Fichas Antigas - 12/04/13

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Tisífone Agenora Mess em Sex 12 Abr - 12:33

Nome? Tisífone Agenora Mess

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite

Conte um pouco de sua história.

Meu nome é Tisífone , Sou filha de Afrodite .... infelizmente ! É, pode não parecer mas não gosto de ser filha da deusa do amor ... sinceramente ? isso não é boa coisa como a maioria das pessoas pensam , nunca me dei bem no amor !
A grande maioria das pessoas acham que o simples fato de você ser filha da deusa do amor, você tem que ser feliz e pensar em roupa e maquiagem 24 horas por dia , mas o fato é eu nunca fui assim . O único lado positivo é que você pode fazer com que as pessoas ao seu redor te deem tudo ... Bem, nunca fiquei de castigo mesmo aprontando muito .
Eu morava no campo no meio da toscana italiana, plantava e colhia uvas. Eu era feliz ate meu pai me mandar estudar na escola local, tudo mudou a partir daquele dia. Acabei indesejavelmente sendo uma das pessoas mais populares desse colégio por conta da minha beleza e carisma com o próximo, com isso as pessoas aproximavam-se de mim só pra desfrutar da minha popularidade ... No decorrer dos dias, cheguei a uma conclusão que aquela minha dádiva herdada pela minha "querida" mãe, estava começando a transforma-se numa maldição !
Ate hoje eu nunca entendi como meu pai conseguiu se apaixonar pela Afrodite, sério ela é tão ... Nojentinha !
Bem, depois de uns dias nessa escola, pela primeira vez via minha professora de artes transfigurar-se num monstro na minha frente ! E o pior de tudo era que ela queria me matar ! O que me salvou foi meu básico conhecimento em esgrima, ensinado pelo meu pai, o que me ajudou a escapar. Daquele dia em diante era frequente a presença de monstros e seres metamorfos querendo de algum jeito me liquidar ...
– Tisífone minha pequena , sei que pode estar sendo difícil para você ver todos esses monstros e lidar com isso . Sua mãe antes de te deixar comigo , ela me falou sobre um acampamento , a qual você estaria protegida contra tudo isso , ela me pediu que quando você fizesse 14 anos eu a mandaria para lá . Eu fiz o possível para te ensinar aqui no campo , mas fui obrigado pelo governo a te colocar na escola , e agora você tem 14 anos e tem monstros querendo te matar , fiz o possível e o impossível para te proteger minha pequena, ensinei você a se defender e você se saiu muito bem nesses dias ... Mas agora você precisa de treinamentos específicos. - Disse meu pai abraçando-me.
Então, a partir daquele dia em que tive uma conversa bastante explicativa com meu pai, ele me levou pro tal acampamento, sendo recebida pela maioria das pessoas que estavam lá !
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Pandora M. L'Angelier em Sex 12 Abr - 13:43

Nome? Pandora Catherine Crowe DiBord Rolstroy
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Dionísio eu acho q
Conte um pouco de sua história.
Fechada, amorosa, carinhosa, calculista, inteligente, orgulhosa e sagaz. Também é: Elegante, sofisticada, educada e mortalmente sedutora. Não deixe se influenciar por sua aparência, normalmente é assim que utiliza para conquistar seus objetivos. Pandora nasceu Liverpool, em um bairro de classe alta do noroeste inglês. De família rica, Pandora continha um alter ego que a fazia sentir-se superior a todos, porém conseguia ser divertida com seus amigos, sempre com um toque de sarcasmo incluso em suas brincadeiras. Festeira, gasta todo e qualquer dinheiro de sua mesada com festas, bebidas e coisas ilícitas. Fora criada por sua avó materna, que a vestia de riquezas, sua mãe Elizabeth fora internada pela mãe em uma clínica de reabilitação, sem que a mídia o soubesse, para tratamento de alcoolismo, nunca havia sido uma mãe para Pandora, o que deixava a menina com raiva da mulher que não considerava como mãe. Nick era seu melhor amigo, sabia de todos os dramas escondidos da menina que exalava auto-confiança para os outros mas era frágil e desiludida na presença de seu grande amigo.
Era uma noite fria e típica de Londres, Pandora sofria de sonhos perturbadores quase todas as noites, portanto resolveu passar essa noite em claro, quem sabe tomando um bom vinho em um bar qualquer. Nick sempre a acompanhava, chegava a ser seu protetor muitas vezes quando tentavam algo com a menina, não seria diferente dessa vez, Pandora sempre conseguia tomar suas bebidas de forma tranquila, seu corpo e sua forma de ser não a deixavam aparentar a idade de 17 anos. Estava em um bar, rindo e se divertindo com poucos amigos, de repente Nick mudou sua feição ao olhar para um homem que adentrava o local. - Pand, vamos embora. - Nick falava de forma tensa, puxando a menina pelo braço. A garota saiu do estabelecimento junto com seu amigo. - Nick, o que esta acontecendo? - Pandora tentava falar ao mesmo instante que corria no encalço de Nick. De repente, Nick começou a soltar um monte de histórias sobre monstros, deuses, semi-deuses e Pandora tão pouco estava a entender. Foi quando algo a atacou, fazendo com que ela caísse e apagasse. Acordando dias depois em uma enfermaria, rodeada de centauros, sátiros, dentre outros seres mitológicos que ela tão pouco conhecia, foi quando uma coisa meio homem meio bode se aproximou dela, a menina não lembrava quem era, onde estava, de onde vinha, qual era seu nome. Nick se apresentou, e a explicou o que estava a acontecer, não conseguindo recuperar a memória, Pandora dedicou seus dias a tentar lembrar quem era, por ora só sabia de duas coisas: se chamava Pandora e era uma semideusa.

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Pandora Catherine  Ménard  L’Angelier


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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Edward Crawford Ferrer em Sex 12 Abr - 13:48

Nome: Edward Crawford Ferrer
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hermes
História: Era uma bela noite, completamente fria e estrelada, dando um clima de tranquilidade na pequena casinha que ficava alguns quilômetros de Salem. Uma garoa fina estava começando, fazendo com que pequenas gotinhas caíssem no rosto do casal que estava ali, deitado no meio da grama. O casal trocava palavras carinhosas e alguns beijinhos, mas infelizmente, a enorme irresponsabilidade de ambos causou algo terrível: Um relacionamento sexual, onde alguns meses, Edward acabou nascendo. Logo em seguida, depois do nascimento de Edward, Hermes foi embora, deixando a moça – cujo nome era Sophie – com o seu filho. A primeira coisa que Sophie pensou, foi em deixar o seu filho em algum orfanato, longe dela, longe de sua família. Naquele momento, a mesma sentia nojo pelo seu herdeiro. Estava aborrecida por ter sido abandonada, por ter sido deixada sem alguma hesitação de seu ex-namorado, e para ela, a culpa era do seu filho. Ela sabia que Hermes era um deus e que tinha se relacionado com outras, mas agora, sabia toda a verdade. Hermes mentira falando que amaria a mesma para sempre, mas tudo não passava de palavras falsas, palavras que não tinham qualquer outro significado se não, um vazio.

A moça resolveu não abandonar seu filho, mas infelizmente, foi tratado de um jeito bem diferente. A mesma trancou o seu filho no porão da fazenda, e assim se foi, para sempre. Edward foi crescendo, mas infelizmente, cresceu de um jeito diferente: Não sabia o que eram sentimentos, não sabia o nome das coisas, não sabia falar, não sabia escutar e não sabia enxergar direito. Comia duas vezes por semana e tomava apenas três banhos por semana, aos poucos, aprendeu sobre o básico da higiene. O garoto foi ficando sozinho e isolado, até que acidentalmente, conseguiu quebrar a janela do porão onde estava trancado e para sua sorte, saiu do porão, mas sua mãe acabou encontrando o mesmo, espancando-o várias vezes por dia desde então, até que uma dessas sessões de espancamento, acabou deixando uma enorme cicatriz em suas costas. Edward ficou até os seus nove anos trancado dentro do terrível porão, mas dessa vez, ele estava aprendendo alguma coisa. Aprendeu algumas palavras, como: “O quê?”, “quando?”, entre outras. O garoto também começou a virar uma pessoa vaidosa, cuidando da sua aparência de tudo quanto é jeito, até que isso acabou.

Acabou achando uma saída do porão acidentalmente, e sem hesitar, fugiu de casa sem deixar rastros, deixando aquele seu mundo de frustração e tristeza para trás, mas tinha um problema... Ele não sabia de nada sobre o mundo que se aproximava dele, não sabia nada da realidade mortal e do mundo dos deuses, mas algo terrível lhe mostraria a verdade em breve. Aos dez anos aprendeu falar outras palavras, e aos poucos, suas lembranças do porão foram sumindo como um grão de areia no vento. Os anos foram passando e passando, e então, ele ia aprendendo algumas coisas, mas não foi o básico para se defender das pessoas. Não era o essencial para não ser influenciado ou ficar triste, tirando que havia uma coisa que ele não aprendeu: Os sentimentos. Não sabia amar, não sabia o que era felicidade, não sabia o que era tristeza, não sabia o que era alegria, medo ou qualquer sentimento. Alguns meses se passaram e Edward foi adotado por um casal de velhinhos, indo para um internato de New York e ficou lá até os seus doze anos. Aos poucos, os professores foram percebendo as dificuldades do garoto: Dificuldade em prestar atenção na aula, problemas na visão e ainda, jamais conseguia ficar quieto.

Os meses se passaram e o garoto sofreu muito, sendo enganado e enganando as pessoas. O Natal se aproxima e Edward é sequestrado por um grupo de semideuses que apoiavam Cronos. Levaram-no para uma cabana localizada uns dezenove quilômetros de Oklahoma. Os semideuses trancaram-no em um quarto e o deixou preso. O garoto tentou achar algum jeito de escapar, mas não conseguiu, até que ouviu uma voz. Fuja... Fuja... Fuja... – A voz ficava em sua cabeça, e mais uma vez tentou fugir. Tentou derrubar a porta, tentou alcançar as janelas, até que viu a sua solução. Olhe para baixo. – A voz parou. O garoto fez o que a voz mandara. Olhou para baixo e viu um buraco entre as tábuas, então o garotou sorriu e verificou a tábua. Para a sua sorte, a mesma estava solta. Ele conseguiu empurrá-la para longe e saiu dali, fugindo daquela cabana abandonada. Edward estava sozinho e desesperado, mas não queria voltar para a cabana onde os semideuses estranhos estavam. Ele estava livre e queria curtir essa liberdade, então faria de tudo para fugir dali. Ele fugiu sem olhar para trás.

Os meses se passaram, até que ele completa os seus treze anos. O mesmo consegue voltar para casa, onde os seus pais ficam mais atentos em relação ao garoto, impedindo-o de ir para a escola. As semanas de Maio foram passando, até um problema surge: A casa é invadida por bandidos que matam o casal, e que ainda, tentaram matar o garoto, mas foi ao contrário, ele acabou derrotando os bandidos sem querer, mas antes de matá-los, eles mudaram de aparência, dando lugar á uma criatura horrenda e diferente, com várias cabeças e um corpo enorme, que acabou ocupando boa parte do quarto de Edward. O garoto tentou matar o monstro, mas antes disso, foi salvo por alguns mortais que viam os monstros. Depois de ser salvo, uma moça jovem o levou para o novo local onde viveria, para o seu novo futuro: O Acampamento Meio-Sangue.



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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Hermes em Sex 12 Abr - 14:37


Edward Crawford Ferrer



Reclamado.
Seja bem vindo ao acampamento, Filho
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Bianca Winchester em Sex 12 Abr - 14:57

Nome? Bianca Winchester Malkovich
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hermes
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

Bem minha história é bem normal , nasci em Nova York , não me lembro da minha família direito , se é que eu tenho família , fui criada em orfanatos , aquilo me irritava muito , por algum motivo toda a vez que me adotavam eu tinha o costume de surrupiar algumas coisas , desde o lápis até o videogame , aquilo era algo que eu não conseguia parar de fazer . No inicio achavam que era algum ladrão que roubava todas essas coisas , depois de um bom tempo quando descobriram que era eu a tal ladra misteriosa , me levaram de volta para o orfanato , sempre fui muito hiperativa , não parava quieta um segundo sequer , tinha dislexia e talvez fosse a minha genética ou apenas o meu jeito de ser .

Quando eu completei 14 anos me levaram a um internato que parecia mais com um reformatório , o lugar era muito grande , todos já sabiam da minha fama , garota que rouba tudo , futura ladra , como se eu fosse sempre assim , como se eu já não tivesse essa mania de roubar tudo eu ainda falava com cobras , coisas que eu só via na TV , aquilo era demais , já ''falei'' com as cobras para atacar as pessoas que eu odiava , ou seja quase todo o internato ou melhor infernato , depois de alguns anos que pareciam nunca acabar , minha professora de biologia virou uma fúria , sim uma fúria , a partir dai corri de todas as maneiras já que eu não tinha nenhuma arma ou coisa do tipo , até que lembrei do meu poder de falar com as cobras , isso me ajudou a pelo menos distrair as feras e correr para fora daquele infernato , depois da corrida , que por sinal foi muito rápida , cheguei a um lugar chamado ''Acampamento Meio Sangue'' e um centauro ou qualquer coisa que fosse se apresentou como Quíron , pedi a ele que arranjasse um lugar para mim , ele deixou eu ficar no acampamento desde que ficasse no chalé de Hermes que é o 11 , sim Hermes o meu deus favorito e mais legal de todo o Olimpo , quando entrei naquele chalé , que sonho e definitivamente era o lugar mais irado para mim , depois tivemos a reunião na fogueira onde eu pedi para Hermes me reclamar , afinal ele tem tudo haver comigo , seria muito maneiro se ele for mesmo o meu pai a minha vida vai fazer finalmente algum sentido .
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Arianne Stark Targaryen em Sex 12 Abr - 15:07

Nome? Arianne Fellevack Malkovich
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Dionísio.
História: Nasci dia 17 de Fevereiro de 1996, em Huntigton Beach - Califórnia, quando tinha 5 anos de idade, me mudei para Manhattan, passei parte da minha vida em colégios internos, nunca entendi muito bem, mas minha mãe não costumava me dar atenção, tinha sempre a desculpa de que estava ocupada com o trabalho. Uma vez quando pequena, escutei ela dizer ao meu "querido" padrasto que eu era um erro... Eu nunca devia ter nascido, segundo ela. Depois disso nunca mais fui a mesma, vivia fazendo bagunça nos colégios internos para qual eu era mandada e sempre dava certo, eu nunca fiquei na mesma escola por mais de 2 meses, era praticamente impossível, uma vez eu até tinha tentado, mas parecia que eu tinha um imã para problemas. Também fugir a noite e ir para festas, onde eu sempre me embebedava... Era tudo surreal e legal demais pra mim, fora que minha mãe não ligava para essas coisas, o que tornava tudo mais emocionante, fazia eu me sentir livre.

Quando completei 14 anos, vi minha vida inteira mudar. Estava sendo expulsa do 6º orfanato aquele ano, minha mãe estava furiosa, lembro-me bem dela gritando comigo quando chegamos em casa e também me lembro da filha do meu padrasto rindo da minha desgraça, não entendia muito bem o que minha mãe falava, até que ela parou de gritar e simplismente se jogou no sofá. - Filha, você é uma semideusa, eu não queria... Mas você tem que ir pro acampamento - Ela falou como se aquilo fosse totalmente normal, depois sumiu. Eu não sabia se acreditava naquilo ou não, quer dizer... Semideusa? Tipo... Uma filha de um mortal com uma deusa? Balancei a cabeça tentando dar um jeito de organizar meus pensamentos e me sentei no sofá.

Não demorou muito e minha mãe voltou, mas passou direto por mim e foi para a porta, assim que ela abriu a porta, me deparei com Julian, meu melhor amigo. Ele sempre me ajudava nos orfanatos era estranho, pois para todo orfanato que eu ia, lá estava ele me esperando para aprontar novamente, ele veio até mim e fez eu me levantar com um pouco de dificuldade por causa das muletas, em seguida me puxou para fora de casa, antes de sair minha mãe me deixou um beijo na testa e disse que tudo iria ficar bem. Ela estava até sorrindo, sorrindo como se aquele fosse o dia mais feliz da vida dela, foi aí que saí de casa do Julian, sem nem mesmo olhar para trás, agora eu tinha certeza de que não era bem vinda ali.

Depois de sair daquela casa, Julian foi me explicando tudo no caminho, que eu era uma semideusa e tudo o mais. Era estranho e eu demorei um pouco para me conformar, mas por fim... Decidi que deiva acreditar nele. O caminho até o tal acampamento foi longo e Julian passou todo o tempo falando, eu quase o mandei calar a boca, mas eu estava com raiva e não era justo descontar tudo nele. Quando chegamos a colina, eu fiquei nervosa. Julian tinha chegado na parte dos monstros e não parava de olha para os lados, ele dizia que sempre aparecia um monstro quando um semideus se revelava e ia para o acampamento. E não foi que aconteceu?! Quando estávamos quase atravessando a barreira, eu estava com os olhos brilhando, pois dava para ver o local e era lindo.Uma mulher cobra (pelo menos eu acho que era isso.) apareceu de eu sei lá onde e já foi me atacando, eu saí "voando" até bater numa árvore, depois disso não vi mais nada.

Quando acordei, minha cabeça estava doendo e eu estava num local todo branco, mas o que mais me intrigou foi Julian, ele tinha pernas de... Bode? Olhei para ele, aquela parte da história ele não tinha me contado, ele sorriu para mim, como se aquilo fosse normal. O que eu estava começando a achar que era, com tudo o que eu já tinha visto, aquilo era o de menos, naquele momento eu só pensava que uma garrafa de Vodka poderia me ajudar... Soltei um suspiro e voltei a olhar para as pernas de bode do Julian. - Você acordou! Não me olhe assim e eu sou um sátiro, okay? Nem pense em me chamar de bode. Aliás, bem-vinda ao acampamento meio-sangue - Julian falou sorridente.
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RECLAMAÇÕES DE HERMES

Mensagem por Bianca Winchester em Sex 12 Abr - 15:18

Nome? Bianca Winchester Malkovich
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Bem minha história é bem normal , nasci em Nova York , não me lembro da minha família direito , se é que eu tenho família , fui criada em orfanatos , aquilo me irritava muito , por algum motivo toda a vez que me adotavam eu tinha o costume de surrupiar algumas coisas , desde o lápis até o videogame , aquilo era algo que eu não conseguia parar de fazer . No inicio achavam que era algum ladrão que roubava todas essas coisas , depois de um bom tempo quando descobriram que era eu a tal ladra misteriosa , me levaram de volta para o orfanato , sempre fui muito hiperativa , não parava quieta um segundo sequer , tinha dislexia e talvez fosse a minha genética ou apenas o meu jeito de ser . Minha infância passou toda naquele orfanato horrível , as pessoas eram sempre tão chatas , a única diversão era chatear as pessoas e roubar algumas coisas das minhas ''queridas'' colegas de quarto , bem elas sempre surtavam quando perdiam alguns acessórios , colares ou coisa do tipo , graças a isso sempre fui tachada de criminosa , a garota ladra , se afastem dela pois ela é endemoniada e fez a mãe dela morrer , frases como essa eu escutava o tempo todo , a maioria dos garotos achavam que eu era um menino pelo jeito que eu agia , sempre detestando bonecas , na verdade quando eu ganhava essas bonecas eu simplesmente rasgava elas ou deixava as cobras morderem elas e darem um simples fim , a dona do internato me odiava muito , minha infância naquele lugar foi horrível , me deu até nojo de lembrar do jeito engomadinho que me trataram , como uma patricinha , aquilo tudo estava mega odiável , vocês devem estar se perguntando ? Por que eu não fugi de lá se era tão chato e horrível ? A resposta , eu fugia sempre de lá , todos os dias a noite eu partia em uma fuga até fora daquela prisão , mas sempre me pegaram , polícia imbecil , em vez de prender outras pessoas ainda tem tempo de pegar crianças que fugiam para fora daquele lugar , bem todas as vezes minhas fugas davam errado , isso é um completo inferno , minha infância foi muito horrível , a parte boa dela , a única na verdade era que eu nunca fui vítima de bullying , o que sempre foi ótimos , todos tinham medo de mexer com a ''ladra'' achando que eu ia matar-los de maneira dolorida , felizmente tudo isso acabou quando eu completei catorze anos de idade , o que aconteceria naquela data mudaria a minha vida para sempre , afinal eu ia deixar de ser uma pessoa normal e seria uma semideusa filha de Hermes.

Quando eu completei 14 anos me levaram a um internato que parecia mais com um reformatório , o lugar era muito grande , todos já sabiam da minha fama , garota que rouba tudo , futura ladra , como se eu fosse sempre assim , como se eu já não tivesse essa mania de roubar tudo eu ainda falava com cobras , coisas que eu só via na TV , aquilo era demais , já ''falei'' com as cobras para atacar as pessoas que eu odiava , ou seja quase todo o internato ou melhor infernato , depois de alguns anos que pareciam nunca acabar , minha professora de biologia virou uma fúria , sim uma fúria , a partir dai corri de todas as maneiras já que eu não tinha nenhuma arma ou coisa do tipo , até que lembrei do meu poder de falar com as cobras , isso me ajudou a pelo menos distrair as feras e correr para fora daquele infernato , depois da corrida , que por sinal foi muito rápida , cheguei a um lugar chamado ''Acampamento Meio Sangue'' e um centauro ou qualquer coisa que fosse se apresentou como Quíron , pedi a ele que arranjasse um lugar para mim , ele deixou eu ficar no acampamento desde que ficasse no chalé de Hermes que é o 11 , sim Hermes o meu deus favorito e mais legal de todo o Olimpo , quando entrei naquele chalé , que sonho e definitivamente era o lugar mais irado para mim , depois tivemos a reunião na fogueira onde eu pedi para Hermes me reclamar , afinal ele tem tudo haver comigo , seria muito maneiro se ele for mesmo o meu pai a minha vida vai fazer finalmente algum sentido .
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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Lianna C. K. Stark em Sex 12 Abr - 21:46

Nome: Lianna Catharina Kaufmann Malkovich
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Sua história
Nascida em Los Angeles, Califórnia, criada pela minha mãe, e seu marido. Toda vez que olhava aquele homem, duvidava que fosse meu pai, mas o aturava todos os dias, e com o tempo aprendi a fugir quando queria me bater. Ele batia em minha mãe, e todas as vezes que as pessoas perguntavam à nós porque os roxos em Princy - minha mãe - ele ria e dizia calmamente: De acordo com ela, pareço um cavalo na cama, por isso. E claro que ela sorria e tentava parecer o mais calma possível. Fiz questão de me mudar para uma escola um pouco longe deles e que fosse para morar lá, em busca de paz, pena que não foi o suficiente, só arranjei mais encrenca.
Havia um garoto que era sempre excluido comigo. Nos corredores, nas aulas, almoço, jantar, café da manhã, passeio de escolas, e de tanto nos encontrarmos, nos conhecemos melhor e amigos ficamos. Seu nome, Christian Junior. Havia problemas para andar, ele disse que quebraram a perna dele quando mais novo e não deu para ajeitá-la, por isso andava de muletas. Era estranho que pudesse conversar com uma pessoa e cuidar dela ao mesmo tempo, já que tudo que enchergava era oportunidades para mim, eu mesma acima de tudo. Mas nunca deixei de ser superior mesmo assim (u.ú). Passei a protegê-los dos irritantes, mas isso fazia com que fossemos passar os horários de comer no jardim da escola. Era estranho que no meio do calor, as plantas sempre parecessem felizes conosco ali. As melhores frutas pareciam que gostavam de nossa presença, e gostava de ter coisas boas à comer naquele lugar horroroso.
Meus professores me ameaçavam e duas vezes vi minha professora de ciências voar para fora do território do colégio, e quando contava à Chris, ele ria escandalosamente, por isso desisti de contá-lo coisas. Minha mãe foi me visitar no último dia de aula, de madrugada, desesperada e me mandou acordar Christian também. Estranhei que ela soubesse de sua existência, mas assim que cheguei ao seu dormitório, ele correu na minha direção e me puxou para fora. Vesti minhas roupas correndo e assim que terminei de pegar minha bolsa com objetos socados nela sem nem saber o que estava acontecendo, ouvi uma risada escandalosa fora do prédio. Me pus a correr, com Chris mancando atrás de mim. No estacionamento improvisado de minha mãe, havia minha professora de ciências, ou pelo menos o que parecia ela voando pra fora do colégio. Assim que me viu, veio com velocidade para cima de mim, e sem saber o que fazer, a acertei com minha bolsa. Corri para o carro e minha mãe deu a partida, comigo e Christian nos bancos de trás.
A professora não parava de tentar arrancar o teto e voar atrás de nós, com suas garras e cara monstruosa. Paramos um longo tempo depois, no aeroporto. Princy nos deu mochilas com dinheiro, comida e me arrancou o celular. - Ei! - reclamei, mas ela não me devolveu, me dispensando, e assim que perguntei para onde iria, os dois responderam, em um unisono: Para o Acampamento Meio Sangue.E assim, aqui cheguei, descobrindo logo depois toda a verdade.
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Fichas Antigas - 12/04/13

Mensagem por Hefesto em Sex 12 Abr - 22:38

César Rojas Estigarribia - Reclamada como filha de Hefesto

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Re: Fichas Antigas - 12/04/13

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