RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

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RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Roxy H. Chodder em Sab 4 Maio - 22:39

Nome? Roxy Elizabeth Hough Chodder.
Qual deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite.
Conte um pouco da sua história:
Eu nunca me achei normal, na verdade. Sempre fora uma criança sem amigos, sem família e praticamente sem casa. Eu morava com meu pai, Gabriel, em uma pequena cidade no interior do Kansas. Mas esta fora destruída por um tornado quando eu ainda era nova, e tive a chance de sobreviver. Infelizmente, boa parte das pessoas, inclusive meu pai, não. E eu não tinha mãe, esta havia me abandonado. Depois, o governo meu transferiu para uma cidade mais perto da capital, e fiquei morando em um colégio interno. Por pouco tempo, porque eu fui, hm, acidentalmente expulsa.

Para você ter uma noção, eu parecia um ímã para confusão naquele e em qualquer outro lugar. As cheerleaders pareciam querer verem-me morta, assim como todo o resto do colégio, menos um cara. Que eu conheci na quarta série, e desde então virou meu grande amigo. Seu nome era Chase, usava muletas e me ajudava a secretamente roubar algumas maquiagens na sala do grupo de teatro. Sempre fui apaixonada por beleza, moda, e muito vaidosa. Ás vezes, as pessoas achavam que eu era uma das garotas populares por sempre estar bonita e tal, mas eu na verdade nunca me encaixei em nenhum grupo.

Era a minha rotina. Eu não tinha com quem sair, não era convidada para festas, muito menos conversava com qualquer outra pessoa. Nem os professores, que me lecionavam, gostavam de mim. Eu me sentia excluída, mas já era costume. Até um dia, na sexta série, que eu quase morri. Explicando melhor, era uma manhã normal. Uma manhã normal é aquela manhã em que eu acordo com vontade de me matar por ter decidido estudar. Mas enfim, eu fui frequentar uma aula, normal, até que alguém derrubou a porta. Bem, foi um arrombamento, e eu tive sorte por não sentar na frente. Como não me encaixava com os nerds da frente ou com os descolados do fundão, então preferia ficar no meio na minha. Mas enfim, todos da sala se assustaram com uma criatura estranha, que mais tarde descobri que era uma Quimera.

Entre o grande desespero, Chase parecia ser o mais abalado. Ele olhava ao redor, e após me avistar, começou a gritar loucamente para eu correr atrás dele. Não precisava nem perguntar, eu queria desaparecer dali. A professora reuniu os alunos e depois todos eles saíram pela porta dos fundos, gritando. A criatura não parecia querer eles, ela me queria. Eu e Chase pulamos da janela e corremos o máximo que conseguíamos, pelos gramados, sem olhar para o prédio atrás de nós. Eu era lenta, claro, então foi meio difícil acompanhar Chase que agora não tinha mais muletas, nem calças. Ai meu Deus, ele era um bicho, com pernas peludas de bode. Em uma situação não-perigosa, eu desmaiaria, mas não tínhamos tempo. Um ônibus verde estava parado do outro lado da rua, preparado para sair. Ao meu redor, só enxergava casas pequenas e coloridas, algumas plantas, uma escola pegando fogo, e algo que parecia uma mistura de leão e cobra correndo atrás de mim. Ok, sem desespero, sem ataque de menina mimada. Gritei o nome de Chase quando tropecei em alguns raminhos na calçada, caindo com tudo no chão. De barriga para cima, o sol fora tapado e sombras me cobriam. Tremi quando me toquei que aquilo, seja lá o que era, estava em cima de mim, quatro patas de leão ao meu redor, escondendo-me e rosnando.

Gritei o mais alto que consegui, deixando a criatura um pouco deslocada, e senti duas mãos puxarem-me para fora dali pelos ombros. Ah, luz. Levantei sem me importar com nada e tirei um dos saltos que usava, jogando-o na cara do negócio e correndo sem um dos sapatos até o ônibus. Chase, ao meu lado, levou-me depois para a rodoviária, quando pegamos um ônibus para Long Island. E lá eu conheci minha verdadeira história.

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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Dom 12 Maio - 23:34





ROXY H. CHODDER, reclamada.



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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Vin Z. Korolenko em Dom 26 Maio - 0:50



Teste de Reclamação!


Nome: Vin Zarr Korolenko

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite

História:

Não sei se posso dizer que tive um passado meio comum perante outras garotas meio-sangue. Fui adotada com onze anos por um casal de ciganos na Espanha que me fizeram dançar em seu bar para poder chamar atenção de mais clientes, entre turistas e amantes da dança. Sabemos que haviam poucos ciganos na região espanhola da Europa, mas esse pouco se tornava mais de mil dentro daquele pequeno bar de esquina. E isso era bom, para os meus pais adotivos. Alguns dos homens que viam me assistir pagavam em mais de mil euros para ter uma chance de me levar pra cama. Sedentos por dinheiro, eles deixavam por um preço maior que quinhentas mil libras. Quase fui vendida por um milhão, só não deixaram porque senão eles iriam presos.

Bar foi ficando cada vez mais cheio a cada ano que passa e parecia que o meu valor moral já não me importava mais. Fui diagnosticada com esquizofrenia quando fiz catorze anos, e depois de uma semana, aconteceu. Enquanto eu dançava para os clientes, eu rodei em meio ao círculo que formaram com cadeiras mas, nesse meio tempo, um dos bêbados daquele bar passou a mão na minha bunda e logo despertei a segunda personalidade que estive contendo sem saber por muito tempo. Meus olhos de um lilás, foram para um violeta na forma mais rápida já vista. Franzi o meu cenho e logo interrompi minha dança. Minha mãe adotiva que logo viu o que aconteceu, parou a música e começou a me xingar em algo em espanhol que nem eu entendia. Naquele momento me virei para o rapaz que não parava de sorrir largo para a minha pessoa. Aquele sorriso de dentes amarelos e com um puto bafo de bebida que chegava a arder os olhos. Com um sorriso sádico nos lábios, agarrei um dos lenços que estava preso em meu quadril e o enrolei, deixando-o mais fino. Da forma mais sensual que pude, fui atrás do tal homem e enrolei o lenço em seu pescoço. Uma gargalhada escapou de seus lábios, mas a mesma fora interrompida quando comecei a enforcá-lo com uma força inexplicável. Dentro de alguns instantes, o mesmo morrera. Logo, voltei para o centro com os olhares assustados sobre mim.
Já deu pra mim. - comentei em bom som para que todos pudessem ouvir, e senti meu pai adotivo apontar uma na minha cabeça.
Você vai é calar a boca e continuar sua dança, criança. - ordenou ele.

Coitado.
Com outro sorriso sádico nos lábios, apenas me virei para enfim dar um chute no pulso do homem - obrigada, dança, por me dar flexibilidade nas pernas - e logo sua arma, não desbloqueada voar sobre o ar. Antes que ele cogitasse a ideia de levantar ambos os braços, fechei meu punho e dei-lhe um soco forte no nariz. Logo, o revólver caiu sobre os meus pés e o agarrei, já desbloqueando uma bala e a usei para matar meu pai adotivo e para matar minha mãe adotiva que vinha com uma faca de cozinha para cima de mim. Alguns homens e algumas mulheres correram de um lado para o outro, mas não dava para sair pelas portas, por algum motivo esquisito. Parece que alguma força maior desejou que eu me vingasse de tudo o que fizeram comigo, e aquela era a única chance. E então o banho de sangue simplesmente começara. Meu segundo eu quebrou cadeiras, usou as estacas das pernas de cadeiras de madeira para poder fincar a mesma em alguma parte do corpo alheio. Assim que terminado tudo aquilo, simplesmente desmaiei.

Dia seguinte acordei com um barulho de cadeira de rodas andando de um lado para o outro com um barulho de cascos batendo ao chão e um som de latas serem... Mordidas?
Ela não pode estar aqui mais. Ela tem que ir para o acampamento. Vimos o que ela conseguiu fazer com mais de sessenta pessoas em uma única noite. Será útil em um campo de batalha. - comentou a voz de um rapaz de no mínimo vinte e um anos.
Não sei se devemos levá-la agora. Não sabemos se ela é filha de algum Deus ou Deusa. - uma voz de alguém de meia idade rebateu.
Apenas me levantei daquela cama. Parecia um motel e eu estava apenas de calça e sutiã. Teriam me estuprado enquanto dormia? Sei lá, não fazia mais tanta diferença depois de ter meu ego afundado e minha moral rasgada. Com passos cautelosos, me dirigi à sala onde tinha aquela conversa e logo gritei quando vi que as pernas do cara eram iguais a de um bode. Cacei a primeira coisa que vi - um abajur - e apontei para aquela... Coisa.
Que merda que tá acontecendo aqui?! - indaguei, berrando, no intuito de exigir respostas.
Os dois me impediram de fazer algo quando começaram a explicar tudo. Quando eu acordei, eu tinha esquecido completamente do que acontecera no dia anterior graças ao ataque esquizofrênico que obtive e explicaram outras coisas que eu sinceramente não consegui entender NADA. O fato de meus pais terem me achado em um berço de ouro e mantas rosas com um travesseiro de coração, o fato de eu conseguir encantar homens de mais de trinta anos desde quando eu tinha apenas doze anos, o fato de eu ter conseguido manejar um chicote em um homem na noite anterior sem ao menos saber antes o que era um chicote a não ser aqueles pra servir de acessório sexual. Eles deduziram que eu fosse uma filha de Afrodite, mas não tinham uma ideia exata graças a minha violência, assim eu poderia ser uma filha de Ares. Logo, fui levada para o acampamento onde fui bem-vinda por uma ninfa com uma flor cor-de-rosa com um bilhete muito bem colocado e escrito delicadamente:
"Seja bem-vinda minha filha. Espero que você seduza ainda mais os meios-sangues daqui. Ao menos eles não a machucarão ou a ameaçarão. Com amor, mamãe Afrodite." - e um coração assinado no final.


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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Dom 26 Maio - 14:33





Vin Z. Korolenko, reclamada.


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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Convidad em Ter 28 Maio - 15:54

Não posso dizer que sou uma garota normal, porque eu sou meio doida e tímida. Eu morava com minha mãe Jade Gordefin, numa pequena cidade no interior de Lindern.Mas fora destruída por um tsunami que atingiu maior parte da cidade e quando isso aconteceu eu era bem pequena e não lembro de muitos detalhes, so lembro dos paramédicos levando minha mãe para dentro da ambulância, infelizmente minha mãe morreu e sou sobrevivi ,bom eu não tinha niguem para cuidar de mim porque meu pai tinha me abandonado quando minha mãe ainda estava gravida de mim, meus avos nem sabiam que eu existia e eu não conhecia ninguém da minha família a não ser minha mãe.
Depois disso tudo uma moça me achou na rua o nome dela era Emilly Cristen ela me botou em um colégio interno e como eu não sabia oque era colégio eu pensei que fosse minha casa e eu fazia tudo oque fazemos numa casa normal e teve hum dia que eu chamei a direitora de xuxa caga osso ela não gostou e me expulsou do colégio.
Eu no colegio parecia que todo lugar que tinha confusão eu estava não so no colegio mais em todo o lugar, as Charllotes pareciam que queriam me ver morta porque os garotos me achavam mais bonita,atraente, e elas odiavam que eles ficassem babando por mim, elas eram três irmães era a Criten Cavolliet, Corally Delafon e Jessica Marissa cada uma era de pais diferentes mastodas tinham o nome Charllota.
Minha rotina era ir para a sala,estudar,dormir,ler, e no final do dia brigar com as Charllotes,teve hum dia que teve hum baile de mascaras e vários garotos me chamaram para ir com eles so que o que eu queria ir ao baile era o Kenny Gorydon o menino mais gato do colégio,teve hum dia que ele me chamou para passear eeu achei o dia perfeito para chamar ele para irmos ao baile juntos e ele disse que sim.
No começo eu achei que ele estava mentindo para mim so para se mostra aos amigos e eu achei certo ele estava se aproveitando de mim , ai fui ate o quarto dele e falei:
-Porque você quis se aproveitar de mim?-eu falei bem seria pois não queria ficar la por mais de dois minutos. Então ele disse:
-Porque você e bonita e quero ter pedi mais uma chace. Eu sem mais nem menos sai do quarto e fui para o meu quarto, quando eu ainda estava no quarto dele eu vi que ele estava lagrimando eu comecei a rir, porque fazer um menino chorar e pedir uma chace e difícil ver isso. Quando todos do colégio souberam da noticia os meninos começaram a ficar em cima de mim eu gostava.
Na aula de historia ela queria que fossemos ao porão para descobrir novas descobertas,então nos fomos e vimos hum bicho muitos estranho todos começaram a gritar e entrar em desespero eu fiquei parada para ele não me atacar mas depois de três horas ali parados descobrimos que aquilo era um bicho chamado Gorfoden ele era muito raro então estudamos mias sobre ele. Entre os berros dos alunos o Willyam era o mais apavorado ele era o nerd da sala e nunca tinha visto um bicho tão estranho.Depois vimos que os professores e diretoes estavam preocupados tipo muito mesmo e quando vimos eles também ficamos bem preucupados.
A professora reuniu todos os alunos e fomos a sala ela disse que fui a pior aluna por que eu não fazia nada e so ficava do lado dos meninos e quando ela falou isso eu fiquei com vontade de desaparecer dali. Depois fomos transferidos para o colégio Kendyove porcausa do bicho o Gorfoden nos não sabíamos que o bicho era femia e estava gravida e espalhou vários ovs pela escola.Na escola nova eles pesquisaram sobre a vida de cada aluno e foi ai que descobri que a minha mãe tinha me adotado.E foi la que descobrir que eu soube de todo minha vida.
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Afrodite em Sex 31 Maio - 0:18

Roxxy Puckett, não foi reclamada. Primeiramente, fiquei muito confusa quanto ao seu teste e a sua forma de narrar. Há bastante erros de português que deixam seu texto horrível e, acima de tudo, sua narração contém erros. Sim, você tem criatividade. Precisa, porém, descrever mais os seus pontos e pressionar mais o seu português. Leia, releia, leia novamente, releia e, acima de tudo, busque sempre melhorar. Espero novamente ter de avaliar uma ficha sua e que possa dizer ''Ave, Roxxy Puckett, filha de Afrodite!''
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Mensagem por Callie McKlayn em Dom 2 Jun - 19:58

Teste de Reclamação!

Nome:Callie McKlayn.
De quem gostaria de ser filha? Afrodite.
Conte-nos um pouco de sua história:


Desde nascida, sempre fui muito elétrica. Nasci com olhos castanhos muito claros, pele bem branca, cabelos extremamente negros e lábios vermelhos como cerejas; por isso eu era chamada de branca de neve. Logo que entrei na escola, já era muito enturmada com todos, mesmo sendo tímida ao extremo do possível, um pouco alta e levemente desajeitada com as coisas. Todos adoravam falar comigo, pois sentiam-se "populares", já que de certo modo, eu conhecia todos e era muito bem enturmada com os alunos da escola.
Aos 12 anos, antes de me renegar, minha tia Margareth Runeway me deu um colar azul marinho em forma de esmeralda, que ela dizia ser mágico e que iria me proteger de todo e qualquer mal ou perigo enquanto eu estivesse usando-o, por isso eu nunca poderia tirá-lo de meu pescoço. Antes de ir para o internato, perguntei a ela se aquele colar tinha um nome, antigo dono ou algo parecido, mas as únicas coisas que ela me disse fora "Este colar se chama Escudo dos Céus, cuide bem dele, pois é único e pertenceu a sua mãe. Mesmo que você nunca a tenha conhecido, cuide deste amuleto como se fosse o coração dela"; fiquei em situação de choque pensativo, agradeci e entrei no táxi que me levaria ao meu novo lar.
Crescendo, meu corpo ficava cada vez mais bem distribuído e bem feito, seios salientes e curvas de dar inveja. Pulei várias séries por ler muito e aprender fácil, isso dava raiva às outras meninas que me invejavam e desejavam ser como eu. Eu tinha amigas de verdade, mas apenas 1 era minha confidente, Andrew Le MacLian, andávamos juntas o tempo todo e contávamos tudo uma para a outra.
A amizade entre mim e Andy começou depois da morte de meu querido pai Kendall Snapdragon, o que me fez ter que ir morar com Margareth, minha tia malvada que me maltratava e me renegou, assim fui mandada para morar em um internato chamado Sun Eight High School, onde Andrew já vivia á 1 ano. Lá crescemos juntas e inseparáveis, até que chegou o dia do 16º aniversário de Andy, quando fugimos do colégio, pulando o muro do mesmo. Fomos com alguns amigos da Andrew para a casa de um tal de Gil, aonde passamos algumas horas. Na calada da noite, nós nos arrumamos como nunca, com vestidos extremamente lindos – confeccionados por nós mesmos – e acessórios bem brilhantes. Durante a festa, nos divertimos muito, conhecemos muitas pessoas e carinhas legais, mas bebemos muito sem perceber e acabamos nos embebedando e desmaiando no meio dos jovens dançantes.
Quando acordamos, estávamos em uma enfermaria em cima de camas feitas de couro sintético junto a outros lindos jovens feridos. Minha cabeça doía e eu não conseguia me lembrar o que tinha acontecido, ou como chegamos ali. Nos levantamos e fomos à busca de informações, logo descobrimos que aquele lugar cheio de árvores, rios e cabanas rústicas se chamava Camp Half Blood, ou Acampamento Meio-Sangue; descobrimos também que éramos filhas bastardas de Afrodite, desde então, nós adquirimos nossas cabanas – juntas é claro –, começamos a treinar nossas habilidades de luta e ao mesmo tempo, começamos a nossa procura por garotos que nos amem de verdade e estejam dispostos á uma vida a dois. Vivo muito feliz agora, melhor do que antes quando fui rejeitada por minha tia e parti para morar no internato.
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Afrodite em Ter 4 Jun - 10:42

CALLIE MCKLAYN, reclamada.
Cuidado com os erros de escrita.
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Lianna Maryl Linspector em Qui 6 Jun - 19:18


Nome: Lianna Maryl Linspector
De quem gostaria de ser filha? Afrodite.
Conte-nos um pouco de sua história:

A mais bela das garotas. Lianna encanta a todos com seus loiros cabelos, a pele perfeita e os belos olhos. Tem uma irmã, Sydney, que herdou de seus mesmos suaves traços. As garotas não se dão bem entre si, havendo sempre um pequeno atrito no momento em que se encontram. É obvio que uma se acha mais bela do que a outra, repudiando o fato de ter sócia sua andando por aí, correndo o risco de estragar sua reputação. Lianna é a mais mimada, embora seja simpática e pouco crítica. Seus pais, uma renomada estilista e um modelo, sempre fizeram questão de bancar todo e qualquer acessório fashion que passe pelos olhos de suas filhas. Sempre viveu uma vida tranquila, repleta de conforto e luxo. Mas havia um segredo: Sydney e Lianna tinham sérios problemas no aprendizado escolar, mostrando déficit de atenção e dificuldade para ler. Seus pais não deram muita atenção ao problema, pagavam a escola para que suas filhas passassem de ano e nada diziam para reverter à situação. Por que alguma coisa haveria de ser diferente? A vida estava ótima daquele jeito, tendo duas belíssimas filhas que usava para causar inveja aos colegas. Lianna e Sydney tinham suas diferenças, mas confiavam todos os seus segredos a Anthony – um rapaz baixo e cheio de espinhas, manco de uma perna. Todos se perguntavam o porquê do amor dado pelas garotas, mas nem mesmo elas saberiam explicar. Certo dia, enquanto Lianna trocava confidências com Anthony, uma mulher horrível apareceu pulando de paraquedas. Olhando melhor, eram asas que substituíam o paraquedas, e sua escassez de beleza não poderia ser posta em palavras. Lianna ficou assustada, correu e Anthony correu ao seu lado em uma velocidade impressionante. Ele balia. Como um garoto pode balir? Ou melhor, como um manco pode correr assim tão rápido? Olhou outra vez e quase desmaiou com a visão das pernas peludas de seu amigo. No caminham encontraram uma Sydney irritadiça que reclamava de ter sido atormentada por uma grande ave. Anthony insistiu que elas fossem para casa e lá lhes contou tudo, uma inacreditável história sobre deuses antigos e monstros mitológicos. Era de se esperar que ambas as garotas soubessem algo a respeito do assunto, pois ele vinha sendo ensinado na escola, mas só Lianna mostrou um olhar de reconhecimento e mesmo esse pareceu tremendamente vago. Então Anthony falou sobre um lugar chamado de Acampamento Meio-Sangue, responsável por abrigar pessoas como elas. A discussão durou dias, acometendo a todos com fadiga até que se entrasse em um acordo onde ambas as gêmeas passariam o verão, mas só o verão, nesse estranho Acampamento.

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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Afrodite em Sex 7 Jun - 13:42

AVE Lianna Linspector, filha de Afrodite!
Reclamada.
PS: história pequena, poderia ser melhor.
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Ariana Grima em Dom 9 Jun - 17:17


Nome:Ariana Grima

De quem gostaria de ser filha? Afrodite

Conte-nos um pouco de sua história:

Nasci em 06 de Outubro de 1996,na cidade de Nova York,um lugar lindo,para uma princesa como eu nascer,pelo menos é o que o meu pai disse,ele se chama Cristian Martinez ,um famoso empresario do ramo das celebridades,conheceu a minha mãe em uma das festas da alta sociedade,ele sempre me disse que se apaixonou por ela e pela beleza dela desde o primeiro momento que a conheceu,então desde aquele dia eles se encontraram e o amor deles se tornou completo com a minha chegada,ele sonhava que teria aquela perfeita mulher para sempre,mas infelizmente quando eu só tinha uma semana de vida,no meio da noite ela fugiu da mansão onde morávamos,mas antes ela escreveu uma carta para o meu pai,na qual ela contava toda a verdade sobre a origem dela e o motivo por qual ela teve que ir embora,meu pai desolado,sabia que não conseguiria me criar sozinho,então ele me abandonou com uma carta na frente de um orfanato numa noite chuvosa,a partir dali eu passei alguns meses até uma família que tinha bastante dinheiro,então fui adotada por eles, até mudaram o meu sobrenome de Martinez para Grima,fui criada como uma legítima garota milionária,com tudo que eu tenho direito,roupas chiques,sempre o melhor do melhor era escolhido para mim, empregadas,sapatos inéditos,desde pequena sempre fui incentivada por minha mãe adotiva , Adriana, a participar de concursos de beleza e eu sempre ganhava todos,desde miss bebezinha até miss adolescente,fui a maior vencedora desses concursos,quando me viam competindo,sabiam que era melhor lutar pelo segundo lugar pois o primeiro,era sempre o meu posto,fiz coleção de coroas e faixas,o que decorou o meu quarto perfeito.

No colégio sempre fui a popular,famosa,eleita rainha da escola,várias vezes seguidas,uma miss perfeição,um sonho para impopulares,uma vida totalmente perfeita,sem vulnerabilidades , errado,eu tenho dislexia e TDAH,isto é como se já não bastasse ver as palavras em grego,isto mesmo,eu vejo as palavras em GREGO,não seria bem melhor se fosse em francês , pelo menos ia ficar mais romântico,ainda sou hiperativa ao extremo,o que me faz nunca ficar parada,mas quando achava que a minha vida era imperfeita,ainda descubro que sou adotada,depois de muita insistência,mas não é tão difícil quando se tem uma carinha perfeita como a minha, achei que a minha vida estava totalmente normal,quando no baile do colégio,fui chamada para ser a rainha,como eu sempre soube,mas na hora de receber a coroa,que era muito perfeita por sinal,o senhor Thompson,o diretor chato, ridículo,tedioso,que eu tenho que aguentar,ele virou um monstro,como se já não bastasse ser feio agora virou ainda mais horrível,uma completa aberração,o que era aquilo,uma visão ridícula para mim,ele havia virado uma harpia,logo corri com o meu salto,e me esforçando para que ele não rasgasse o meu vestido caríssimo,depois de longos minutos,eu entrei num lugar,que depois que eu vi que era o acampamento meio sangue,onde eu vi todas as pessoas com armaduras,e com uniformes,deve ser um acampamento de férias,entrei e dei de cara com um centauro,isso mesmo,será que isso é uma fantasia,pois parece muito real,ele se apresentou como Quíron,deve ser o diretor do acampamento,perguntei se eu podia ficar ai ele respondeu que eu poderia,mas que eu ficaria no chalé dos indefinidos,que era o 11,não deveria ser tão mal,quando eu pergunto sobre de quem era aquele chalé,me responderam que era de Hermes,era uma zona total,espero que eu não seja filha dele,pois aguentar aquele chalé era realmente horrível,mais tarde fui a fogueira e comecei a fazer a seguinte prece:

''Mãe ou pai olimpiano,bem desde que eu entrei aqui eu não sabia muito da existência de semideuses,mas isso não quer dizer que nunca quis saber quem é o meu pai ou mãe,espero que seja Afrodite,pelo que me contaram aqui no acampamento ela é deusa da beleza e do amor,que eu concerteza puxei a beleza até demais,o amor,que eu sempre achei algo fofo,maravilhoso,complexo,surreal,e muitas outras palavras,o que eu peço é muito simples,apenas me reclame como a sua filha,se esse for o meu destino,eu peço do fundo da minha alma,sei que você está bem longe,mas eu espero que atenda o meu pedido,que veio daqui do fundo do meu coração.''
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Afrodite em Dom 9 Jun - 21:48

Não-reclamada, ficha ruim.
Tem bastante conteúdo, mas o texto não foi bem separado.
Cuidado, as vírgulas devem ser separadas das palavras que vem a seguir... assim como eu fiz.
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Ariana Grima em Seg 10 Jun - 15:35

Nome:Ariana Grima

De quem gostaria de ser filha? Afrodite

Conte-nos um pouco de sua história:

Nasci em 06 de Outubro de 1996 , na cidade de Nova York,um lugar lindo , para uma princesa como eu nascer , pelo menos é o que o meu pai disse , ele se chama Cristian Martinez , um famoso empresario do ramo das celebridades , conheceu a minha mãe em uma das festas da alta sociedade , ele sempre me disse que se apaixonou por ela e pela beleza dela desde o primeiro momento que a conheceu , então desde aquele dia eles se encontraram e o amor deles se tornou completo com a minha chegada , ele todos os dias sonhava que teria aquela perfeita mulher para a eternidade , todavia infelizmente quando eu só tinha uma semana de vida algo horrível aconteceu.

No meio da noite ela fugiu da mansão onde morávamos, mas antes ela escreveu uma carta para o meu pai , na qual ela revelava toda a verdade sobre a origem dela e o motivo por qual ela teve que nós abandonar , meu pai desolado , sabia que não conseguiria me criar sozinho , então ele me abandonou com uma carta na frente de um orfanato numa noite chuvosa .

A partir dali eu passei alguns meses até uma família que tinha bastante dinheiro , então fui adotada por eles , até mudaram o meu sobrenome de Martinez para Grima , eu fui criada como uma legítima garota milionária , com tudo que eu tenho direito , roupas chiques , sempre o melhor do melhor era escolhido para mim , empregadas , sapatos inéditos , desde pequena sempre fui incentivada por minha mãe adotiva , Adriana , a participar de concursos de beleza e eu sempre ganhava todos , desde miss bebezinha até miss adolescente , fui a maior vencedora desses concursos , quando me viam competindo , sabiam que era melhor lutar pelo segundo lugar pois o primeiro , era sempre o meu posto , fiz coleção de coroas e faixas , o que decorou ainda mais as estantes do meu quarto perfeito ( que por sinal era rosa com muita purpurina ) .

No colégio sempre fui a popular , famosa , eleita rainha da escola , várias vezes seguidas , uma miss perfeição , um sonho para impopulares , uma vida totalmente perfeita , sem vulnerabilidades , essa ideia estava totalmente errada , minha maior vulnerabilidade é a
dislexia e TDAH , e por causa desse ''problema'' eu enxergo tudo em grego , isto mesmo , eu vejo as palavras em GREGO , já contei várias vezes isso mas as pessoas não acreditavam em mim , estão a ponto de me botar no hospício , isso está fora de cogitação , tipo se eu tenho esse problema horrível , eu poderia enxergar em francês , pois ai ia ficar um milhão de vezes mais romântico .

Além disso eu também sou mega hiperativa , não consigo ficar nem dois minutos quietas , achavam que tudo isso era o fato da minhas barrinhas de cereal terem chocolate , mas não isso é tudo culpa da genética super estranha que eu possuo , já deu para observar que a minha vida não é nenhum conto de fadas , porém tudo isso tinha um motivo , eu sou uma semideusa , isso logo depois de descobrir que eu sou adotada , graças a minha carinha perfeita , persuadi meus pais adotivos para revelarem tudo , além disso também obriguei a eles falarem sobre o que o meu pai biológico sabia da minha mãe , talvez por isso que eu sabia mais disso , como eu me tornei semideusa , isso foi o fato mais maluco que já aconteceu na minha vida inteira , eu estava em um baile normal do colégio , usando um vestido longo rosa (super caro ) , toda super produzida como uma rainha , o diretor Thompson me chamou para receber a coroa de rainha do baile , eu fui ovacionada com vários aplausos , tudo perfeito , até demais , quando menos espero o mesmo se transforma em uma harpia , ele ficou um milhão de vezes mais feio , diante a aquela confusão , fiz a coisa mais lógica a fazer , correr , corri muito rápido para procurar abrigo , depois de longos minutos , achei um lugar que provavelmente deve ser um acampamento , com pessoas vestidas como heróis de uma guerra medieval , o que é aquilo , uma extensão dos rpg's que os nerds jogavam , ai como sempre tende a ficar mais estranho quando se trata da minha vida , um centauro que se chamava Quíron , que deve ser o diretor daquela loucura , ouviu as minhas súplicas , ele me deixou ficar no chalé 11 , dos indefinidos que também eram os lugares dos filhos de Hermes , foi horrível , roubaram toda a minha maquiagem , minha coroa , nem deu tempo para me maquiar , felizmente a hora da fogueira se aproximou e então comecei a rezar com toda a fé do mundo , para a Afrodite , a deusa do amor e da beleza :


''Mãe ou pai olimpiano , bem desde que eu entrei aqui eu não sabia muito da existência de semideuses , mas isso não quer dizer que nunca quis saber quem é o meu pai ou mãe , espero que seja Afrodite , pelo que me contaram aqui no acampamento ela é deusa da beleza e do amor , que eu com certeza puxei a beleza até demais , o amor , que eu sempre achei algo fofo , maravilhoso , complexo , surreal e muitas outras palavras , o que eu peço é muito simples apenas me reclame como a sua filha , se esse for o meu destino , eu peço do fundo da minha alma , sei que você está bem longe , mas eu espero que atenda o meu pedido, que veio daqui do fundo do meu coração.''
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Afrodite em Ter 11 Jun - 16:52

Novamente você foi reprovada.
Você não melhorou, ainda está errando. Observe como eu uso as vírgulas. Observe, também, fichas já aprovadas e tente usar a pontuação como foi usada nas outras.
O faça novamente e faça, espero que volte!
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Sophie D. Taullier em Qua 19 Jun - 22:48

Nome? Sophie DiNozzo Taullier

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Afrodite

Conte um pouco de sua história. 

Deixe-me contar o que aconteceu comigo. Desde que me entendo por gente, moro no apartamento de meu pai, que é casado com uma vadia chamada Margareth Reid, que tem um filho demoniado chamado Kurt. Ele casou com essa coisa dois anos depois de eu ter nascido, e ela me "acolheu" em seu ninho com o Cuco (não sei se sabe, mas o cuco empurra os outros filhotes do ninho) do Kurt, três anos mais velho. Claro, minha vida virou um inferno desde então. Meu pai dava atenção a Margareth e eu ficava com Kurt, que me obrigava quase sempre a fazer coisas como arrumar os brinquedos dele e (ew) beijar seus pés. Sempre tive medo dele, mais até do que das coisas esquisitas que sempre me perseguiram e eventualmente machucaram, e fazíamos sem reclamar. Se comentássemos com o papai, Kurt desmentiria e Marge defenderia ele, fazendo meu pai xingar-me, não a ele, então isso era inútil. E tudo era culpa minha. Até as coisas normais, como deixar a toalha molhada (Kurt) na cama (no quarto do Kurt) ou o leite fora da geladeira, ou coisas estranhas, como deixar uma coisa grandona que nós não sabemos até hoje o que é derrubar Margareth no chão. Minha vida até os quinze anos foi assim, Kurt abusando de mim, Margareth me xingando, meu pai não fazendo nada e seres esquisitos me perseguindo. O cúmulo foi quando Kurt me forçou a ser a putinha particular dele, e fomos ao parque para ele se encontrar com os amigos. Eles estavam lá, passando a mão em mim enquanto eu não podia fazer nada, quando do nada, apareceu uma moça linda, vestida belamente, que olhava com raiva para os garotos, que sequer pararam o que estavam fazendo, até ela dizer:
- Parem com isso, garotos. Agora.
Eles começaram a rir, e a raiva pareceu aumentar nos olhos da moça, que cerrou os punhos e disse, entredentes:
- Vocês tem três segundos. Um, dois... Três. - Subitamente, a risada dos garotos cessou, dando lugar a uma tosse frenética e em seguida a um desmaio.
Eu não tinha certeza se agradecia ou corria de medo, mas optei pela primeira opção. Me aproximei cautelosamente e algo fez com que eu me abaixasse levemente, como uma reverência mínima, e dissesse:
- Muito obrigada, senhora.
Ela riu um pouco e disse, com um quê de impaciência na voz:
- Então é assim que aquele acéfalo que você chama de pai cuida de você? Deixando um garoto simplesmente abusar de você e uma mortal que nem é tão bonita assim cegar-lhe os olhos?! Mas ah, ele vai ouvir enquanto você arruma as malas, se vai.
Em seguida, começou a sutilmente me guiar em direção a nossa cada (que ficava à pouco dali). Estava chocada demais para dizer algo. Quem era essa mulher mais que sensacional que me havia tirado das mãos do vadio do meu meio-irmão e possivelmente da mala da mãe dele? E quem era ela, para simplesmente chegar e dizer "Faça as malas que eu vou dar um sermão no seu pai"? Amei!
Logo chegamos em casa, e eu ainda não tinha aberto a boca. A moça também não falou nada, e demostrava apenas confiança e animação. Abrimos a porta e logo o circo estava armado.
Meu pai estava lendo o jornal na sala e olhou para nós, quando simplesmente travou. Travou, como se estivesse olhando pra algo completamente inacreditável. E, pelo visto era mesmo.
- VOCÊ!- Ele gritou, apontando para ela.
- Linda, sexy e deusa como sempre.- Ela disse, dando de ombros. Ela disse deusa?
- Como você pôde? Simplesmente me deixar sozinho para criar essa criança? Não sei o que seria de mim sem Margareth e Kurt para me ajudarem a cuidar dela!
- Margareth? Aquela mortal que sempre te virou contra sua própria filha e sempre pegou o dinheiro que era para Sophie e gastou consigo mesma? Kurt, o maldito que nesse momento estava abusando da sua filha com os amigos e vem fazendo isso desde que ela se entende por gente? Pára com isso, você nunca cuidou dela.
Meu pai estava chocado, mas eu, rápida (como o vento o/) recuperei a fala:
- Isso é verdade, mas como a senhora sabe? - Perguntei, enquanto encarava meu pai acusadoramente.
- Oh, não, senhora não, por favor. Me chame de mãe, mamãe, mommy, até mãezona, mas não de senhora. E, me apresentando, já que obviamente o quadrúpede ali não lhes contou nada. Eu sou Afrodite, a deusa do amor, da beleza e de tudo o mais. Ah, e é, a sua mãe.
Tá, aí minha mente meio que desligou. Minha mãe. Deusa. MINHA MÃE, UMA DEUSA. Impossible! Só me lembro de borrões, Margareth chegando, gritando, meu pai gritando com ela e com alguém que era minha mãe e possivelmente uma deusa, Marge gritando mais ainda, eu indo arrumar as malas e pegando tudo que era meu (pelo menos as roupas que eu tinha eram bonitinhas), indo para a sala, Kurt chegando, meu pai brigando com ele muito e Afrodite se despedindo e arrastando-me para a rua. Entramos num beco e ela falou umas coisas estranhas, jogando uma moedona de ouro (eu acho) no chão. Surgiu um taxi esquisitamente cinza e ela pareceu dar umas informação à motorista (ou às .-.). Me empurrou para dentro do carro e disse algo como "Adeus, filhinha, você terá qualquer informação quando chegar! Beijos e Mordidas!". 
E agora cá estou eu num carro dirigido por velhas loucas com um olho só, para um tal de Acampamento Meio-Sangue. Talvez fique tudo mais normal por lá, né, sei lá.
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

Mensagem por Afrodite em Qui 20 Jun - 17:46

Bem vinda.
Reclamada!
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Re: RECLAMAÇÃO DE AFRODITE - 27/07/2013

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