pelo meu agradável jeito de ser (ironicamente falando, claro) e a coisa mais extraordiaria do mundo aconteceu: Cinco homenzinhos de chapéu verde estavam entrando na nossa casa, eu fiz o que qualquer um faria na minha situação: Comecei a cantar “Eu vi Duendes” enquanto o boboca do Tony corria para avisar Logan do ocorrido, por mais legal que ele fosse, me surpreendeu que Logan acreditasse piamente que os Gnomos eram apenas pássaros... é claro que não eram pássaros, mesmo com uma visão muito distorcida, o Maximo que ele poderia presumir é que eram... Cachorros verdes, talvez, mas isso não vem ao caso, a coisa é que sozinhos, nós dois tivemos que dar conta daqueles tiozinhos mal-humorados. Juro que pude ouvir um deles dizer que queria me matar, então eu corri para o outro lado do jardim pegar meu lindo serrotinho e cortei um deles ao meio, mas invéz de pedaços de anões, o que sobrara deles era um bando de pó dourado que foi voando devagar como se uma mão invisível pegasse grão por grão com cuidado para não derrubar. Depois rolou o obvio, Logan chamou a policia, chamaram a gente de malucos e disseram que iam nos internar. Entreolhamos-nos por dois segundos e corremos, muito mais rápido que qualquer um que eu já tinha visto, e eu nunca tinha entendido o porquê. Encontramos um cara bonitinho no meio do parque, comendo maçãs, vários miolos no chão sendo apreciados pelos pombos, ao nos ver ele abrira um sorriso que misturava felicidade e medo, como se nós fossemos fazer mal a ele. O garoto nos convidou a sentar no mesmo banco que ele, e como pior não poderia ficar, aceitamos. Mas é claro que podia ficar pior, o cara era um sátiro.. tipo... metade homem metade bode, e disse que nós éramos semi-deuses (acho que foi isso) e insistiu para que fossemos imediatamente para Nova York onde íamos ficar seguros.

_________________

Gabriella McLean ___________ Fellevach Malkovich

Was tied to speech, and transmission of messages, all activities related to the power of speech, and he assumed in course of time eirein was embellished and turned into Hermes
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Violla O'Raill Graham em Ter 9 Abr - 22:22

Nome: Violla O'Raill Graham

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Ah, sei lá. Qualquer um aí è_é

Conte um pouco de sua história.
Não tenho muito que contar. Pelo pouco que eu sei e que estão registrado em meus documentos, eu sou nascida na cidade de Santa Fe, no estado do Novo México e que tenho quinze anos. O sobrenome eu não sei exatamente de onde veio, já que eu não sei o nome de meus pais, entrementes pode ter vindo de qualquer um deles. Enfim, não sei mesmo quem eu sou inteiramente e nem quem são meus progenitores, mas isso não importa muito agora. Seja quem for, meu pai ou minha mãe, me abandonaram então podem queimar no inferno ou congelar no ártico que fará tanta diferença para mim quanto fiz diferença para eles quando me deixaram na porta de uma megera que até recentemente era minha tutora. Prudence Donner, residente de uma mansão em San Diego, na Califórnia. Apesar de rica eu não consegui ser feliz tendo a mesma cuidando de mim, era uma nojenta miserável comigo e sempre me trata como um lixinho, ou o frango frito jogado no chão que perece no piso desde o feriado de Ação de Graças do ano passado. Mesmo com toda essa minha revolta, eu sempre sufoquei a minha frustração dentro de mim para que não me colocasse em encrencas. Todavia já me coloquei em muitas furadas desde que eu me entendo por gente, e conforme fui crescendo, elas só foram se alterando para pior. Desde levar uns tapas de Prudence até passagem pela polícia, mas eu juro que não foi minha intenção fazer encrenca e bancar a trombadinha. Ou foi? Bem, a única coisa da qual eu tenho absoluta certeza é de que nenhuma dessas coisas aconteceram porque eu quis que acabassem de tais modos. Eu sempre quis ter a capacidade de ler, porém eu não consigo, por mais que eu tente aprendê-lo, portanto minhas passagens pelos internatos não foram uma coisa da qual eu posso dizer que foram inesquecíveis, os tempos do colegial que sempre são mágicos para a maioria. Mentira cabeluda! Eu não suporto o Ensino Médio, já que além de ter meu défice de atenção, eu não sou do tipo muito social. Boa parte do meu tempo nesses lugares eu arranjo amigos encrenqueiros e apronto com a cara de algum funcionário ou aluno, que me renderam várias expulsões de escolas, porém não precisamente pelo ato de aprontar, só que os funcionários e diretores dos colégios são estranhos e diferentes. Muitas vezes imaginei algum professor com um olho só, o professor de ginástica com um facão ao invés de um taco de beisebol, entre outras coisas estranhas que eu sempre vejo também fora da escola. Não encare isso como uma coisa boa, ás vezes eu escapo de coisas de modos tão improváveis que fazem com que as forças armadas americanas pareçam brincadeira de criança. Essas expulsões são apenas consequências da minha vontade de viver. Antes minha vaga em internatos do que minha vida, não? Dã! Atualmente eu sou uma garota sem tutora, já que eu fugi de casa, fugi da Prudence, fugi dos internatos e de toda a vida que eu conheço aqui em San Diego. Claro, roubei um dinheiro da mulher que me prendeu como um animal para juntar com as minhas economias, mas quando a fonte das cédulas ficar escassa eu precisarei de um lugar para ficar. Agora eu rumo o norte dos Estados Unidos, em busca de alguma coisa boa que o calor dos estados sulanos não me proporcionaram nos primeiros quinze anos de minha vida.

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Dionísio em Qua 10 Abr - 7:02

Violla O'Raill Graham foi reclama como FILHA DE DIONÍSIO;

Obs: A parte da sua história que me chamou mas à atenção foi aquela personalidade de "indiferença" - " (...) então podem queimar no inferno ou congelar no ártico que fará tanta diferença para mim (...) " - que me fez ter a certeza que iria ser uma boa filha de eu porque né, sou perfeito; quero lá saber desses pirralhos aí.

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Perséfone em Qua 10 Abr - 7:48


Reclamada; filha de Hermes: Gabriella M. F. Malkovich
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Phill A. Lamonier em Qua 10 Abr - 13:38


Nome? Phillip Alloysius Lamonier
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo
Conte um pouco de sua história. Phillip nunca conheceu seu pai. Filho de mãe solteira, criado pela mãe e pelos avós maternos, Phill teria de tudo para ser um garoto mimado e até um pouco traumatizado. Natural de Abbeville, Louisiana - uma minúscula cidade à beira mar - Phill nunca foi como os outros garotos, nem sua família foi como as demais. Como toda típica cidade de interior do sul dos Estados Unidos em que os velhos costumes ainda são fortes e a globalização ainda não afetou a forma de vida passada de geração em geração, Abbeville era o lar das famílias plásticas e perfeitas, com pai, mãe, dois filhinhos e um cachorro, em uma casa grande com cerca branca e balanço na frente, por isso foi um grande choque quando a mãe de Phill, Helena, apareceu grávida e sem marido ao voltar da universidade para as festas de fim de ano. O fato logo se tornou a fofoca por toda a cidade e não se falava em mais nada que não isso - afinal, era o cúmulo da imoralidade! Sem condições de se sustentar por conta própria Helena acabou desistindo da faculdade e voltou para a casa dos pais, onde deu a luz e criou seu filho. Estigmatizado pela população da cidade por ser o garoto sem pai, filho de mãe solteira, Phill era ridicularizado pelas outras crianças e menosprezado pelos adultos, mas de alguma forma conseguia relevar tudo isso e não se deixava abater. Mesmo pequeno já possuía uma auto-confiança fora dos padrões e ignorava a rejeição e as provocações. Quando completou sete anos sua família se mudou para a Flórida, onde puderam recomeçar do zero sem julgamentos ou críticas. Phill entrou na escola e fez novas amizades, deixando o passado em Abbeville para lá. Em pouco tempo sua professora percebeu que ele não conseguia acompanhar a turma em certas matérias, e tinha muita dificuldade em se concentrar e ficar quieto por muito tempo. Era um garoto hiperativo, sem dúvidas, mas compensava com seu charme e carisma, o que parecia fazer com que todos relevassem estas pequenas falhas. Uma série de incidentes e acidentes pareciam segui-lo por todos os lados mas ele sempre conseguia se sair bem, o que o deu uma reputação de desastrado e sortudo ao mesmo tempo. As vezes via coisas que os outros não viam e quando comentava todos achavam que estava brincando, e com o tempo aprendeu a guardar certas coisas para si ou acabaria ganhando a fama de maluco também. Tudo ia bem até seu décimo primeiro aniversário, mas as coisas mudaram quando o palhaço contratado por seus avós para animar sua festa de aniversário tentou matá-lo. Ninguém acreditou quando ele disse que o palhaço havia se jogado com ele na piscina de sua casa e se transformado em um bicho estranho quando estava debaixo da água, e que tentara afogá-lo. Bom, ninguém além de sua mãe. Depois desse acontecimento Helena ficou um pouco paranóica, e vivia dizendo que estavam vindo para buscá-lo. Se mudaram sete vezes em dois anos e ela nunca acreditava que ele estava seguro, e o motivo foi revelado pouco tempo depois: Phillip era filho de um ser que acreditava ser mitológico, um deus da Grécia Antiga. Ele sempre soube que não era um garoto normal, mas não imaginava que fosse tão diferente assim. Por mais que fosse difícil acreditar naquela conversa - em certos momentos chegou a acreditar que sua mãe havia ficado louca - Phill foi enviado para uma espécie de acampamento onde sua mãe disse que poderia descobrir mais sobre ele mesmo e porque aqueles estranhos acontecimentos o cercavam, e talvez até conhecer seu pai - embora sua mãe não tivesse revelado quem ele era. A história toda já parecia muito absurda para ele, mas nada se comparou ao momento em que Damien, um suposto primo por parte de mãe, se revelou ser um bode mutante na hora em que disse que o acompanharia para o Acampamento Meio-Sangue, sua nova casa.

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Apolo em Qua 10 Abr - 15:01

phill a. lamonier - Reclamado
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Christofer Blanck Pálmer em Qua 10 Abr - 16:34


Nome? Christofer Blanck Pálmer

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hermes

Conte um pouco de sua história: Christofer não passa de um garoto nascido no subúrbio de Las Vegas; a cidade mais populosa e mais densamente povoada do estado americano de Nevada. Sua mãe, um mulher na casa dos trinta anos, casou-se três anos após o nascimento de Chris. É de seu conhecimento que Henry, nome do pai, não lhe tem parentesco algum em questões sanguíneas e talvez seja por isso que o trate tão mal. Existe um velho, seu nome é Lery, que mora há algumas quadras da casa do garoto. Esse homem é como se fosse seu segundo pai, mas não se engane pensando que ele é o tipo de pessoa com quem vai querer se meter. Lery foi dono de um famoso cassino em Las Vegas, embora o tenha levado a falência graças ao acúmulo de dívidas com o passar dos anos. Christofer passa mais tempo na companhia de Lery do que em casa – onde só coloca os pés para dormir e surrupiar a carteira do padrasto; foi desse modo que aprendeu boa parte dos truques que guarda em sua manga. Não lhe importa em nada o discernimento entre o que é considerado adequado e aquilo que deve ser repreendido, aprendeu cedo que se deve ver o lucro invés do caráter. Rouba quando lhe vêm, atormenta quando ganha algo em troca e mataria se visse lucro nisso. Frio? Não, esperto. Nos últimos dias parou de retornar a sua casa, resolveu por acompanhar Lery em seus jogos pelo metrô e dormidas abaixo de uma ponte qualquer. Era engraçado ver a cara das pessoas quando se viam sendo enganadas, e mais engraçado ainda era saber que ele tinha participação no golpe planejado por seu protetor. Um dia, o último dia na companhia de Lery, viu aproximar-se um grupo de dois homens que tinham um grande porte físico. Ele fez conforme lhe haviam ensinado, aumentando apostas e blefando até que os forasteiros se viram na mão do garoto. Ganhou o jogo, como pode perceber, mas também ganhou uma perseguição por toda a cidade onde se viu tendo que pular sobre capôs de carro, se esconder atrás de cabines telefônicas e invadir a propriedade avulsa. Christofer era rápido, isso todos tinham que admitir. Chegou à noite e não tinha sinal algum do paradeiro dos dois homens, então fez o recuo até a área urbanizada onde deu de cara com Lery. Ele parecia bem mais velho, se é que isso é possível, e coxeava de um lado para o outro puxando Christofer pela manga da camiseta preta com dizeres de rock. O garoto não conseguia entender e continuou sem entender, mesmo quando dois grandalhões de pele cinzenta surgiram da extremidade da rua. Lery parecia um maluco, pegou Christofer com mais firmeza e o carregou para um carro roubado onde partiu sem esperar o sinal abrir. Aturdido, o rapaz indagou para onde estavam indo e tudo recebeu como volta um par de palavras grasnadas ”Acampamento Meio-Sangue”.
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Olimpiano em Qua 10 Abr - 18:08


Reclamado; filho de Hermes: Christofer Blanck Pálmer
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Olimpiano em Qua 10 Abr - 18:28

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Ártemis, fala isso nas MP's -q
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Christina D. Stark Price em Qua 10 Abr - 21:01




Nome Christina Wondermiller Price

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Sabe aquela garota do seu grupo de amigos que fala com todos, é amiga de todos e as vezes parece ter um parafuso a menos? Essa garota sou eu. Sempre fui uma garota considerada comum para a idade. Estudava, tinha amigos, ia para festas - até demais -, tirava notas baixas - até demais também -, mas para mim aquilo era normal. Minha mãe, que era mãe e pai ao mesmo tempo, dizia que era normal e que era uma fase. Desde que eu passasse em todas as matérias no final do ano, estava tudo bem. Nunca fui uma estudante aplicada, tipo, nunca mesmo! Quando eu me esforçava para entender algo só dificultava as coisas, então eu levava um dia atrás do outro "empurrados", esperando o glorioso dia da formatura... ou do final de semana mais próximo. Final de semana! Essa era a minha palavra favorita. "Outro sábado, outra festa" era o meu lema, e o mais estranho era que minha mãe não desaprovava tal comportamento. Pelo contrário, ela dizia que lembrava o meu pai... O que me levava a suspeitar de onde fui gerada, mas essa já é outra história que não cabe a ser relatada.

Outro fato estranho é o de que nunca tive a curiosidade de uma criança qualquer de saber quem de fato era meu pai. Talvez fosse mágoa de "abandono" ou o simples fato de ser feliz como era. Minha mãe, que de fato era a melhor mãe do mundo, nunca me deixou faltar nada, muito menos carinho. Nas raras vezes em que eu perguntava sobre meu pai, ela respondia que ele não poderia estar conosco, mas que um dia eu o conheceria. E sim, ela estava certa. Acho que pra qualquer semideus é um choque e tanto descobrir que é filho de uma divindade mitológica, e isso não foi diferente pra mim. A ficha só caiu quando tive que correr para me refugiar em um tal de 'Acampamento Meio-Sangue', que hoje tenho orgulho de chamar de Lar. Ainda sou a menina alegre, doidinha e animada que sempre fui, porém agora tenho bem mais resposabilidades do que custumava a ter. Pode-se dizer até que descobrir minha verdadeira identidade me fez crescer e amadurecer, o que até onde sei é uma boa coisa. Hoje tenho mais irmãos que como eu, possuem um ou dois parafusos soltos, e aqui neste acampamento são minha família

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You will be The death of me. Yeah, You will be The death of me. Bury it. I won't let you bury it. I won't let you smother it. I won't let you murder it. Our time is running out, And our time is running out You can't push it underground. We can't stop it screaming out. I wanted freedom, Bound and restricted. I tried to give you up, But I'm addicted.
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Melissa H. Grayskull em Qua 10 Abr - 21:08


Nobody said it was easy ♪
Nome? Melissa H. Grayskull

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Atena

Conte um pouco de sua história.
Nunca me considerei uma garota normal. Desde que me entendo por gente me sinto estranha e desconfortável com minha vida, como se ela não fosse minha para começo de conversa. Acho que muito disso se deu por ter sido criada apenas pelo meu pai, um alcoólatra assumido que nunca deu a mínima para mim. Pelo que meu pai falou minha mãe era a mulher mais linda do mundo e nos abandonou pouco tempo após eu nascer, mas como logo em seguida ele vomitou e desmaiou sobre a mesa da cozinha não sei se acredito em tudo que ele me disse naquele dia. Com uma mãe ausente e um pai que parecia requerer mais cuidados do que eu, tive que amadurecer muito rapidamente. Minha avó paterna, ainda viva, nos ajudou desde que meu pai ficou "doente", nos enviando dinheiro para que pudéssemos nos sustentar, mas todo o resto se tornou minha responsabilidade. Aprendi a cozinhar, lavar, passar, limpar. Aprendi a fazer as despesas no mercado e esconder o dinheiro para que meu pai não gastasse tudo em bebidas. Aprendi a calcular os gastos mensais, economizar dinheiro e lidar com as finanças da casa. Só não aprendi a ser criança. Me tornei muito boa com números e contas, o que compensou minha deficiência em outras áreas. Tinha muita dificuldade para ler e uma professora minha chegou a chamar meu pai na escola e lhe falou que eu provavelmente tinha dislexia e que ele deveria procurar um especialista que pudesse me ajudar a superar este contratempo. Ele, é claro, a ignorou.
Lembro que as coisas nem sempre foram assim. Tenho vagas lembranças de um passado distante em que meu pai ainda não havia sucumbido à bebida e até que era carinhoso e afetuoso. Mas conforme fui crescendo e me tornando mais parecida com minha mãe, como ele mesmo dizia, as coisas começaram a ir ladeira a baixo e chegaram a já mencionada situação. Perdi as contas de quantas vezes precisei arrastar meu pai, bêbado, para dentro de casa após encontrá-lo caído ao lado da porta; de quantas vezes precisei limpar seu vômito e jogar fora as garrafas de bebida vazias; de quantas vezes chorei até dormir enquanto ele gritava comigo pela porta do quarto, completamente fora de si. Acho que foram essas inúmeras vezes e inúmeros casos que me fizeram aceitar o emprego de babá, o que permitia que eu passasse o maior tempo possível longe de casa e ganhasse meu próprio dinheiro, que um dia eu esperava que fosse o suficiente para que eu pudesse me tornar independente e sair de casa. Aceitava cuidar de praticamente todas as crianças da vizinhança e tirando um ou outro incidente inexplicável me saia muito bem. Fui cuidando dos filhos de uma vizinha que conheci Brandon, meu melhor e único amigo, um rapaz três anos mais velho do que eu que pareceu me adotar como sua irmã caçula. Sendo filha única e tendo ambos os pais ausentes foi muito bom finalmente poder ter alguém com quem contar, alguém que cuidasse de mim, para variar.
Depois que conheci Bran os incidentes pareceram se tornar ainda mais frequentes, o que me custou alguns dos trabalhos de babá que já tinha há anos, e não conseguia entender o que acontecia. Algumas vezes cheguei a ver coisas que não estavam lá, e quando comentava com Bran ele me dizia que deveria estar trabalhando demais e dormindo de menos, e que isso estava afetando meu julgamento. As vezes tinha a impressão que ele estava escondendo algo de mim, mas sempre que tocava no assunto ele desconversava e inventava uma desculpa.
Uma semana atrás, entretanto, todas as desculpas se acabaram. No sábado, pela manhã, Bran me convenceu a ir com ele para uma espécie de acampamento de férias, já que as aulas haviam acabado poucos dias antes. Ele me dizia que era um lugar muito bom, que ele ia quase todos os anos, e que me faria bem descansar um pouco. Estávamos a caminho do tal acampamento, atravessando o Central Park para pegar um táxi, quando fomos atacados por bicho gigante. Parecia um leão e um escorpião ao mesmo tempo, mas não tive muito tempo para pensar no assunto enquanto era atacada. De repente tudo começou a se mover lentamente e era como se o mundo estivesse em câmera lenta, e apesar de meu bom senso me dizer para sair correndo minhas pernas não obedeciam. Fui jogada ao chão pela criatura e tentava descobrir uma forma de me livrar dele quando ele pareceu desaparecer misteriosamente, deixando um rastro de pó prateado para trás. Olhei para o lado e vi Bran com o que parecia ser uma espada - poderia jurar que alguns segundos antes ele estava segurando um guarda-chuva! - e ao olhar para baixo vi rasgos em minha calça jeans e sangue escorria de pequenas feridas em minhas pernas. Por um momento tudo aquilo foi demais para mim e precisei fugir, correr para longe de tudo aquilo, para longe do garoto com a espada afiada na mão.
Brandon me encontrou quase uma hora mais tarde, e após uma discussão conseguiu me convencer a ir para o lugar que ele havia mencionado. Aquilo não fazia sentido para mim... havíamos acabado de ser atacados por um leão gigante no meio do Central Park e ele queria ir para um acampamento de férias? Assim que descemos do táxi no que parecia ser o encontro de nada com lugar nenhum Bran me disse toda a 'verdade', mas ainda é difícil acreditar. Eu, filha de uma deusa?!




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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Logan Harden Salvatore em Qua 10 Abr - 21:28

Nome? Logan Harden Salvatore
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Dionísio for the win
Conte um pouco de sua história.
Nascido em Oklahoma City, cresci aprendendo a me importar só comigo, já que minha mãe sempre estava com aquele troglodita que a mesma chamava de “marido”, nunca fui muito fã dele, apesar da sua estatura chegar quase aos dois metros, ele era idiota e tosco, vivia com a bunda enfiada no sofá assistindo ao canal de esportes, não trabalhava e não fazia nada, por sorte minha mãe tinha conseguido herdar uma boa quantia em dinheiro do seu último marido logo após sua morte. Ah é, minha mãe sempre teve esse azar, foi assim com o meu pai – pelo menos foi o que ela me contou -, foi assim com o Garrett que a deixou viúva dois meses após o casamento, sorte? Talvez, ele era legal, até. E agora eu torcia e muito para que o mesmo acontecesse com aquele babaca do Jeremy. Hum… Minha vida na escola? Digamos que gosto muito de contar essa parte, já que tenho certos problemas para me manter em uma instituição por muito tempo, mas quer saber?! Eu nem me importo com isso, me sentia até melhor quando os diretores chamavam minha mãe na escola para dizer que eu estava expulso mais uma vez, odiava todos aqueles lugares, exceto pelo basquete, que por todos esses lugares que passei conseguia uma vaguinha como armador dos times escolares, o que me rendia muitas garotas na cola, era bom até, curtia ficar com todas elas, mas não fazia o mínimo esforço para me lembrar delas no outro dia, tinha uma líder de torcida que vivia no meu pé, como era seu nome mesmo? Cleide? Clara? Não, não… Claire, isso! Eu acho… Enfim, no quesito no notas, não era um dos melhores também, já que tudo o que o docente dizia em suas aulas não me agradava muito, inclusive tinha ido a um psicólogo que tinha dito que eu sofria de transtornos de déficit de atenção, devo admitir que fiquei surpreso até, mas concordei com tudo que ele disse em suas observações. Voltando à sala de aula, os professores me odiavam também, primeiro que não copiava nada, as letras no quadro sempre pareciam se distorcer quando tentava ler, por isso mesmo não me interessava em sequer pegar o lápis da mochila para fazer alguns rabiscos no caderno. Segundo, alguns desses docentes pareciam ser meio estranhos, podia jurar que em uma das escolas tinha avistado a professora de História tentando devorar uma aluna que tinha as mesmas características que eu. Podia ter ajudado a menina, já que estava passando na hora quando a velha docente jogou a menina em um corredor vazio, mas não era da minha conta, então nem me importei, não fiquei na escola mesmo para saber o que tinha acontecido com a garota, já que no mesmo dia eu fui expulso por quebrar um taco de beisebol na cara do professor de Educação Física, de todas, essa foi a melhor das expulsões, já que eu podia jurar que o psicopata estava com presas e garras enormes à mostra e assim como a professora de história, ele queria me devorar. Obviamente que o diretor não acreditou na minha história, mamãe até fez uma forcinha para acreditar, mas mesmo assim me mandou para outra escola.
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Kendall C. Monartz em Qua 10 Abr - 22:05

Nome? Kendall C. Monartz
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo
Conte um pouco de sua história.
Nasci em New York City, uma cidade grande e famosa pelo mundo inteiro, sou filho de Troian C. Monartz, a apresentadora do jornal das 9. Moro ena cobertura do edifício Palladium, ele fica bem em frente ao Central Park em Manhatan, e perto da escola que eu frequento, Manhatan High School, a famosa escola para alunos mauricinhos metidos a rico a mostra com seus aparelhos de ultima geração, não que eu despreze, porém me causa inveja, todos os alunos possuem celulares, menos eu, minha mãe me proibiu de usar em qualquer circunstancia esses aparelhos, ela nunca em dizia o porque, mas sentia o tom de medo na sua voz.
Nunca fui bem na escola, talvez por ser diagnosticado com TDAH, uma coisa que cria obstáculos para tantas coisas, amizades, aprendizado, trabalhar em algo, se relacionar com pessoas, porém minha mãe não vê o mesmo caminho que eu vejo, ela fala que é isso que me faz especial, que um dia eu iria aprender isso -Se eu olhasse nesse dia o futuro eu falaria para minha mãe: "Com certeza"- .
Possuo apenas um amigo, Brad, alguém que eu possa confiar sem ser a minha mãe, ele também é "especial", possui problemas nas articulação da perna, por isso ele precisa andar de muletas, porém isso não era um obstaculo para ele, pensava se um dia o TDAH não seria mais um obstaculo para mim.
Em um dia comum estava tomando sorvete com meu amigo quando perto de nós um estrondo de uma explosão, víamos a fumaça negra subindo, meu amigo olhava espantado para mim, ele gritou para corrermos, coisa que não exitei em fazer, Brad jogou suas muletas fora e tirou as calças, fiquei espantado e atordoado quando eu vi sua perna de bode.
- Que isso cara? - perguntei exaltado.
- Depois de explico, corre! - ele falou trotando em direção a saída do Central Park
Corríamos em direção a saída quando um cachorro gigante negro apareceu a nossa frente rosnando, Brad correu em direção ao animal tentando chutar-lo, porém o cachorro o jogou em direção a um arbusto e correu em minha direção.
- Mas que inferno é você? - Gritei correndo do animal.
- Kendall, feche os olhos, imagine o animal pegando fogo de dentro para fora, com esforço, agora! - Brad gritou.
Me joguei atrás de um arbusto enquanto o animal procurava-me com seu faro, fechei os olhos e imaginei a criatura pegando fogo de dentro para fora, abro os olhos e vejo a criatura no chão pegando fogo, uma áurea amarela contornava seu corpo, fiquei abismado, como isso tinha acontecido, olhei para Brad e ele falou:
- Vamos, precisamos ir, agora!
- Para onde? - Perguntei assustado.
- Te explico no caminho, é próximo de Long Island - ele respondeu imediatamente
- E minha mãe? - perguntei com medo da resposta.
- Falamos com ela depois, ela sabe onde você estará
Chegamos ao Acampamento Meio-Sangue, onde me explicaram tudo, sobre quem eu era, meu dever, e a explicação de tudo. Minha mãe estava certa, nós, os "diferentes", somos especiais.
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Atena em Qua 10 Abr - 23:19





Melissa H. Grayskull, reclamada para filha de Atena.





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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Dionísio em Qui 11 Abr - 14:40

Christina W. Price foi reclama como FILHA DE DIONÍSIO;

Obs: Fique claro que só a reclamei devido ao seu sentido de festas; Um filho de Dionísio deve se achar superior, que isso fique claro. Deve-se dar com um determinado tipo de campistas, e não com todos (tirando as féstas, néé? \o\ -QQ'). Gostei da sua interpretação em primeira pessoa!

Logan Harden Salvatore foi reclamado como FILHO DE DIONÍSIO;

Obs: Continue se importando só com você e sobreviverá. u_u

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Apolo em Qui 11 Abr - 17:01

Kendall C. Monartz - reclamado
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Nikola Wolf Dixon em Qui 11 Abr - 17:42

Nome? Nikola Wolf Dixon

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hefesto

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)
Não tenho muita coisa a disser.Fui criada pela,minha avó e tio Fred.Quando tinha 5 anos minha mãe morreu em um incêndio,por isso moro com minha avó e tio Fred ou morava.Minha avó sempre me culpo pela morte de minha mãe.O motivo de minha avó me odiar tanto e por eu ter sobrevivido sem nem uma queimadura e minha mãe não ter resistido.Nunca entende isso também mais agora acho que tudo ta começando a fazer sentido.Quando eu era criança me importava mais agora só me importo com meu tio e tia.Não sou como as meninas de minha idade,que só pensa em garotos,se esta bonita e tau,claro só uma garota me importo com isso mais não sou louca por moda ou esse tipo de coisas.Sempre preferi fica com meu tio na oficina e ajuda-lo a monta seu carro e minha tia,sim minha tia e uma mecânica como meu tio,e eu peguei gosto pelo trabalho deles,mais não sei fazer apenas isso.Sou boa em construir coisas,não sei como define.Minha tia e louca por essa coisas de mitologia,e diz que eu devo ser filha de Hefesto o ''O construtor do Olimpo.'' ou foi.Sempre dou risada com isso,nunca acreditei nessas coisas.Sempre construí robôs,sim sei construir,ano passado construí um cachorrinho robô.Tenho dislexia,por isso estudo em casa.Depois de alguns problemas na escola,posso ter dislexia mais tenho mão pesada e não levo desaforo fara casa,ainda mais quando felam da minha mãe e tios.Sou controlada a maior parte do tempo mais não mexa com minha família.
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Hefesto em Qui 11 Abr - 20:04

Nikola wolf dixon - Reclamada como filha de Hefesto

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Dru Thea Brooks em Qui 11 Abr - 21:01

_______________________________________________________________

Nome? Dru Thea Brooks
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Seja o que os Deus quiserem -q
Conte um pouco de sua história.

Curiosa, criativa e esperta são algumas das minhas características mais marcantes. Me chamo Dru Thea Brooks e sou filha de Melanie e Natasha Brooks, sim, minhas mães são lésbicas e se casaram faz algum tempo e sim Dru é apenas um apelido, meu nome deixa que qualquer hora eu conto, mas digamos que vai ser bem complicadinho e difícil você arrancar isso de mim. Nenhuma das minhas mães é minha mãe biológica e demorei até os 14 anos para descobrir isso, afinal antes disso era praticamente uma criança e quando conversávamos sobre isso as duas me enrolavam e assim sendo eu sempre pensava que era filha de apenas uma delas e que elas não revelavam tudo, pois não queria que eu amasse mais uma do que a outra, ou algo do tipo, sabe como são as mulheres, sempre complicadas e digamos que eu sou bastante complicada também, então não posso falar de nada. Sempre pratiquei alguns esportes dos mais variados, mas um dos que me chamou mais a atenção foi tiro ao alvo, por mais que tenha praticado por muito pouco tempo em uma das escolas pelas quais passei, digamos que todos me chamam de menina problema, afinal sou pequena e irritante, mas nos últimos anos dei uma espichada pra cima e não da mais pra me chamar tanto de pequena, mas isso é detalhe.

Olhos verdes e cabelo castanho claro que vive mudando de cor desde que entrei em minha fase revoltada, gosto muito de ler mesmo que isso seja um tanto quanto complicado por causa da dislexia que tenho, mas não confunda isso com gostar de estudar, são coisas bem diferentes, outro de meus passatempos preferidos é tocar guitarra e às vezes até arrisco cantar um pouco, antes de toda essa bagunça de descobrir que sou meio sangue eu até tinha uma banda com algumas amigas, Theft of Dreams, era um nome um tanto quanto estranho, mas não vem ao caso. Nasci em algum lugar dos Estados Unidos, segundo minhas mães, na época em que fui adotada morávamos em New York, mas quando tinha uns 3 anos nós mudamos para Liverpool na Inglaterra, como gosto um tanto de explorar e minhas mães também sempre gostaram de viajar conheço vários países da Europa, nem me lembro do tempo em que morávamos em New York, eu era muito pequena mesmo. Acho que já deu para perceber que sou uma mistura de coisas, prefiro música ao silêncio, um livro ah um computador, mensagens ah ligações, noite em vez de dia, céu estrelado em vez de sol, entre tantas outras coisas.

Como já disse com 14 anos descobri que fui adotada por minhas mães e que nasci nos Estados Unidos, assim quando completei 16 anos a primeira coisa que fiz foi querer voltar para lá, tentar descobrir um pouco sobre quem eu era de verdade, arranjei um jeito de conseguir um intercambio e minhas mães não tiveram como negar isso a mim. Nunca fui uma aluna muito dedicada, mas tinha conseguido me manter 2 anos e meio seguidos em apenas uma escola e isso me deu algum crédito depois das outras 6 escolas em que tinha estudado, fora o tempo que tentaram me dar aulas particulares em casa. Assim com 16 anos eu era uma menina morando em uma republica completamente bagunçada em plena New York, tentando não cabular muitas aulas e me comportar sem causar problemas o que estava sendo bem difícil com algumas coisas estranhas acontecendo, ou tudo estaria acabado e antes de um menino sátiro me encontrar e eu descobrir tudo nem mesmo sabia que era uma meio-sangue. Isso foi bem complicado, pois era claro que não acreditei em nada daquilo que alguns amigos me disseram quando me convenceram a ir para um acampamento de férias durante as férias de junho/julho e então descobri tudo, confesso que até mesmo tentei fugir algumas vezes achando que eles eram um bando de loucos e pirados, a ficha demorou a cair.

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Deméter em Qui 11 Abr - 21:37

Filhota, Dru Thea Brooks seja bem vinda como FILHA DE DEMÉTER!

Obs: Filhota linda, depois me manda MP para acertarmos alguns detalhes de sua postagem e trama ok?

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

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