Missão - Guardião 27.07.2013

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Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Lucas O. Wittelsbach em Ter 4 Jun - 20:58

AND I WILL LOVE YOU, BABY... ALWAYS! AND BE THERE FOREVER ETERNETY, ALWAYS...


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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Christofer Blanck Pálmer em Qua 5 Jun - 22:08

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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Alessandra J. Killian em Qua 5 Jun - 22:15

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OBS: Só quero participar da missão.

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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Edward Crawford Ferrer em Qui 6 Jun - 14:35

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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por John Summers em Sex 7 Jun - 20:36

Nome: John Summers
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Obs: Só quero participar da missão.

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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Petter Scarsozi em Dom 9 Jun - 0:08

Nome: Petter Scarsozi (e tals)
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Arma Escolhida: O Par de Adagas de Metal (e tals)

Obs.: Eu quero ser guardião e talz, mas se "encher" de vagas e tiver só disponível pra participar da missão sem o prêmio principal (ser Guardião) tá ok, também.

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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Marco G. Héon em Seg 10 Jun - 13:25



Nome: Marco G. Héon
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Obs: Só quero participar da missão.


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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Perséfone em Seg 10 Jun - 23:07


Guardiões de Perséfone
Narração:

Perséfone havia tido um sonho com um objeto curioso, brilhante, de coloração escura. O resto do dia poderia ter se passado bastante tranquilo, se, a Rainha do Submundo não estivesse ansiosa com o sonho e assim acabado com a "paz" de Hades. Com tantos pedidos para ganhar o objeto de seu sonho, Hades, resolveu que seria melhor reunir um grupo de meio-sangues para ir a caça do objeto. Assim, Perséfone continuaria segura no submundo.

Após uma rápida avaliação os campistas foram escolhidos e na aurora, quando os mesmo foram chamados para a entrada da floresta, o chão se abriu e todos foram levados ao submundo, ficando assim, frente a frente com a Deusa:

_Olá guerreiros... E, guerreira.- A Deusa analisou a pequena menina no meio dos outros e sorriu de canto ao notar que era um dos frutos das traições do marido._Espero que ninguém tenha quebrado nada ao cair e que não peguem ou toquem em nada . - Alertou ao ver alguns campistas olhando as paredes com pedras de diamantes negros. _Quero que encontrem um... objeto que ganhou meu carinho nas últimas noites de sono, mas ele se encontra em uma floresta nada agradável. Por isso, quem quiser desistir que faça isso agora. Depois do caminho começado, é sem volta . Falou com sua voz aveludada, amenizando o tom de perigo que realmente a frase continha, desfilando de um lado ao outro na sala, ostentando suas curvas bem moldadas e sua postura.

Perséfone, caminhou até um vazo de roseiras vermelhas e retirou uma, começando a despetalá-la com cuidado. A cada pétala retirada uma nova arma aparecia na frente de cada campista. Por fim, na última pétala, duas portas escuras surgiram no canto da sala. _Cada um pegue sua arma e escolha um caminho... Todas as duas levam ao objetivo, porém, acredito que um caminho é mais curto que o outro. Agora, será que o caminho mais curto é o mais fácil? Escolham e encontrem meu objeto, ficarei grata...Ah! E antes que me esqueça, saberão reconhecer o objeto na hora certa . Sorriu, mostrando os dentes perfeitos enquanto jogava o cabelo - que exalava o aroma de lavanda e lima -, sentou em seu trono e esperou para que cada campista fizesse sua escolha.

Obs.: As armas dadas, são as escolhidas por vocês . Todos começam com 100% de energia. Os melhores serão escolhidos para Guardião, mas todos sairão com os pontos de missão normal. ( Se conseguirem sair. ) Boa sorte!


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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Christofer Blanck Pálmer em Ter 11 Jun - 19:59


- Uma missão? – Indaguei à medida que corria os dedos pelo queixo. O rapaz meneou positivamente, dando-me maiores informações a respeito do que Quíron havia lhe pedido que me dissesse. Eu estava dividido entre considerar tal convite como uma pegadinha ou como uma nova forma de punição. Acabei soltando um suspiro cansado. Não demorou até que meu mensageiro se afastasse; os lábios movendo-se sem que palavra alguma se fizesse soar. Lancei um olhar vacilante para janela, onde o vidro deixava transparecer as primeiras horas da manhã. Mãos firmes se agarraram a um de meus pés, depois algo líquido e pegajoso terminou por encharcar o tênis que eu havia colocado – Qualquer coisa deve ser melhor do que este lugar. – Praguejei ao afastar-me com um movimento brusco. O chalé de Hermes era tão lotado que precisei contornar o mar de corpos que dormiam tranquilamente sobre o chão. Lá fora, com o ar batendo contra meu rosto, fiquei ainda mais animado e isso ajudou para que meus passos fossem rápidos e precisos, levando-me até a orla da floresta – local para onde haviam pedido que eu fosse. Avistei um conjunto volumoso de silhuetas, indo desde os mais altos até os mais baixos. AJ se destacou em meu campo de visão – Olhe só quem está aqui. – Cumprimentei ao me aproximar da garota. Algo em seus olhos me fez dar uma risada, devia ser o modo alarmado com o qual checou os bolsos e também a forma como sua boca se contorcia em um misto de humor e raiva. Não tive tempo de avaliar o restante do grupo, pois um tremor fez-me vacilar sobre as pernas e acabei caindo. Mas cair sobre o que? Não restava chão e lá estava eu, descendo para o fundo da terra.

Ainda estava tonto quando me coloquei de pé. O lugar não me dava sentimento algum de familiaridade, mas com certeza não deveria ser um lar muito agradável. Levei uma das mãos até a nuca e ergui o rosto, só então dando conta da presença de uma mulher de corpo repleto de curvas; bonita o suficiente para que eu ficasse encarando descaradamente. Alguém deve ter me dado uma cotovelada, possivelmente AJ, de modo que desviei o olhar para baixo e só acabei confirmando minhas suspeitas a respeito da mais baixa – O que foi? – Resmunguei. A mulher ignorou toda e qualquer reação que o estranho grupo – incluindo a mim – pudesse ter tido, pondo-se a discursar com um timbre de voz tão sedutor quanto seus lábios. Foi tremendamente difícil prestar atenção. Repassei o básico em minha cabeça, principalmente a parte sobre procurar algo de grande valor em uma floresta; isso chama facilmente a atenção de um ladrão. Estava tão absorto em meus pensamentos que AJ precisou, de novo, chamar minha atenção para o fato de ter uma espada de bronze celestial aos meus pés. Peguei a lâmina com a mão da espada e testei seu peso, posteriormente parando para sorrir ao notar que conseguia me mover com rapidez. A mulher terminava de dar suas instruções, indicando duas portas que haviam surgido repentinamente – Gosto da direita. – Apressei-me em dizer ao voltar o rosto na direção de AJ. Eu sinceramente preferia ter a companhia da pequena encrenqueira, até porque eu, sozinho, não chegaria a lugar algum se levasse em conta o intelecto tão diminuto ao ponto de ainda não saber dizer quem era a mulher (ou seria deusa?) que se estendia fronte a nós. AJ concordou e, juntos, seguimos para a porta da direita. Pouco me importava o fato de ter, ou não, outra pessoa se dirigindo ao mesmo caminho que nós.


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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Alessandra J. Killian em Ter 11 Jun - 20:35

death valley
we are alive here in death valley.
Semicerro os olhos e me recosto no batente da porta do chalé do meu deus progenitor, tampando meus olhos frágeis e cansados à luz da manhã, me dirigindo a Ariel – o sátiro e meu amigo palhaço – com um tom meio incerto e desconfiado — O Quíron lhe disse isso, foi? — Cruzo os meus braços enquanto o menino bode dá de ombros, dizer não saber mais nada sobre o assunto. A única coisa que ele havia me dito foi sobre um raio de missão, e que eu devia me preparar na floresta com outros semideuses. Arqueio as sobrancelhas quando ele entoa um ‘agora’ de modo autoritário, e quando rio zombeteiramente de sua postura, falando: — Tá falando sério? — percebo que ele mantém a face impassível ao meu gargalhar. Desencostei do batente da porta, bufando de modo mal humorado com um resmungo — Tá! — e caminho até o interior de meu chalé recolhendo a minha jaqueta de couro e a boina branca de tricô. Minhas botas afiveladas de montaria já estão colocadas quando reclamo, saindo de meu chalé: — Não se pode mais dormir direito nessa droga? — Para ter uma ideia, eu nem ao menos tinha uma arma para sair por aí em missões, já que minhas adagas de platina haviam sumido misteriosamente – os filhos de Hermes que me aguardem. O ar fresco da manhã bate no meu rosto, me deixando mais irritadiça e sonolenta, já que o frescor da brisa que envolve a copa das árvores é confortável demais. Vou arrastadamente até a orla da floresta, me localizando facilmente pelo fato de aparecerem alguns campistas no mesmo ponto de encontro, todos meninos exceto a mim. — Fala sério? — resmungo de modo incrédulo. Quem foi o doente que me colocou no meio de vários brutamontes? Até o menor dos meninos tem mais sustância que a minha pessoa miudinha. Um tom de reconhecimento dirigido a mim me faz virar e localizar Chris, o filho de Hermes, meu primeiro amigo aqui no Acampamento Meio-Sangue. Antes de ficar feliz ao vê-lo, arregalo os olhos e tateio os meus bolsos, tentando dar falta de alguma coisa, porém não há nada para que ele possa roubar. Ele ri e eu forço para não expressar o quão à situação fora mesmo engraçada, franzindo os lábios para evitar que esses se estiquem num sorriso.

Subitamente o chão se abre em meus pés e nos dos outros campistas, e todos caímos num local que é muito mais do que uma simples cratera. É mais fundo. E quanto mais fundo desabamos, mais eles ficam alarmados, porém eu não. Quando se é filha de quem eu sou, é normal que nas circunstâncias até metade da queda você se dê conta do que se trata, pois é deste jeito que Hades pensa e toma como modos fáceis e rápidos para que cheguemos onde estamos agora. Cambaleio um pouco quando meus pés tocam o chão, porém os firmo em solo e pisco várias vezes para me recuperar de tal queda, enquanto todos ainda estão de borco no chão, tossindo etc. Minha face está a mais explícita expressão de reconhecimento em relação ao lugar – é o território de meu pai, o Mundo Inferior. Suspiro pesadamente quando visualizo uma mulher extremamente bonita, mas não do mesmo modo que a maioria dos garotos – que não controlam as glândulas salivares. Antes confortável por estar num território meu, agora eu me sentia uma invasora ao notar de quem se trata a mulher, quando ela nos saúda e ressalta o fato de haver apenas uma menina no meio dos rapazes. Perséfone. Chris está com uma face abestalhada demais, então preciso lhe dar uma cotovelada para que ele prestasse atenção no que a mulher dizia. Ele resmunga, olhando para baixo enquanto indico o canto dos lábios com o meu indicador — Limpa aqui, ó. Controla as glândulas salivares — falo num tom baixo enquanto tento prestar novamente atenção em Perséfone. Quando ela cita a tal floresta não agradável, cheia de perigos, me pergunto porque a própria deusa não vai atrás do que quer, porque né? É uma deusa, droga! Ela faz brotar armas de pétalas de rosas e eu não. Mas aí penso em o quanto papai tem um ato de superproteção em relação à esposa, e que deve ter sugerido que os semideuses fizessem o trabalho para ela. Me pergunto se o próprio teve a ideia de jerico de me chamar pra ir junto. Quando percebo uma espada de bronze celestial aos meus pés, empunho a mesma e me sinto rapidamente familiarizada à mesma por ser do tamanho certo para mim. Cutuco Chris com a parte plana de minha nova arma para que ele preste atenção, pois acho que sua ficha ainda não havia caído. Ele a testa e parece satisfeito.

Duas portas estavam ali para nossa escolha, e quando Chris as nota, ele se entoa para mim de modo sugestivo achar a porta do lado direito mais atraente do que a outra. Arqueio as sobrancelhas, notando que ele pode querer uma colega para executar a missão, então assinto — A porta da direita então. — assinalo com um sorrisinho perverso, girando o punhal da minha espada na mão, fazendo com que ela gire rapidamente numa linha esférica de brilho acobreado. Olho para a mulher perante seu trono e deixo meu olhar tão sombrio quanto o local que teremos de deixar para trás para ir em busca do misterioso objeto. — Vamos fazer o favor para a minha querida mamãe postiça.” — Seguimos para a porta da direita.


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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Perséfone em Dom 16 Jun - 16:04


Guardiões de Perséfone
Narração:

Os campistas que escolheram a porta esquerda foram levados direto para o acampamento novamente. Os da direta deram de cara com uma mata fechada, escura e cheia de trilhas mal desenhadas. O silêncio era cortado apenas pelo sons dos animais pequenos mais próximos, uma neblina crescente começava a diminuir mais a visibilidade do local. Andar solitário poderia ser um erro fatal, a união era um ponto crucial para a passagem na floresta. Quem iria guiar quem? Qual seria o dom mais valioso? Andar o mais rápido possível e atravessar a mata fechada, ou, andar cuidadosamente, porém com os olhos de quem enxerga melhor na escuridão? Façam suas escolhas.

Energia:
Filho de Hermes - 100%
Filha de Hades - 100%

Informações Adicionais:
Os que não postaram até agora estão automaticamente fora da missão.
Os campistas que ainda estão na missão tem até 24 horas para responder o comando ou estarão automaticamente fora dela.



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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Christofer Blanck Pálmer em Sex 21 Jun - 13:46


Mãe postiça? Arqueei uma das sobrancelhas de forma a deixar transparecer a sombra de duvida que se estampava em meus olhos. Eu quase poderia jurar ser capaz de sentir enquanto engrenagens se movimentavam em meu cérebro. Havia corrido um boato de que AJ fosse filha de Hades, isso mesmo, a garota era realmente prole do deus do submundo! O que remetia a dizer que Perséfone – a deusa filha de Deméter e esposa de Hades – fosse para ela uma espécie de madrasta. Já estava cruzando a soleira da porta quando me dei conta da entidade divina a qual eu havia avaliado criticamente com o olhar – E-Ela é... Sabe? P-per... – Gaguejei enquanto tentava formular as palavras, contudo a surpresa repentina dificultou ainda mais a fala. Bastou que tivéssemos cruzado o portal para que todo o ambiente mudasse. É verdade que a sala anterior tenha se mostrado um local obscuro, repleto de tochas e capaz de arrepiar, tudo isso não se diferia em tanto com o novo ambiente: uma mata fechada e escura. Estanquei os passos assim que me vi no local diferente, e até mesmo arrisquei olhar para trás em busca da porta, entrementes o ato não teve grande serventia já que não encontrei aquilo que buscava – E agora? – Indaguei ao voltar o rosto na direção de AJ. A garota se mostrou pensativa, ou melhor, ela ainda tinha aquele mesmo comportamento misterioso de dias atrás. Algumas coisas dificilmente mudam. Tentei pensar em algo que fosse ser útil naquela situação, qualquer método, uma ideia que fosse capaz de trazer proveito à situação. Eu posso andar rápido e sair dessa floresta antes de qualquer um, mas nesse escuro... É mais provável que termine me perdendo. E os pensamentos não paravam por aí, mesmo que eu não tivesse fama de ser um grande pensador.

- Você enxerga bem no escuro, certo? E eu conheço as trilhas, quer dizer, tenho um bom senso de direção. – Comecei a falar – Também sou rápido. – Acrescentei com um tom de convencimento legítimo – Podemos nos ajudar, ou seja, você vai à frente e eu vou ditando o caminho, mas precisamos ir próximos um do outro ou não vai funcionar. – Sugeri com um suspiro cansado, ainda me perguntando se seria realmente uma boa ideia. AJ parecia forte, determinada, paciente e tranquila, contudo não me agradava em nada à hipótese de deixar que ela corresse algum perigo ao seguir fronte a mim. Pensar nisso só serviu para deixar-me desconfortável e confuso, coisa a qual demonstrei enquanto mudava o peso do corpo de um pé para o outro com uma frequência fora do normal. A prole de Hermes não deveria se preocupar com a segurança alheia, mas sim com a sua própria; ao menos era isso que costumava ouvir dos rapazes mais velhos. A menor terminou por interromper minhas distrações – algo ao qual já deveria ter feito – e concordou com o plano, porém não sem proferir algumas palavras de reprimenda contra o modo duvidoso com o qual eu tinha lhe olhado. Garotas, pensei comigo mesmo enquanto apertava o punhal da espada de bronze que portava na mão direita – Esquerda. – Comuniquei quando começamos a dar os primeiros passos, justamente os que levavam a uma bifurcação aleatória entre as várias que deveriam existir. Eu me mantinha cauteloso e observador enquanto caminhava.

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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

Mensagem por Alessandra J. Killian em Sex 21 Jun - 14:47

death valley
we are alive here in death valley.
Chris parecia estar colocando finalmente seu cérebro para funcionar quando virou-se e tirou a deus Perséfone de vista. Eu também não havia contado para ele que era filha de Hades, ou seja, ele não sabia que a deusa da primavera e regente do submundo é minha madrasta (mamãe postiça). Só havia cmparecido uma vez à mesa dos meus companheiros de chalé, e uma vez lá, os boatos correm; de modo que ele poderia suspeitar. Enquanto ele gaguejava, abri a porta do lado direito e apertei o punhal da espada, assentindo quando terminei a frase para ele de modo lento, como se ele fosse uma criança — Perséfone. — Meu tom soou mais urgente em seguida. — É, isso aí, ela é minha madrasta. Vamos lá. — Quando atravessamos o portal, ele parecia criar ainda mais dificuldade para entoar sentenças que faziam sentido. Nos encontramos numa vasta mata com uma iluminação quase nula, entrementes eu consigui enxergar tão bem quanto enxergo a luz do dia, ao contrário de Chris. Ele possui outras habilidades que eu não possuo, só não sabia como iríamos explorá-las num local onde ele não enxerga. Ergui a lâmina da espada de bronze fronte ao rosto, emitindo uma leve luminosidade que capacitara Chris de me ver, porém não pareceria suficiente caso encontrássemos algo. Franzi o meu cenho e tentei pensar em algo, enquanto Chris olha para trás, enquanto nem me dei ao trabalho. Sabia que isso seria uma coisa vã. Analisei cada espaço do qual provínhamos disponível para começarmos a explorar, e tendo em vista, aquilo era realmente uma mata, muito diferente de uma floresta, onde as árvores são muito postas juntas umas das outras, em contar com os vantajosos troncos. Tínhamos um espaço razoável, porém a mata continua obtendo um espaço mais limitado para caminharmos. Semicerrei os meu olhos e suspirei pesadamente. Eu vislumbrava muito bem o que estava em volta, porém como eu iria conseguir me encontrar no caminho certo, se meu conhecimento sobre terrenos geográficos e minha noção perante a rosa-dos-ventos são tão limitados?

Apertei o punhal da espada quase andando para frente sem ter muito seno sobre a direção que estou tomando, quando Chris finalmente tomou a palavra que nenhum de nós havia tomado antes de um bom modo de pensamento, e quando virei-me para ele, o mesmo parecia estar fazendo força para enxergar a sua volta; porém ainda bem convencido da ideia de utilizarmos nossas habilidades de modo que ambos poderíamos tomar o benefício de ambos os lados. Ele confirmou a hipótese de eu estar enxergando e eu assinti em concordância, enquanto ele termina falando sobre seu senso de direção e sua rapidez, anulando a possibilidade de nos separarmos. Ele terminou com a sugestão de modo meio relutante, como se imaginasse se isso era realmente uma boa ideia; como se não fosse uma coisa sensata me deixar de navegadora. — Se você quiser ir na frente, eu não me importo, já que você deve enxergar bem melhor. — Alfinetei-o contra sua face duvidosa, tomando a dianteira enquanto ele entoa o sentido numa voz segura (esquerda), e então mantive a respiração ritmada, apertando mais os nós dos dedos em volta do punhal de minha espada de bronze, mantendo a lâmina no ar para que Chris não perdesse-me de vista, torcendo para que ele obtivesse também uma boa audição, para o caso de necessitar me seguir pelo som de meus pés. Um problema era a neblina, que estava ficando gradualmente mais densa, e isto estava me preocupando. Logo nem a minha visão poderia nos guiar, muito menos o conhecimento sobre trilhas de Chris, onde a neblina também o cobriria. — Cuidado com as raízes de árvores desavisadas, ok? Ainda não me deparei com nenhuma, mas levante um pouco mais os seus pés para se locomover, para não tropeçar em nenhuma. — Avisei o rapaz, dividindo o meu olhar entre detectar algo inconveniente no solo, e a nossa frente, desviando o caminho dos troncos das árvores. — Mantenha os ouvidos atentos para o caso de ouvir um ataque traseiro. O som de uma lâmina ou alguma arma de outro gênero que seja volumoso o suficiente para nos nocautear ou matar emite barulho quando atirado contra o ar até seu alvo, dependendo da força exercida sobre ela. — Instrui Chris da melhor forma possível, já que ele enxerga muito pouco. Baseada nas minhas experiências com facas durante um longo tempo manuseando-as, uma maneira que encontrei de detectar a presença de uma adaga voando em direção de seu alvo sem a utilização da visão é o som cortante que ele faz contra o ar antes do impacto com algo sólido, durante seu giro no próprio eixo. É um ligeiro som duplo, do punhal e da lâmina rodando no ar, no mesmo sentido. Espadas, porretes, machados ou chicotes tem um som bem mais perceptível. Aprendi tudo isso atirando facas com meu pai adotivo, quando ele me treinara para fazê-lo de olhos vendados no circo.


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Re: Missão - Guardião 27.07.2013

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