Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

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Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Convidad em Dom 14 Abr - 0:50

Nome? Esmee Velmont
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)
Esmee Velmont nasceu no dia 14 de Maio de 1995 em Paris . Esmee morava com seu pai sua. madrasta e com sua meio irmãs ela nunca gostou da sua madrasta e das meio irmãs . mas Esmee sempre tudo do bom e do melhor ela foi muito mimada pelo peai . Bom desde pequena eu era muito vaidosa , carinhosa e amorosa essa eram minhas características principais quase nunca saia da frente do espelho . Esmee nunca soube quem era sua mãe isso a deixava magoada . Uma vez ela perguntou pro seu pai que era sua mãe e ele respondeu que um dia ela ia descobrir . Com passar dos anos Esmee se acostumou a conviver com sua madrasta e as irmãs e assim foi . Na escola Esmee era a menina mas bonita , ela era um pouco diferente das meninas em vez de ter uma melhor amiga ela tinha um melhor amigo , todos diziam que eles eram namorados mas não eram , no recreio um garoto estranho ficava encarando ela aquilo era muito chato. Ok na hora da aula a professora falou que íamos ter um passeio pelo um museu eu gostei um pouco da idéia , mas para podermos irmos para o passeio precisava da assinatura dos pais, para mim estava tudo bem . Fica em casa as vezes era um tédio principalmente quando Florence e Daphine (minhas meia irmãs ) e a Eliza (minha madrasta ) ela era muito chata , mandava eu fazer tudo mas eu não fazia porque eu não sou besta , bom tive que pedir para meu pai assinar com ele foi fácil mas com a Eliza foi muito difícil , depois de fazer um monte de coisas pra ela eu consegue que ela assinasse . No dia do passeio a gente foi num museu mitológico vimos estatuas de vários deuses olimpianos , mas para mim foi muito estranho porque o professor me fez uma pergunta sobre uma deusa uma tal de Afrodite e ele disse que eu sabia a resposta como assim ? Eu olhei para a estatua da tal Afrodite e tinha umas palavras com umas letras bem esquisitas , mas quando eu olhei para as letras elas trocaram de lugar e a resposta se formou eu respondi e estava certo , mas como ? Isso aconteceu . Depois disso o meu dia foi incrível .

Quando cheguei em casa meu pai estava muito pensativo ele me perguntou como foi o passeio eu falei que foi tudo bem mas aconteceu uma coisa fora do normal falei da pergunta que o professor fez uma pergunta de uma Deusa chamada Afrodite e ele disse que eu sabia a resposta , quando olhei para a estatua as letras trocaram de lugar e formaram a resposta isso foi estranho ele disse que eu ja estava crescendo e que eu ia 17 anos e depois disse que tava perto de acontecer eu fiquei curiosa e perguntei oque ia acontecer mas ele não me respondeu mas tarde meu melhor amigo Zack me ligou dizendo que queria me encontra eu aceitei o encontro . Quando fui andando na rua os meninos ficavam com os olhos fixos em mim eu pensei que tinha algo de errado em mim , cheguei ao encontro de Zack e logo perguntei se tinha algo errado com migo ele disse que não ele falou que ia direto ao ponto ele disse que eu era uma semi-Deusa eu fiquei meio que besta ele me explicou que eu iria ao acampamento meio sangue onde ficam os semi - Deuses e ele falou que ele era meu protetor ele falou que eu era filha de Afrodite a deusa do amor .... Depois disso fomos para o acampamento meio sangue
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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Nathalie Le Fay Velmont em Sex 19 Abr - 0:25

Nome? Nathalie Victoire Targaryen
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)
Muitos dizem que uma pessoa só morre quando seu coração para de bater, o que geralmente acontece em uma idade mais avançada ou por um terrível acidente. Eu discordo. John Targaryen, meu pai, morreu no momento que se casou. Não uma morte de sentidos, mas de alma. Isabella Caleigo era a mulher perfeita. Doce, delicada, gentil. Um perfeito exemplo e comigo sempre mostrara ser uma mulher muito materna. Quando olho para trás posso ver as pequenas fissuras em sua mascara, mas, criança leiga que eu era, como adivinhar que meu pai estava levando para casa um monstro que chamavam de princesa?

Nos primeiros meses após o casamento tudo ocorreu tão maravilhosamente bem que quase me esqueci da pergunta fantasma que repetia todas as noites: quem é minha mãe e onde ela esta? Aos poucos as coisas foram mudando. A mulher que era doce foi se transformando em uma pessoa fria, cruel, egocentrica. Nos mudamos para Nova Iorque. Uma cidade belissima de acordo com Isabella. Não tanto na minha opinião. Eu sentia falta da minha casa, dos meus avós, as unicas pessoas alem de mim que realmente viam quem era a nova Sra. Targaryen, da ilha. De tudo.

Mais acima de qualquer coisa: eu sentia falta do meu pai. Sentada em uma mesa escrevendo as poucas memórias que me restam de uma vida dolorosa, eu ainda me permito devagar para as tardes de verão onde iamos até a praia. Eu, ele, meus avós, meus primos. Andando com pés descalços sobre a areia, contando histórias e lendas sobre Athanasía e a torre dos relógios. Das corridas, brincadeiras de conchas, das inúmeras risadas ao lembrar de minha querida tia Beth. Não tenho palavras para descreve-lo como é agora, ou como era quando o vi pela ultima vez. Sempre jogado no sofá, uma garrafa de vodka na mão, bebado demais até mesmo para entender que eu era sua filha. Sua garotinha, e, que não estava tentando fazer mal algum a ele, que era o que ele insistia em gritar, enquanto me batia em suas piores noites, geralmente quando Isabelle saia acompanhada pela porta por homens ricos, nascidos em berço de ouro, segundo ela.
Acredito que minha vida mudou completamente na noite em que meus avós morreram. De tudo o que havia me acontecido até aquele momento, aquilo foi definitivamente o mais doloroso. Isabella ao receber a noticia ria, descontrolada… Histérica. E meu pai, embora houvesse acabado de perder duas das pessoas que ele mesmo dizia ser as mais importantes em sua vida, continuava bebendo como se a noticia não fosse nada que valesse seu tempo. Naquela noite sozinha no telhado eu chorei como nunca havia chorado até então. Meus pilares eram os meus avós e se eu continuei viva até aquele momento era porque eles existiam, a querida Isabelle não queria que boatos ruins sobre sua adoravel pessoa circulasse em Messina.

O relógio badalou. Uma, das, três vezes e meu inferno começou nesse segundo. Isabelle surgiu e, com uma força que eu jamais acreditei que ela teria, saiu me arrastando escada abaixo. Meu pai apesar de ter sido levemente abalado pela cena não fez nada, absolutamente nada, que mostrasse que no fundo se importava. Nem mesmo enquanto a sua querida esposa gritava desaforos sobre como eu era ingrata e como minha mãe provavelmente devia ter visto o monstro que havia parido para ter me abandonado. Não lutei contra, não respondi, não fiz nada. Apenas me deixei ser arrastada no meio da noite para um beco, onde ela me largou após ter avisado para não voltar para a entrada do inferno que chamava de casa. Apesar de não ter o que temer eu não retornei, não naquela noite, nem nas seguintes. Daqueles dias só o que tenho são memórias borradas, que não faço questão de me lembrar.

Minha primeira experiencia fora do comum foi quando depois de vários dias sem comer, estando faminta, sedenta e suja me deparei com algo no minimo estranho. Estava passando por um beco, havia havistado uma velha senhora que sempre me ajudava, quando vi um pouco mais a frente uma menina. Diria que ela era mais nova do que eu, com algo parecido com uma adaga em mãos, lutando contra um cão enorme. Porque só podia definir aquilo como um cão. Fascinada eu observei quando ela enfiou a adaga em um dos olhos da criatura e em poucos minutos ela se transformou em pó. A garota caiu. Estava tão machucada e eu queria tanto poder fazer algo. Corri até dois policiais que estavam sentados em frente a uma cafeteria algumas ruas atrás e os levei até o beco explicando tudo o que havia visto, mas quando chegamos lá não havia nenhuma garota, ou sangue. Não havia nada. Me taxaram de louca. Ir parar em uma clinica psiquiatrica foi inevitavel após isso.

St. Salutem era tudo o que um hospital não deveria ser. Localizado perto de Long Island ele se assemelhava muito a uma fortaleza na beira do mar. Perdi a conta de quantas vezes recebi o tratamento de choque dado a todos os internos, de quantas atividades para reestabelecimento social tive que fazer, de quantas pessoas vi ir e voltar nos corredores sujos daquela terra de ninguém. Em um momento passei a acreditar que de fato era louca, que a menina e o cão eram alucinações de minha mente fraca após semanas vagando pelos becos imundos de Nova Iorque. Se não fosse por um descuido da enfermeira eu até hoje estaria decifrando figuras e observando a lua pelas grades da minha cela.

Foi em uma noite de lua cheia que fugi. Meu quarto era no alto de uma das torres e a enfermeira acreditando que eu estava dormindo foi buscar minha dose diaria de remedios, dada todas as noites. O pior erro dela e a minha salvação foi sua falta de atenção ao fechar a porta que ficou entreaberta e me permitiu correr até estar sentindo o ar noturno em cima de um dos longos muros.

A morte pode ser vista de várias formas. A insolente que leva pobres almas para joga-las em um mundo duvidoso. A amiga que acolhe debaixo de seu manto aqueles que sofrem durante sua monótona existência. A dissimulada que promete aos delirantes um novo conto rodeado de fantasias juvenis. E a manipuladora que arrasta lentamente os suicidas na beira do abismo até as profundidades pútridas do subsolo. Para mim ela era uma libertadora, que carregaria minha alma pelos reinos de Morfeu.

A unica coisa que pensei enquanto ouvia os gritos das enfermeiras e me lançava em direção ao mar foi porque mamãe havia me deixado, tão sozinha, com um pai morto e em um lugar tão, tão escuro.

Muitos me perguntam como achei esse estranho lugar onde hoje moro. Não sei responder. Quando me joguei do muro acreditava que iria morrer, mas acordei no outro dia com um estranho ser metade cavalo me olhando enquanto um garoto loiro falava sobre ter me encontrado em uma praia. Foi realmente dificíl aceitar quem eu era e a minha realidade, no inicio achava que havia morrido ou que aquilo era apenas mais um de meus delírios. Mas continuo aqui e aos poucos a nevoa conturbada de remédios a qual fui submetida se dispersa mais e mais.
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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Olimpiano em Sab 20 Abr - 13:10



Reclamadas, esmee le fay velmont e nathalie le fay velmont.
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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Meena Bowes-Lyon em Sab 27 Abr - 10:39

Nome? Meena Bowes-Lyon
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite
Conte um pouco de sua história.
De acordo com que papa costuma dizer, era uma clara manhã de sol do dia 14 de Julho, que ele abriu a porta de sua casa e deparou-se com uma cesta dourada rodeada por uma fita de seda rosa, algumas flores e um véu de cetim branco. Quando ele levantou o belo véu, diz ele ter se deparado não com apenas um bebê, mas sim com um anjo. Um raio de sol. Costumava ser uma boa aluna na escola. Dedicava-me ao estudo tanto quanto os garotos de lá dedicavam-se a me chamar para sair. De certo modo, nunca me interessei realmente por nenhum deles, mas achava divertido vê-los brigar entre si. Me interesso bastante por moda e minhas amigas costumavam pedir minha ajuda para se vestir para festas e encontros. Contudo, meu passatempo favorito era bancar o cupido delas. Nunca fui fisicamente forte, mas minha mira é extremamente precisa, de um modo simbólico e também físico.
Fui criada em Minnesota. Damien Bowes-Lyon, meu pai, é roteirista e diretor de cinema. Ele já viajou o mundo todo e, quando pequena, adorava ouvir suas histórias. Sempre soube que, apesar de não estar conosco, minha mãe esta viva em algum lugar. Infelizmente só fiquei sabendo de minha herança divina aos 14 anos. Foi dois anos antes de nos mudarmos para Nova Iorque. Nesta época eu conheci mais três jovens que também acreditavam ser como eu e um rapaz poderia nos ajudar. Ele parecia ser um pouco mais velho do que dizia ser. Apenas mais tarde fui descobrir que esse jovem era, na verdade, um sátiro. No dia que decidimos ir para o acampamento fomos atacados por um monstro, o qual só mais tarde fui descobrir que era uma Quimera. Posso já ter ouvido falar desta criatura antes, mas na hora estava nervosa demais para pensar nisso. Naquele momento cheguei a me questionar várias vezes sobre o porque de eu estar fazendo aquilo. Digo, deixando meu amado lar para ir à um acampamento que eu nem sabia se realmente existia. Contudo era o que eu queria. Queria entender o porque, assim como eles, agarrava-me à esperança de encontrar minha mãe, ou no caso de dois deles, seu pai; baseando-me apenas no fato de sermos disléxicos e de estarmos seguindo um jovem meio barbudo e com problemas nos pés, que se diz ser um sátiro. Mas eu queria, queria e ia descobrir tudo o que tivesse à descobrir sobre minha mãe e sobre mim mesma.
Tinha escrito uma carta para meu pai, pois ele estava viajando. Quase não tive tempo de deixa-la em casa e ela apenas ficou caída perto da porta. O caminho até o tal acampamento não foi muito longo, e fomos atacados por mais outro monstro no meio do caminho. Entretanto, não era o mesmo de antes. Este parecia um cão grande, de pelo negro e dentes tão afiados quanto uma faca de desossar carne. Um garoto que dizia ser filho de Ares, o único de nós, tirando eu, que sabia quem era sua pai, cortou-lhe a cabeça com um um facão de jardinagem que trazia consigo. É estranho descobrir, de um dia para o outro, que a mãe que você vem esperando a sua vida toda é uma deusa grega, literalmente, e que seu próprio pai não teve coragem de lhe contar isso até me tornar curiosa o suficiente para perguntar-lhe sobre isso. Durante esses anos todos minha vida foi sempre eu, meu pai e seus filmes. A partir de hoje eu deixo tudo para trás e sigo a minha nova vida. Imagino que poderia voltar para casa de meu pai no fim do verão, como num acampamento normal, mas tenho medo que tudo que eu aprendi vindo para cá e que irei aprender aqui possa, de algum modo, fazer-lhe mal, e essa é a última coisa que eu gostaria que acontecesse.
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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Afrodite em Sab 27 Abr - 13:57

Reclamada como minha filha:

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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Livia Penivensie em Sab 27 Abr - 16:59

Nome? Livia Penivencie

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite

Conte um pouco de sua história.(20 linhas no minimo)
Você deve não me conhecer, alguns não me conhecem mesmo, mas pode ficar com meu cartão sim eu sei que o que você está pensando. Eu realmente sou conhecida como a “Patricinha que não é popular” eu posso também de localizar facilmente não tenha medo Não irei te machucar, alias as pessoas já me consideram louca, alegre, bonita e simpática que são termos muito legais para uma reles para uma órfã não acha.
Você pode pensar “essa menina é doida mais deve ser super popular a queridinha de todo” sabe você não está de todo mal errado afinal sou doida, mas errou no popular é ao contrario sou aquela excluída a culpada disto é os monstros que existem e me perseguir como se eu fosse brinquedinho dos mesmos, mas isso foi explicado depois. Agora sei por que eles viviam atrás de mim é isso é o vais entender lendo essa história
Vocês devem pensar, ela esta exagerando nos seus relatos, vocês devem pensar que os Monstros que enfrento não passam de situações do cotidiano, uma prova monstro, um pai monstro, uma mãe monstra, professores monstros... Como seria tão simples se fosse apenas isso não?
Mas a minha vida não pode ser considerada simples, não quando eu descobri quem eu realmente era, quem minha mãe era de verdade. Fui criada pelo meu pai, muitos pensariam, ela não tem um lado feminino por isso, ela age dessa forma por que não teve uma figura materna para lhe guiar. Mas as pessoas simplesmente não compreendem que não são probleminhas de cotidiano que eu enfrento todos os dias, não são coisas simples que me afligem
Afinal eu sou uma semideusa. Certo, agora vocês vão pensar que meu ego foi para o espaço e que eu estou me vangloriando por ser linda e tal... Mas devo dizer que eu queria que fosse um problema de ego.
Meu pai é um... Que conheceu minha mãe... A deusa Afrodite em um... No começo eles simplesmente eram amigos que conversavam normalmente, mas sabe a historia, menino conhece menina, menino gosta da menina, menino se declara para menina e tem uma menina... Bem. Praticamente foi a minha historia, a não ser o fato que menino conhece deusa, menino gosta da deusa, menino se declara para a deusa e tem uma semideusa que é deixava para trás com seu pai para se descobrir e entender quem você é realmente.
Agora vamos começar a nossa história? Como se começa a historia de uma semideusa que acaba de descobrir quem ela realmente é? Você me perguntaria isso não? Provavelmente você deveria descrever, uma linda e doce menina estava voltando para casa feliz por ter ganhado uma nota boa da escola e querendo usar isso para conseguir ficar até tarde em uma festa com seus amigos e tal... Até a parte de voltar pra casa da escola esta certo, mas seria bom eu conseguir alguma nota que mereça algo mérito e se eu tivesse amigos para ir pra uma festa pra sonhar em ficar até mais tarde, acho que meu pai até me daria uma chave de casa e me deixaria voltar só na manhã seguinte. Se eu fosse uma garota normal.
Mas voltando, aqui estou eu, bela e doce menina voltando com uma nota vermelha da escola e quando paro para esperar o sinal abrir quem eu vejo vindo em minha direção? Um minotauro. Sério mesmo, aquela coisa meio homem meio vaca que tenta matar todos os heróis da antiguidade. E ao que parece ele esta olhando para mim. Por que hoje? Por que eles tinham que me cheirar justo hoje? Depois de horas recebendo bullyng na escola, eu não mereço pelo menos uma hora pra respirar aliviada?
Eu finjo que não é comigo, será que se eu fingir que se não é comigo ele não me nota? vamos lá, eu nem to fedendo a semi deusa pra ele querer me pegar. Uma engraçadinha aprontou com uma lata de tinta e agora to voltando pra casa com o cabelo verde limão, as pessoas ao meu lado se afastam como se eu fosse louca por voltar pra casa assim. Por que ele simplesmente não me ignora?Nariz de monstro estúpido. O sinal esta para se abrir e vejo a "névoa" chegar, se não bastasse termos que enfrentar monstros perto de gente normal, ainda tem este "feitiço" que congela o ar para todos menos nós para lutarmos?
Às vezes eu penso que os deuses se divertem por demais com o nosso sofrimento. De repente tudo ficou cinza e eu já sabia o que tinha que fazer me abaixei para pegar a faca que tinha na minha bolsa, um presente de um amigo do acampamento do meio sangue, espero poder agradecer ele ao vivo em cores no acampamento. Sinto-o se aproximando, como não poderia? Parece que ta acontecendo um terremoto e eu sou a única que pode sentir. Vida de semideusa é fogo.
Eu estava entrando em modo defensivo pra aguentar o ataque. Que não veio. Eu fiquei esperta, sabia que alguns deles eram espertos para criar estratégias. Mas aquele silencio todo me deixava apreensiva e irritada. De repente do nada ele aparece. Era muito maior do que eu imaginava. Muito mais feroz.Meus olhos se fecharam por um segundo, eu não sei por que eu fiz isso, talvez eu desejasse que aquilo acabasse o mais rápido possível para eu ter um pouco de sossego na vida, eu queria ter paz.Quando meus olhos se abrem, ele estava no chão.Morta.Vejo o vulto de alguém no meio da névoa.Um garoto. Ele esta sorrindo para mim. Mas o que... Ele me arrastou por uma estrada me levando para um lugar muito familiar para mim (eu tinha lido os livros hehehe) o Acampamento Meio-Sangue
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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Afrodite em Sab 27 Abr - 17:29

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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Lissa Le Fay Velmont em Dom 28 Abr - 18:58

Nome: Lissa B. Kirevar
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)
Minha vida antes de vim pra cá era igual a de qualquer adolescente. Estudava em um colégio de riquinhos, cheio de gente esnobe que só pensava em si mesma. Claro que eu tinha várias amigas. Muitas delas eu custei a deixar pra vir pro acampamento. Eu sempre andava na moda, sempre atualizada nas novidades e vivendo com as coisas mais caras e bonitas. Sempre gostei disso e prefiro esse tipo de vida, mesmo que eu possa viver sem. Para os que não me conheciam, eu era "A perfeitinha" que não se importava com ninguém além de si mesma, o que nunca foi verdade, pois sempre tive um coração de ouro para quem me deixava usá-lo.

Minha família era a melhor de todas. Morava com meu pai e minha tia, que eu considerava minha mãe. Meu pai nunca me contava sobre minha mãe biológica, sentia um peso só de lembrar-lhe. Não havia recordações em casa, nada. Nada que pudesse, pelo menos, me dar um sentimento materno e por isso tomei Luce (minha tia) como mãe. Nas festas, era ela que eu levava, era difícil pra mim explicar aos meus colegas que eu não sabia nada sobre quem havia me feito. Sofri anos por isso, nunca passando pela minha cabeça algum indício da verdade em si. Acreditava que algo havia acontecido com minha mãe, pois meu pai insistia em dizer-me que ela nunca fugiria dele. O vazio sempre me tomou em alguns momentos de minha vida, mas eu tentava deixar para lá.

Todos os meninos do meu colégio queriam namorar comigo, com muitos deles eu fiquei, mas nada muito sério, pois nunca gostei de verdade de algum deles. Percebia que o interesse deles não era por gostarem de mim pelo que eu verdadeiramente sou, e sim por tudo que eu podia proporcionar-lhes. Sempre fui o exemplo no meu colégio, por isso, tudo que eu pedia era me dado. Mesmo assim, eu sabia tratar as pessoas com educação e sempre fui muito meiga, elogiando e ajudando aqueles que eu achava que mereciam. Era a mais popular do colégio e tinha as melhores coisas, justamente por ser rica muitas pessoas me invejavam. Nunca liguei para esse tipo de sentimento, porém, quando uma pessoa me irritava demais, não saia muito bem para o lado dela. No último ano, tudo isso ficou mais intenso e, sem aguentar a pressão, fugi, acabando que por encontrar o acampamento.

Fora do colégio era diferente. Como não havia riquinhos esnobes, eu era sempre meiga e gentil, ajudando a todos que precisavam, com uma simplicidade absurda. Minhas melhores amigas percebiam a diferença e ficavam espantadas com meu jeito totalmente contrário de ser. Era uma menina prestativa pra quem merecia, o que fazia todos gostarem de mim e mesmo aqueles que eu odiava, ainda me achavam um máximo. Ás vezes eu tinha ideias mirabolantes e fazia o que me dava na telha. Fazia coisas como pegar o carro dos outros "emprestado", devolvendo só no dia seguinte. O engraçado é que nunca fui pega. Adorava ir à festas, comprar roupas e maquiagem, pra ficar sempre na moda. Tinha um vício por batons de tonalidade vermelha e blush pra ficar uma impressão de sempre corada e saudável. Meus cabelos loiros eram o meu maior charme, cachos dourados, encantando muitas pessoas. Meu pai dizia que, provavelmente, minha mãe deveria ter comido ouro enquanto estava grávida.

No dia em que fugi, todos ficaram me procurando por horas, enquanto eu ficava escondida nas árvores. Pedindo carona aqui e ali, fui me afastando cada vez de minha vida. Não consegui olhar para trás nenhuma vez. Sabia que estava fazendo a coisa certa.

A verdade sobre mim é que eu era uma amor de pessoa pra quem não conhecia as coisas em que eu me metia e pra quem sabia, não se importava e continuava gostando de mim. Ao mesmo tempo, conseguia me cuidar e ser popular, conciliando as duas coisas em uma só pessoa. Com isso, pode se mudar o modo de ver das pessoas sobre ser popular, pois normalmente elas pensam que todas são mesquinhas, mas eu nunca fui assim, nem nunca irei ser. Procuro um amor pra mim que seja de verdade, pois as vezes me sinto muito sozinha e mesmo tendo muitas amigas, não é o bastante para ocupar o lugar do amor, mesmo conseguindo encantar todas as pessoas, ainda preciso ser encantada por alguém em minha vida.
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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

Mensagem por Afrodite em Dom 28 Abr - 23:48

Reclamada como minha filha:

Lissa B. Kirevar


OBS: RECLAMAÇÕES PARA MEUS FILHOS TEMPORARIAMENTE FECHADA.

10 CRIAS .





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Re: Reclamação (Afrodite - 04/05/2013)

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