Reclamação 3 Grandes - 27/07/2013

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Reclamação 3 Grandes - 27/07/2013

Mensagem por Samwell Bancroft Dale em Dom 26 Maio - 22:26


Nome: Samwell Brancroft Dale
De qual deus deseja ser filho: Hades
Por que a escolha do deus: Me identifico

- Tem certeza do que está dizendo, Willian? – Apertei as mãos que estavam em torno do colarinho da camiseta alheia. Estava escuro, o suficiente para que qualquer mortal tivesse dificuldade em enxergar, mas eu conseguia ver muito mais do que gostaria. Também sentia muito bem os cheiros, desde animal molhado até medo. Franzi o nariz. Willian e eu éramos amigos, quer dizer, sempre nos relacionamos muito bem durante todo o período escolar, mas ele perdeu minha confiança por ter guardado seu segredo por tanto tempo. Está curioso, não é? Vou te contar, porque sei como é chato quando alguém fica lhe omitindo segredos, então lá vai! Willian é um bode. Não um bode por inteiro, mas trota invés de correr e tem um traseiro felpudo. Enfim, ele é um híbrido esquisito – Está vendo essa espada aqui? – Gesticulei com o queixo o aço frio em minha cintura – Parece afiada, Willian? Vou te cortar em pedaços se estiver mentindo para mim. – Disse com um olhar ameaçador ao soltar o homem-bode que caiu no chão áspero com um balido. O cenário ao meu redor não era nada familiar. Enxergava muito bem, é verdade, porém não o suficiente para ver muito mais do que a pedra batida nas paredes e a superfície semelhante abaixo de meus pés. Era um lugar com cheiro de morte. Willian havia me dito suas suspeitas a respeito de quem seria meu progenitor: Você é filho de Hades, o deus dos mortos, em suma. Fico arrepiado só de estar perto de você, garoto. . Foi uma pena que eu tenha frustrado seus planos de me levar para o Acampamento Meio-Sangue; lugar para pessoas como eu, quer dizer, filhos de um deus e estranhos. Forcei-o a me dizer como chegar ao submundo e Willian acabou contando sobre uma passagem subterrânea, só que ela nunca era usada justamente por se encontrar em meio ao labirinto de um cara chamado Dédalo. Contou-me tantas coisas, histórias das mais variadas, que eu não tinha tanta fé, mas o que havia para perder? Sem pai, mãe ou irmãos; um órfão. Aceitaria qualquer desculpa para me ver livre de Abigail, ou melhor, daria uma mão para ver sua cara quando descobrisse que eu já não estava mais em minha cama.

O homem-bode ia à frente, mesmo sendo eu o com melhor visão. Afundei as mãos em ambos meus bolsos da calça e me mantive em silêncio, este hábito parecia deixar Willian irritado. A verdade é que eu era um implicante nato, além de chantageador e irônico, sem contar a tendência ao sadomasoquismo. Não sei se seria bom citar todas as coisas; melhor não. Os corredores não se diferenciavam muito um dos outros, todos viam encher minhas narinas com a mesma corrente de ar frio e com um retoque de morte. Levava uma espada curta agarrada a fivela do cinto, tinha encontrado-a no início do túnel e pareceu um gesto de bom senso tê-la ao alcance de minha mão. Willian é que não gostou muito da ideia, mas não sei por que. Seguimos andando por tempo suficiente para que os lamentos viessem acometer meus ouvidos, sempre o mesmo resmungo a respeito de como ele deveria ter escolhido permanecer cuidando do campo de morangos invés de ter optado por ser buscador. A conversa não possuía sentido algum para mim, pois o máximo que me tinham ensinado era o nome daqueles tais deuses – Gosta da sua língua? Então é bom que a mantenha na boca. – Resmunguei após ter perdido a paciência, mas tudo foi dito em um tom de ironia. Um comentário: A cara de Willian estava hilária. Estanquei os passos só muito depois da última vez que minha voz soou. Havia alguma coisa ao longe, podia sentir tanto seu cheiro quanto distinguir a silhueta diminuta. Levei a mão até a espada, livrando-a da única amarra. É obvio que o estúpido homem-bode continuou andando, provavelmente tão surdo que não deu falta do ecoar de meus passos. Eu não tinha problemas auditivos, afinal escutei claramente o balido que veio antecipado por um rugir de fera. Quase me debrucei em lágrimas de riso, mas a situação merecia minha cautela.

Pequena silhueta? Aquela coisa ficava cada vez maior a cada passo, fosse meu ou dela. Apertei a empunhadura da espada com mais força, meus dedos começando a entrar no torpor da inanidade à medida que eu aumentava a pressão. Não podia ter medo. Recuei silenciosamente para as sombras que vinham sendo projetadas por todo o extenso corredor, ali me sentia mais forte, quase como se a escuridão me acolhesse de braços abertos. A criatura já estava muitos metros acima de minha cabeça quando tive um relance detalhado de sua face. Era um grande leão, o bastante para eu ter que erguer o queixo em busca de sua silhueta, e seu pelo rebrilhava até mesmo no escuro; como o aço de minha espada. Sabe quando você escuta uma voz sussurrar no seu ouvido e pensa que é algo, como, por exemplo, uma consciência própria? Essa foi à primeira coisa na qual pensei quando me sopraram ao ouvido o seguinte nome: Leão de Neméia. Olhei para o lado e lá estava Willian, tão silencioso quanto eu, mas o cheiro de sal e ferro impregnava a parte esquerda de seu corpo – Ficou maluco? Ele vai sentir seu cheiro, idiota. Sai de perto de mim! – Murmurei com urgência, empurrando-o com o a mão livre. Atitude covarde? Talvez, eu gostava de ver como um ato de bom senso. Acabou não adiantando de nada, a fera captou o odor no ar. Abandonei o canto de parede quase que imediatamente, brandindo a espada fronte ao rosto e forçando os passos em direção ao fim do corredor. Havia uma porta ali? Tive que forçar os olhos para enxergar o pequeno espaço, como um túnel. Conseguia ouvir o balir de Willian, ele cheirava mais a morte do que a sangue fresco. O que estava ao meu alcance? Nada, era correr ou morrer. E optei por correr, empreendendo mais força em minhas pernas, contudo o fôlego ia esvaecendo-se rapidamente. Já estava na metade do trajeto quando o chão ribombou abaixo de meus pés. Arrisquei olhar para trás, mas me arrependi imediatamente ao ver a boca escancarada que me dava visão ao grande número de presas afiadas.

Não demorou até que uma pata surgisse ao meu lado, deixando de me acertar por muito pouco. Tentei desferir um golpe com a proximidade, descendo a espada em arco antes que a pata fugisse de meu alcance. O golpe deve ter deixado o grande leão ainda mais irritado. Continuei correndo, é obvio, mas fui ultrapassado com facilitado já que a passada alheia era muito mais larga. O que fazer? Recuei para trás, deixando-me ficar até que o leão que deu a volta. Ele parecia um touro bêbado. É isso! Afastei o corpo para a lateral do corredor, indo de encontro às sombras – onde me sentia forte. Não tive que esperar muito para ter a belíssima visão das presas afiadas se estendendo em minha direção, mas bastou isso para que conseguisse saltar por sobre sua cabeça quando esta se inclinou. O pelo era realmente como aço, tão espesso que meus dedos eram incapazes de buscar apoio pela região em que sentei; nada de incômodo já que pretendia passar um tempo mínimo naquela posição. A fera começou a se balançar de um lado para o outro, a cabeça indo e vindo em busca de tentar derrubar-me, porém mantive um aperto firme com as pernas – Um pedaço de carne. Olha só! – E eu não estava mentindo já que a carcaça de Willian jazia ao chão. Era engraçado como não sentia remorso algum. Quem é que tem tempo de se lamentar pela vida alheia quando a sua própria está em risco? Eu não. Apertei a espada com força, tentando primeiro desatar golpes por sobre o lombo do leão, contudo descobri logo que isso não me ajudaria em nada. Um ponto fraco... Olhos. Não me lembrava de ter visto nenhuma camada de aço em torno de seus olhos. Aguardei com paciência, esperando o momento em que pudesse ficar de pé, e assim o fiz no momento adequado para pisotear o grande focinho à medida que movia meus pés com rapidez. O corpo começou a se balançar mais ainda, forçando a derrubada. Aproveitei-me de um impulso para frente, graças ao leão inquieto, e lhe espetei um dos olhos com a lâmina afiada. Seu rugido foi tão alto que precisei tapar os ouvidos, perdendo o equilíbrio e caindo no chão. A dor atingiu de imediato, talvez não tão intensa quanto à do leão, mas forte o suficiente para que soltasse um gemido. Era uma vez Samwell que tinha um braço esquerdo utilizável. Não fiquei esperando ser pisoteado pela criatura que gania repetidamente; fazendo poeira chover do teto. Corri em disparada para o túnel, jogando-me dentro do mesmo em tempo de escutar o trote atrás de mim – Lamento, mas tudo o que vai comer hoje é um bode velho! – Gritei, a voz ecoando nas paredes de pedra que vinham ficando cada vez mais instáveis à medida que o ganir era entoado em outros tons.

Até que Willian me fazia falta. Rastejando no escuro, o único som provinha de meus próprios lamentos, assim como também do roçar de roupa contra terra seca. O túnel cheirava a nada mais do que a própria natureza em si, essas coisas nas quais eu nunca havia sido muito interessado. Provavelmente nunca me interessaria graças a estar sendo obrigado a rastejar feito um verme, ou melhor, a seguir todo o trajeto com um braço que latejava. Nunca tinha ficado tão feliz em ver sinais de que o túnel ia ganhando espessura. A pedra habitual logo voltou a cobrir o chão abaixo de meus pés, mas algo me dizia para tomar cuidado. De pé, passei as mãos pela roupa, uma tentativa inútil de prolongar a longevidade de meu vestuário. Tinha ido parar em uma espécie de quarto, ou não. Sombras se projetavam na parede graças às três velas acessas sobre uma pequena mesa ao lado de uma cama recoberta por palha. O lugar cheirava tão bem quanto Willian antes da morte. Franzi o cenho, apertando a espada que havia me sendo de muita utilidade. A única porta era uma na lateral esquerda, onde estava emoldurada por um par de grades – Por que alguém faria uma porta com buracos? – Resmunguei avaliando o grande espaçamento feito entre as grades. Grande o suficiente para um homem e... Uma criatura. Não podia negar a hipótese de haver muitos outros monstros naquele labirinto. Rapidamente cruzei o portal, seguindo caminho por um corredor mais estreito onde não soprava vento algum. As paredes eram de ouro maciço e estavam recobertas por hieróglifos; como aqueles que passam na TV. No começo me perdi em avaliações, o que tornou o passar lento, mas desisti ao ouvir um rugido gutural. Outro convidado? Precisava ensiná-los a ter simpatia. Duas portas se ergueram fronte a mim após mais alguns passos; uma revestida de modo rústico e a outra envolta em relva. Optei pela primeira, a que não me faria lembrar-me do odioso túnel. Pareceu uma ótima ideia no começo, sem sinais de presença alheia – o cheiro de morte impregnava todo o local, em suma. Estava tudo bem antes de ter visto os olhos vermelhos que me esperavam em um virar de corredor.

Braços longos, com os músculos sobressaltados, emolduravam a lateral superior de um peitoral peludo que ia até as pernas de igual porte e aspecto. Os olhos pareciam esquadrinhar a alma. Um par de cornos, longos e afiados, completava a aparência. Estava dividido entre duas opções: correr ou correr mais. A mão da espada começou a tremer. Fiquei contente ao constatar que o monstro não enxergava tão bem, mas não permaneci muito tempo ao alcance do machado que pendia seguro em um de seus braços. Tendo dado quatro passos para trás, a criatura finalmente se moveu, erguendo o queixo para cima como quem fareja. Foi o meu cheiro o que ele encontrou. O urro conseguiu ser tão amedrontador quanto o do leão. Comecei a recuar ainda mais, a espada erguida fronte ao corpo em posição de defesa. Essas coisas de esgrima estavam vindo a minha mente com tamanha rapidez que eu não conseguia processar a fonte de origem da informação. Não reclamaria, é obvio, esse tipo de coisa representava a diferença entre a vida e a morte. Interrompi os passos quando me vi contra a parede de uma das extremidades – Vamos conversar, cara, podemos resolver tudo isso sem o uso da violência. – Tentei, mas não fiquei parado feito um idiota para receber sua resposta vinda em conjunto com a lâmina do machado duplo. Essas criaturas são todas malucas. Avancei assim que a guarda alheia se abriu para um novo golpe, passando pela diagonal por baixo de seu braço de modo a espetar-lhe o ponto mais próximo. Consegui o dano, porém foi por muito pouco que o pesado braço não deu de encontro com minha cabeça. Voltei ofegante, o sangue bombeando mais rápido, deixando-me tonto e eufórico ao mesmo tempo. O que estava acontecendo comigo? Retornei, fiz uma finta para direita e depois para esquerda, movendo-me agilmente na sombra da parede – Lalala. – Cantarolei feito um garotinho de cinco anos. Direita, esquerda, direita e esquerda. Não foi difícil notar o quão lento era o monstro, sempre pendendo em excesso para o lado do machado já que essa parte de seu corpo sustentava maior peso. Lento ou não, alguns golpes não me acertaram por pouco e uma boa pancada foi de encontro a meu braço machucado. Afastei-me para a outra extremidade, batendo as costas contra a parede para soltar um lamento de dor. Esperava com paciência, aguardando o touro que buscava meu cheiro no ar. Ele avançou com um urro, jogando-se para onde eu estava, mas era uma pena que eu tivesse saído do local segundos antes do impacto. Sempre era rápido nas sombras. Seus chifres ficaram presos, impedindo qualquer movimento, e com isso tive livre acesso a descer a espada por seu corpo torneado. O ponto mais fraco mostrou-se ser a cabeça, onde decepei um dos chifres com um só golpe. Areia foi só o que restou do touro.

Cansado e repleto de um pó preto, volte à caminhada após limpar a lâmina da espada em minha calça em péssimo estado. A adrenalina corria solta por minhas veias, fazendo o coração palpitar mais rápido e o ego crescer rapidamente. Não precisava de Willian para nada! Ao menos não enquanto tivesse minha própria companhia. Tudo bem, é verdade que meu braço ostentava uma dor ferrenha, os musculosos protestavam a cada passo e a imensidão de portas começava a me deixar irritado. Mas tudo isso não passava de um mínimo detalhe. Em meu caminho dei de cara com uma porta incandescente, até podia visualizar o rastro de fogo em seu interior, contudo optei por seguir outra passagem de pedra antiga. Falando em pedras antigas, uma se destacou logo à frente ao abrir a boca e revelar uma fileira de dentes afiados. Estava farto destes leões e híbridos! Fechei os olhos momentamente, inspirando o ar calmo, e tornei a fitar o semblante pétreo de um humano – O que preciso fazer para que me deixe passar? – Indaguei ao ser que não hesitou nem sequer por um minuto antes de dizer-me que deveria responder sua charada, caso contrário seria morto ali mesmo – Pergunte. – Incitei sem muita paciência, levando o olhar da lâmina afiada até os olhos sem emoção. A criatura discursou em um tom monocórdio, jogando sobre mim o peso de sua indagação – Pode repetir? – Recebi a bela visão de suas presas como resposta. Mulher e menina ao mesmo tempo sou. Na lua busco a calma de uma paixão que na constelação ficou. Seguidoras fieis eu ensino a alvejar. Não se engane com meu tamanho, tenho licença pra caçar. Mulher e menina. Nunca havia sido muito bom com esse tipo de coisa, mas também não tinha fama de ser burro – tirando o fato de que não sabia ler. Teria morrido ali, naquele instante, se uma voz dura não tivesse soprado ao meu ouvido: Ártemis. A voz foi capaz de causar-me arrepios. Confiar ou não? Minha gama de conhecimentos mitológicos era diminuta. Resolvi arriscar, torcendo para que fosse realmente paterna àquela voz – Ártemis.
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Re: Reclamação 3 Grandes - 27/07/2013

Mensagem por Viic Black em Qui 30 Maio - 20:36

Nome: Victória "Viic" Black
De qual deus deseja ser filho: Hades
Por que a escolha do deus: Me identifico com o "padrão" filho de Hades, antissocial, meio "emo' e tals.
Missão:
Já estava há dois meses no acampamento e nada da minha reclamação. Isso já estava me irritando. Foi então que Quíron deu a ideia de eu sair em missão. Tipo assim, como? Mas fui né? Enfim, minha missão era buscar um objeto de Afrodite. Onde? Hollywood baby. Por ser algo nem tão valioso assim, apenas eu iria. Sem problemas, não tinha amigos no acampamento mesmo, sou meio antissocial.
Argos me deixou na estação de trem de Long Island e, dois dias depois, já estava na cidade dos flashes. Foco, Victória. Com as direções em mãos, fui em busca do tão procurado objeto de Afrodite.
Sabe onde as dicas me levaram? Se pensou em um salão de beleza ou algo do gênero, pois bem, errou. Letreiro de Hollywood. Na letra D, para ser mais exata. Tomando todo o cuidado possível, o que não era difícil para uma pessoa invisível e discreta como eu. Nunca chamei atenção por onde passava, sempre as sombras.
Quando achei a maldita caixa rosa, vi um delta azul ao lado. Infelizmente, a curiosidade acabou falando mais alto e, com a caixa dentro da bolsa, apertei o símbolo. Foi automático, um buraco abriu e eu cai.
Di Immortales! Onde fui me meter? Maldita curiosidade!
Vi-me em um lugar subterrâneo. Jura Victória? Quanta inteligência. O buraco de qual cai, se fechou. Certa, se acalme Viic. Caminhei por minutos, horas, dias... Não sei ao certo. Enquanto andava, pensava em todos os "mitos" gregos que conhecia.
Ótimo, realmente muito bom Victória. Sua primeira missão e cai no maldito labirinto de Dédalo. Sua idiota, como não reconheceu o delta como símbolo de Dédalo?
Com muito cuidado, segui o percurso com um plano em mente e com minha espada em mãos. Todo o cuidado era necessário. Sempre em silêncio e cuidado, não estava afim de encontrar o Minotauro ou outro monstro.
No fim, não deu certo. Em uma das curvas, duas salamandras me esperavam. Eu mereço viu?
As duas não demoraram a me atacar. Vou virar churrasquinho. Consegui desviar da maioria dos ataques delas, mas não posso dizer o mesmo dos obstáculos daquele corredor. Com sorte, achei um encanamento velho. Se os deuses permiticem, teria água lá. Com um golpe certeiro, estourei o cano e um jato forte de água atingiu-as.
Isso! Sai rapidamente dali, dessa vez tomando o dobro de cuidado e rezando para que meu pai me ajudasse a sair desse maldito labirinto.
Ouvi um rugido. Por favor, pai, seja lá quem for, que não seja o Leão da Nemeia. Feliz ou infelizmente não era. No que parecia ser a saída do Labirinto, uma esfinge me esperava.
É isso, com a resposta certa eu saio dali, com a errada... Bem, viro jantar de Esfinge.
- Muito bem, mande seu enigma Esfinge, seja o que os deuses quiserem.
- "Mulher e menina ao mesmo tempo sou. Na lua busco a calma de uma paixão que na constelação ficou. Seguidoras fieis eu ensino a alvejar. Não se engane com meu tamanho, tenho licença pra caçar." Quem eu sou?
Hum... "paixão", "constelação", "seguidoras fies", "licença pra caçar"... Só pode ser...
- Lady Ártemis, a deusa virgem da caça. - respondi com convicção.
Assim que a passagem foi concedida, corri para fora do maldito labirinto. Legal, depois de tempo naquele lugar, sai na Disney. Acho que um pouco de diversão antes de voltar para o acampamento não fara mal, não é?
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Re: Reclamação 3 Grandes - 27/07/2013

Mensagem por Logan D. Stark em Sab 8 Jun - 18:50



Son of Hades

Nome: Logan Diggle Stark
De qual deus deseja ser filho: Hades
Por que a escolha do deus: Não vou enrolar nem nada e dizer: Quero pelos poderes, vou ser honesto né.Alias eles também são muito respeitados no Acampamento.


Historia:

Dias e mais dias que eu estava no Acampamento Meio Sangue, enquanto as Moiras não me reclamavam eu passava a maior parte do meu Tempo no Chalé de Hermes, meu amigo filho de Ares as vezes quando ia para a Arena me chamava para ir com ele, mas eu não participava muito dos treinos com ele, afinal eu não iria querer lutar contra um Filho de Ares né. Ainda não sou doido para fazer isso.Enquanto eu não era reclamado eu não iria tentar morrer. Por que até a minha vinda ao Acampamento fora difícil, para conseguir chegar ao Acampamento tive que deixar minha irmã...Morrer...Mas eu não gostava de me lembrar do momento em que a Dracaena a matou. Minha irmã era o que me dava forças para continuar minha vida, tirava minha força do meu Amor que eu tinha por ela.

Meu amigo me chamou para ir a Arena com ele, já que eu não fazia nada mesmo no chalé de Hermes e ele era lotado eu decidi ir com ele, chegando lá vi alguns Semi deuses em uns contra os outros, como se todos estivessem lutando para ficar vivo, Scott me levou há uma messa cheia de Equipamentos, Espadas,Escudos,Arco e Flechas, Machados, Foices, Chicotes e outros, mais o que mais me chamou atenção foram as Foices, ele disse que eu poderia pegar qual quer uma. Peguei uma Foice do Cabo Negro, ela era maior do que Eu, sua Lâmina parecia cortar tudo.Agora iriamos ver se ela cortava tudo mesmo.

Fui para um dos lados do qual tinha menos Semi deuses e meu Amigo foi para o outro, fiquei frente a frente com ele, provavelmente ele queria lutar comigo, mas foi a primeira vez que eu não me intimidei e não vi ele como Amigo e sim como um inimigo, ele estava com uma Armadura e um Machado, e eu só com uma Foice, provavelmente iria morrer mais continuei vendo ele como meu Inimigo, segurei firme minha Foice Negra e soou uma Trombona, provavelmente o que daria Inicio a Batalha. Corri em direção a Scott com a Lâmina da Foice para trás e ele estava vindo em minha direção, quando estava a uns quase dois metros dele rodei meu braço e a lâmina foi para a frente e acertou a armadura dele, e fez um barulho horrível.Dei um pulo para trás e ele tentou fazer um corte na minha perna, coloquei minha perna para trás como se eu fizesse aquilo todos os dias,era meus extintos. Dentei acertar a perna dele com a Foice e os outros Semi deuses fizeram um tipo de Roda ao nosso redor, como se fosse uma Luta profissional.

A luta estava ficando boa quando soou novamente a trombeta, o exercício havia acabado, uma pena para mim e para o Scott, a luta estava tão boa...

No outro dia eu estava dormindo quando Scott me acordou, passei a mão no meu rosto, minha visão estava embaçada, ele tinha me dito que alguns Semi Deuses haviam saído em uma missão para procurar um Artefato de Hades que havia sido roubado, mas este estava no centro do Labirinto de Dédalo, Missão, Hades, Labirinto de Dédalo, essas palavras não se davam muito bem. Mas eu iria ser um pequeno herói se voltasse vivo, então aceitei ir buscar os Semi Deuses e achar o Elmo das Sombras de Hades.

Antes do Meio dias eu e Scott fomos para Hollywood, Quíron havia me dado a Foice que eu usei contra Scott na luta, ela tinha se transformado em um Anel com uma Foice para que eu não saísse por ai com uma Foice de quase 2 metros pelas ruas de Hollywood.Scott me contou que a entrada para o Labirinto ficava na letra "D" do letreiro de Hollywood, quem poderia pensar que a Entrada do Grande Labirinto de Dédalo seria em uma das Letras do Letreiro de Hollywood?
Pulamos uma grande que cercava o letreiro e fomos até a grande letra "D". Em um canto dela tinha um "D" menor, dei um suspiro e toquei no D.

Um tipo de plataforma se abriu no chão e nós começamos a ir para baixo, como um tipo de Elevador. Dessemos por uns 30 minutos, um tipo de Porta de Barro se abriu e eu sai com a Foice ativada em mãos, além da porta de Barro havia um caminho de pedra, adentrei este caminho que estava escuro, Scott estava atrás de mim, com seu Machado e sua Armadura Ativos, o Caminho de pedra, se dividiu em dois, então eu fui por um lado e Scott foi pelo outro, quem achasse os Semi deuses primeiro tentava avisar ao outro.
O caminho era escuro demais, mas por incrível que pareça eu consegui-a ver perfeitamente, segurei firme minha Foice e continuei andando, e o Caminho se dividiu em três, fui pelo do meio, e entrei em um tipo de Sala, era muito escura, e no final dela tinha uma pequena porta, vi um vulto passando pela minha frente, só vi suas pernas, parecia com...Não pode ser...Minha irmã estava viva? Mas eu tinha visto ela morrer.Não é possivel, só poderia ser algum tipo de Ilusão, ou eu estava vendo coisas...

Continuei a andar pela sala e alguma coisa me jogou contra a parede, tentei segurar minha Foice mais ela voou alguns metros de mim, tentei ver o que essa coisa que me jogou contra a parede era mais não consegui ver nada, nem meu próprio nariz, me estiquei para tentar pegar a foice e consegui pegar o Cabo dela, e coloquei a Lâmina dela na frente do meu Corpo e só vi alguma coisa mugindo de Dor, e vi sangue na Lâmina, me levantei e fui para o centro da sala, lá fiquei dando golpes na escuridão tentando acertar o monstro que estivesse lá, a coisa me jogou contra a porta da Saída e eu cai perto de uma Tocha, agora poderia ver o que estava me atacando, um bicho veio em minha direção e me atacou, era um Homem e ao mesmo tempo Touro, tentei raciocinar e tentar lembrar de algum Mito que envolvesse um Meio Homem Meio Touro e lembrei de um, o conto do Minotauro, um Meio Homem meio Touro. Provavelmente era ele, segurei a Foice e vi um vulto vindo em minha direção, era ele, tentei cortar uma de suas Pernas e consegui, ele caiu no chão mais depois se reergueu, enquanto ele fazia tão ação corri em direção a ele e com a Foice tentei decepar a cabeça dele, ele não consegui-o se levantar muito rápido e foi decepado.

Continuei andando com a Tocha na mão, mas deu um um tipo de terremoto e o Labirinto começou a tipo ir para outro lugar, fiquei no mesmo lugar onde estava e no final do terremoto consegui ver um Elmo a uns 20 metros de mim, corri em direção ao Elmo, mais alguma coisa me jogou contra o Chão, outro Monstro? A tocha caiu no chão e vi que era um Leão, o que um Leão fazia ali? Olhei melhor para o Leão e ele não era um Simples Leão, ele tinha o triplo do tamanho de um Leão normal, seus pelos eram todos bronzeados, ele era tão majestoso mais talvez ele quisesse somente brincar, pois se ele estivesse com fome, seria meu Fim.

Me estiquei e peguei a Foice e ele mostrou seus dentes para mim, olhei para ele e disse - Calma, Leãozinho, Calma. Peguei a Foice e tentei acertar as costelas dele, e consegui, ele pulou para trás e a foice ficou cravada nas costelas dele, essa seria uma boa hora para o Scott aparecer e matar o bicho, mais provavelmente o Minotauro poderia já ter matado ele, me levantei e lembrei que eu tinha ganhado uma Adaga quando cheguei ao Acampamento, só não sabia onde estava, me levantei e senti algo perfurando meu tornozelo, olhei para baixo e era minha Adaga, peguei ela rapidamente e o Bicho já vinha em minha direção, reuni todas as forças que me restava e tentei acertar a adaga no centro da testa dele, permaneci ileso e o Leão parado atrás de mim, será que eu tinha acertado ele ou ele tinha pulado, ouvi o rosnado dele e optei pela segunda opção, me virei e dei um pulo e montei no Bicho, ele começou a se debater e eu segurava nele, peguei minha Foice e a tirei dele, e encravei no pescoço dele, caiu no chão, provavelmente estava morto.

Continuei andando com o resto das forças que me sobraras e peguei o Elmo de Hades, no mesmo estante na qual eu peguei o mesmo o Cenário mudou novamente, quando parou fiquei de frente para uma Esfinge, provavelmente ela iria me fazer um Enigma como todas fazem e depois se eu respondesse errado ela me mataria.
Ela olhou para mim e passou a lingua pelos lábios e disse:
-{Esfinge}Mulher e menina ao mesmo tempo sou. Na lua busco a calma de uma paixão que na constelação ficou. Seguidoras fieis eu ensino a alvejar. Não se engane com meu tamanho, tenho licença pra caçar.

Parei um pouco para pensar, Mulher e menina?Hm...quando ela terminou de dizer se passou pela minha cabeça um nome, Mulher e Menina, Lua, Paixão Constelação, Seguidoras Fieis, e tem licença para caçar.
-{Logan}Ártemis...



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Re: Reclamação 3 Grandes - 27/07/2013

Mensagem por Marcello M. Giovanni em Seg 17 Jun - 22:38

Nome: Marcello M. Giovanni



De qual deus deseja ser filho: Hades



Por que a escolha do deus: Por ser um deus muito respeitado, um deus mais reservado. Porque ser filho do senhor da morte me deixa honrado, e também porque de todos os deuses da mitologia grega, Hades foi de quem sempre gostei mais. E também por ser um deus enigmático, imprevisível, parte com a qual me identifico.


Missão:




Acordei mais um vez assustado, ofegante e totalmente suado. Olhei para os lados para ver se não havia acordado ninguém, e pelo jeito não. Deitei minha cabeça novamente e tirei a coberta de cima de mim pois o calor era demais e fiquei ali tentando respirar fundo. Tinha tido o mesmo pesadelo novamente... Um pesadelo que estava me atormentando há mais de duas semanas, e do qual eu me lembrava apenas do final. Eu via uma luz que parecia não ter fim, e dela surgia uma sombra, e eu acordava assustado... Era sempre assim. Não consegui mais dormir naquela noite, e apenas fiquei deitado olhando para o teto e tentando entender a razão de estar tendo aquele sonho tantas vezes.

Os primeiros raios de sol surgiram nas janelas do Chalé de Hermes, onde eu estava há algum tempo desde que havia chegado ao acampamento já que ainda não havia sido reclamado. O chalé estava lotado, mas era calmo e muito bom para dormir a noite, embora eu não conseguisse por conta do sonho. Meus companheiros de chalé por fim começaram a se levantar e se preparar para mais um dia de desafios no acampamento, e então a bagunça começou. Fiquei deitado ainda olhando para o teto enquanto respondia que estava bem a alguns colegas que pareciam preocupados com meu estado.

Quando por fim consegui me levantar, todos já haviam tomado o café da manhã e estavam fazendo suas atividades diárias. Troquei meu pijama pela camiseta e calça simples que havia trazido para o acampamento e também fui fazer minhas atividades diárias. Encontrei com alguns colegas que continuaram me interrogando pelo meu estado na manhã. Insisti explicando a eles que estava tudo bem, que apenas havia tido um pesadelo e estava um pouco abalado. Eles perceberam que eu não falaria mais que isso e por fim pararam de insistir. O dia estava bonito, nenhuma nuvem no céu e calor, o que deixava muitos animados no acampamento. Como sempre fazia, fui direto para a arena treinar um pouco, mas quando estava a caminho senti algo passando por mim, e quando olhei para o lado não havia nada e nenhum campista. Olhei em volta e quando decidi que era coisa da minha cabeça voltei ao caminho da arena, e foi quando senti novamente, mas dessa vez mais forte... Era como um sopro passando por meu braço direito. Olhei novamente para a direita e fiquei parado para ver se acontecia novamente, mas nada aconteceu. E enquanto eu estava distraído ainda procurando seja lá o que fosse que tinha passado por mim, senti um toque em meu ombro e assustado dei um pulo para trás, ouvindo então a risada que já me era familiar. - Assustado Marcello? - Disse meu protetor, um sátiro chamado Sheldon. Fiquei olhando para ele, que não parava de rir, e sem me conter dei um soco em seu ombro. Ele parou e olhou para mim:- Ei, qual o problema cara? - Continuei olhando para ele sério, e depois de alguns minutos abaixei a cabeça e suspirei:- Nada cara, desculpe. - Eu disse na esperança de que ele não me perguntasse nada, mas claro que isso era impossível:- Marcello, qual o problema, aconteceu alguma coisa? - Levantei a cabeça e com um tom desanimado respondi:- Nada... É aquele sonho de novo. - E então ele sorriu e pareceu animado:- Bom... Tenho ótimas notícias para você! - Ele disse esperando minha resposta. Franzi as sobrancelhas e perguntei:- Quais? - E então ele riu novamente pegando em meu ombro:- Me siga e vai ver.

Andei com ele até o Chalé novamente. O acampamento parecia estar bem animado naquele dia, e me senti mal por ser o único que não estava tão feliz e satisfeito. Quando chegamos ao Chalé, Sheldon me levou até minha cama, onde havia um pacote grande em cima. Fiquei observando e Sheldon me cutucou:- Ganhou presentes cara. - Olhei para ele mas não disse nada. Fui até minha cama e peguei o pacote tentando abrí-lo. Quando por fim consegui arracar todo o papel que enrolava o pacote, fiquei olhando o que havia dentro, sem palavras. Sheldon como sempre foi o primeiro a falar:- Um escudo e uma espada cara, que honra hein. - Franzi as sobrancelhas olhando para o escudo em meu colo e a espada a meu lado e disse para o sátiro:- Sim... Mas quem deu? - Olhei para trás para ver o rosto dele, mas ele já estava ao meu lado e procurava alguma informação no pacote. Foi quando olhei melhor para o escudo em minhas mãos e vi que nele havia o símbolo de uma caveira, uma foice e algo como fogo em volta. Cutuquei Sheldon e mostrei a ele, e dissemos juntos:- Hades... - Foi então que soltei o escudo e peguei a espada, mas na mesma não havia símbolo algum. Sheldon perdeu todas as reações e eu também, e o silêncio durou até que Sheldon disse:- Cara, nenhum deus dá presentes assim por qualquer motivo... E muito menos Hades. - Olhei para ele e franzi o cenho dizendo:- Então qual seria o motivo? - Ele olhou para mim sério e depois de um tempo respondeu:- Marcello, eu e você vamos para Hollywood. - Olhei para ele com um rosto indignado... Como ele podia pensar em viajar numa hora dessas? Me levantei deixando a espada e o escudo em cima da cama e o encarei:- Hollywood? Eu recebo um presente inesperado desses que com certeza não é normal, e você quer ir para Hollywood? - Perguntei indignado, mas ele olhou calmo para mim e simplesmente respondeu:- Acalme-se Marcello, vai entender tudo quando chegarmos lá. Agora arrume o que for necessário para levar e fique pronto. Daqui a pouco volto para buscá-lo. - E saiu do chalé sem me dizer mais nada, enquanto eu o chamei duas vezes ainda.

Resolvi fazer o que ele havia pedido, mas fiquei pensando o que será que Hollywood tinha a ver com tudo isso, e por que ele não havia me explicado com detalhes, como sempre fazia. Peguei minha mochila e coloquei algumas coisas dentro, e fiquei esperando pelo sátiro. Peguei o escudo e fique admirando-o novamente, pensando em por que Hades me daria algo assim... E logo Hades, o deus por quem eu mais tinha respeito depois de Zeus. Peguei a espada e passei minha mão pela lâmina, que era sem dúvida muito bem afiada. Quando Sheldon voltou, olhou para mim do lado de fora e fez sinal para que eu saísse, logo em seguida perguntando:- Pegou tudo de que precisa? - Olhei para a mochila, a espada e o escudo:- Acho que sim... - Respondi caminhando até ele. Quando cheguei perto ele olhou para minha mochila dizendo:- Talvez não precise de tudo isso, mas enfim vamos logo. - Fiquei olhando para ele, que sem dúvida não era o Sheldon de sempre... O brincalhão, e sim um Sheldon preocupado, um Sheldon intrigado, bem diferente do que eu o conhecia, mas como eu era sempre assim desde que havia chegado ao acampamento, não me importei muito e o segui.

Enquanto estávamos dentro do ônibus que nos levaria até Hollywood, Sheldon estava com a mesma cara fechada e preocupada com que havia saído do acampamento. Olhei para ele e por fim resolvi quebrar o gelo:- Ok... Não vai me contar nada? O que você foi fazer depois que saiu do chalé? - Ele não desviou o olhar da paisagem lá fora mas disse:- Avisar Quíron de que o escolhido para a Missão havia sido você. - Ele disse sem maiores detalhes, então fui obrigado a perguntar novamente:- Missão...? Mas que Missão? Sheldon dá pra me explicar tudo direito? - E ele ainda sem desviar o olhar respirou fundo e continuou:- O capacete de Hades foi roubado, mas sabemos que está no labirinto de Dédalo. Algum campista teria que sair para essa Missão... Mas o Oráculo não dizia nada e nenhum dos deuses havia dado informação alguma a respeito disso. Estávamos intrigados com essa situação, até que você abriu aquele pacote em cima da sua cama, e então tivemos certeza de que a escolha de Hades era você. Ele te ofereceu um escudo e uma espada para que você fosse buscar o capacete para ele. - Naquele momento eu congelei e por um instante imaginei minha morte... Eu sabia o que queria dizer labirinto de Dédalo, e sabia que sem dúvida era um lugar muito, mas muito perigoso... Ainda mais para um campista novato como eu. Ainda parado fiquei imaginando a razão para que Hades tivesse me escolhido, afinal eu sou um campista novato sem muita experiência. Hades tinha fé em mim para buscar o capacete para ele, ou aquela era apenas uma armadilha para que pudesse me matar e se livrar de mim logo de uma vez. Preferi a primeira situação, embora meu subconsciente acreditasse mais na segunda. Olhei para Sheldon e disse:- Sabe que não tenho muita experiência nas lutas não é? - E ele ainda olhando para a paisagem respondeu:- Você luta bem o suficiente para encarar o labirinto... - Ele parecia querer dizer mais alguma coisa, mas decidiu ficar calado, e nem eu insisti. O ônibus estava praticamente vazio, não fosse por nós dois e mais um casal sentado dois bancos à nossa frente... E parecia que nunca chegaríamos, até que finalmente o ônibus parou, e Sheldon se levantou ao meu lado me fazendo sair junto. Só nessa hora foi que percebi que Sheldon havia colocado uma calça bem larga para tentar disfarçar as pernas de bode... Mas não estava atingindo muito seu objetivo pois a cada passo que dava atraía muitos olhares.

Continuei seguindo Sheldon até que percebi que estávamos seguindo até a placa de Hollywood, e pensei que então literalmente estávamos indo mesmo para Hollywood. Perguntei:- Sheldon, vai me dizer que o labirinto fica na placa...? - Ele continuou andando logo em minha frente e respondeu:- Fica atrás do "D". - Franzi o cenho novamente e continuei caminhando. Quando finalmente chegamos senti agulhadas na coxa e dor na batata das pernas, mas nem dei muita atenção a isso, afinal a preocupação era maior que a dor. Uma parte de mim me dizia para desistir, não aceitar missão nenhuma e voltar para o aconchego do chalé... Já que o acmapemento era o último lugar que me restava no mundo. Mas outra parte me dizia para não ser um covarde e seguir em frente, afinal o próprio Hades havia me escolhido e isso era uma honra muito maior que o medo que eu sentia, o que me fez seguir em frente de cabeça erguida. Olhei para Sheldon e perguntei:- O que fazemos agora? Já estamos em frente ao "D" de Hollywood. - Ele olhou para mim ainda sério e respondeu:- Simples... Empurre o "D". - Olhei para ele com as sobrancelhas franzidas e olhei para o tamanho daquele "D" imaginando como empurrá-lo mas enfim foi isso que fiz. Empurrei levemente a letra com minha mão direita, e uma porta se abriu. Dei um passo para trás, mas nisso Sheldon entrou na minha frente e o segui sem hesitar. Quando entramos a porta que havia se abrido fechou imediatamente com um estrondo atrás de nós, e Sheldon disse baixinho:- Agora não há mais volta... - Revirei os olhos com vontade de fizer "Ah vá", mas naquele momento tenso era melhor que eu não fizesse isso.

- Pegue sua espada e o escudo. - Disse Sheldon ainda olhando para frente e quase sem se dirigir olhando para mim. A espada estava na bainha em minha cintura, mas a tirei e agora a segurava na mão enquanto tirava o escudo de dentro de uma sacola enormeu que eu havia trazido. Sheldon disse novamente:- Ótimo, agora fique atento a todo o instante. - Olhei para ele finalmente perdendo minha paciência:- Sheldon, não me trate como se eu fosse um idiota! Você acha que dentro do labirinto de Dédalo eu vou andar saltitante e sem prestar atenção em nada que está ao meu redor? Seria o mesmo que pular de um prédio ou enfiar essa espada no meu peito agora mesmo. - Ele então olhou para mim com um olhar surpreso e disse:- Desculpe Marcello, só estou querendo te proteger. - Revirei os olhos novamente e começei a andar. O cheiro ali era horrível... Algo como corpos em decomposição misturado com cheiro de lugar fechado e empoeirado... Um cheiro nada agradável. O ar era muito pesado e frio, e ali estava quase tão escuro que era difícil enxergar algo exatamente. Mas para nossa sorte, depois de alguns minutos de caminhada, as tochas encostadas nas paredes se acenderam à nossa frente, nos assustando um pouco com o barulho. Sheldon então disse novamente:- Atenção redobrada agora Marcello... Já sabem que estamos aqui. - Eu tive vontade de perguntar quem sabia, mas como a resposta já era meio óbvia fiquei quieto e segurei minha espada cada vez com mais força. Apesar de que eu achasse que o ar não poderia ficar mais pesado, depois daquele momento descobri que poderia. Sheldon havia arrancado sua calça lá atrás, e agora eu conseguia olhar para suas pernas sem ter vontade de rir.

Ficamos caminhando por algum tempo e parecia ser em círculos. Cheguei a acreditar que talvez tivéssemos errado o lugar, até que ouvimos um barulho muito estranho... Parecia ser de algo que rastejava, e o som parecia cada vez mais perto. Sheldon cochichou para mim:- Fique atento, pois nas batalhas é você quem terá de lutar e eu não poderei ajudá-lo. - Continuei andando até perceber que estava quase correndo em direção ao som, quando Sheldon disse alto:- Pare Marcello! Não corra desse jeito! - Mas ele nem havia terminado de falar quando vi duas criaturas rastejantes envoltas em chama. Parei no mesmo instante pensando em como poderia vencê-las. Quando se aproximaram ainda mais percebi que eram duas salamandras-de-fogo como eu havia estudado alguns anos antes na escola. Uma era negra e a outra vermelha, mas quase não conseguia ver exatamente que forma tinham, pois estava envoltas em fogo, o que dificultava muito minha visão. Preparei minha espada na mão direita e coloquei o escudo no braço esquerdo em minha frente para me proteger. As duas então investiram juntas contra mim. Me abaixei e protegido por meu escudo fui investi contra elas também, conseguindo passar pelo meio das duas sem ser queimado. Percebi que elas não eram muito espertas quando ficaram me procurando sem saber por onde fui. Ao me virar, peguei impulso junto com minha espada e corte a de cor vermelha ao meio. No mesmo instante a mesma soltou um som gutural e suas duas partes ficaram se debatendo no chão, logo em seguida virando cinzas. A segunda olhou para mim com fúria e mais uma vez investiu contra mim, mas desta vez pareceu saber do meu truque, parando a investida alguns centímetros à minha frente e me acertando na perna direita com um golpe da cauda. Senti minha perna queimando, mas não me concentrei na dor. Caí no chão logo abaixo da salamandra, que se aproveitou do momento para dar outro ataque com a cauda, porém coloquei meu escudo em cima de mim conseguido empurrá-la por tempo suficiente para me levantar. A próxima vez que ela investiu corri alguns passos e pulei, e no momento em que ela ia me atacar novamente com a cauda, com um golpe da espada arranquei sua cabeça enquanto eu ainda estava no ar, logo em seguida caindo em cima da perna esquerda, já que a direita estava com a calça quase em chamas. Vi a salamandra se debatendo e virando cinzas novamente, e logo em seguida bati a mão em minha perna direita, apagando o fogo. Então percebi a dor que sentia... Era uma ardência quase insuportável, mas não seria isso que ia me fazer desistir... Eu decidi que só sairia dali morto se não pegasse o capacete.

Então olhei para trás e procurei por Sheldon, que estava a alguns metros atrás, e avançou para mim rapidamente perguntando se estava tudo bem. Respondi:- Tá, ta tudo bem cara. - Mas então ele olhou para minha perna e perguntou:- Mas e a perna? - Fique encarando-o e respondi novamente com um rosto irritado:- Está doendo logicamente Sheldon, mas não vai ser por isso que vou desistir não é... Afinal você mesmo disse que agora não tem mais volta. - Ele olhou para mim e balançou a cabeça positivamente. Continuamos caminhando, e a dor em minha perna começou a aumentar, mas resolvi não prestar atenção nisso ou então não conseguiria mais seguir em frente. Continuamos caminhando até que encontramos uma porta à nossa esquerda. Parei em frente a mesma e vi alguns símbolos em volta da pedra que a cercava. Tentei ler mas não consegui, então aquilo não era grego... Ou então eu teria conseguido ler. Mas uma parte consegui ler. À direita da porta havia um tipo de botão com uma frase em baixo que dizia: "Para abrir a porta gire o botão". Sem pensar duas vezes o fiz, já que parecia estar andando em círculos, se aparecesse uma nova sala seria ótimo. Coloquei minha mão no botão e olhei para Sheldon, que balançou a cabeça com um sinal posivito. Girei o botão, e depois de alguns segundos a porta se abriu com um estrondo alto. Uma nova sala com vários caminhos para serem seguidos ficava atrás da porta, e ouvi Sheldon dizer atrás de mim:- Agora sim começa o verdadeiro labirinto... - Suspirei ao ouví-lo quando percebi que realmente ainda faltava muito para aquilo acabar.

Entramos na sala e nos deparamos com cinco caminhos para seguir. Olhei para Sheldon e apontei o terceiro caminho à esquerda. Sheldon olhou para mim e disse:- Não tenho a mínima... Isso já é com você. - Encarei novamente os cinco caminhos e resolvi ir pelo que eu havia escolhido mesmo. Fomos pelo caminho e caminhamos por algum tempo até nos depararmos com mais alguns caminhos para seguir... Decidi novamente entre um deles e continuei seguindo, até ouvir um forte rugido e escutar passos pesados no chão. Desembainhei novamente minha espada com a mão direita e me preparei para o combate. O som dessa vez parecia vir de trás de mim, e não da minha frente como as salamandras. Sheldon havia sumido novamente e nem havia me dito nada... O que queria dizer que com certeza haveria outro combate. Preparei o escudo e a espada e esperei pelo animal que estava se aproximando... O som das patas cada vez mais perto. Depois de alguns minutos então pude ver meu próximo combatente... Mas dei dois passos para trás ao ver meu oponente. Era um leão enorme, duas vezes maior que um leão normal, e sem dúvida com o dobro de força também. E então me lembrei mais uma vez das aulas de mitologia grega na escola. Aquilo era o famoso Leão de Nemeia, e estava tão pronto quando eu para o ataque. O leão me encarou e soltou um rugido gutural, tão alto que chegou a fazer confusão em minha mente por um momento. E então ele veio para cima de mim tão rápido que quando menos esperei ele já estava pulando em cima de mim com suas patas e garras enormes. Graças ao meu reflexo de semideus consegui me desviar pulando para baixo do Leão, e sem pensar duas vezes tentei enfiar minha espada em sua barriga logo acima de mim, mas em vão, pois a espada bateu e voltou fazendo um barulho metálico ao tocar a pele do leão. E então me lembrei da parte mais importante daquela aula de mitologia... A pele do Leão de Nemeia não é ferida por qualquer lâmina. Saí rapidamente de baixo do animal antes que ele pisasse em cima de mim com sua enorme pata. Rolei para trás do animal e pensei em algo para fazer para derrotá-lo, pois somente com a espada e o escudo eu não conseguiria... Precisava de uma estratégia. O leão se virou para mim novamente e ergueu sua enorme pata tentando me acertar, mas me abaixei no momento certo. Porém ele usou sua outra pata me jogando para longe. Fui jogando contra uma das paredes do labirinto e caí no chão zonzo. Com minha perna direita não muito boa, para ajudar o leão havia machucado meu braço esquerdo... O braço com o qual eu segurava o escudo. Tentei me levantar, mas num primeiro momento caí novamente no chão, e meu escudo saiu rolando. Tentei rastejar para pegá-lo, mas percebi que o leão estava novamente em minha frente, e estava pronto para outro ataque com a pata. Ele lançou outro ataque e eu tentei me desviar, mas com um retardo de movimentos ele me acertou novamente e eu fui jogado para o outro lado batendo na parede novamente. Dessa vez perdi a espada na aventura, e a única coisa que consegui derrubar no chão foi uma das tochas que mantinha aquele corredor não muito escuro. A tocha caiu a minha frente, embora eu não conseguisse enxergá-la muito bem pois estava zonzo e tudo parecia meio embaçado. O leão se aproximava novamente, e parou a minha frente, parecendo me desafiar para dar seu ataque final. O leão rugiu novamente, e parecia estar esperando até que eu ficasse em pé. Tentei me levantar... Mesmo sem arma eu pelo menos morreria com dignidade. Mas então nesse instante uma voz arrastada mas firme disse em minha cabeça: "Pegue a tocha". Balançei um pouco a cabeça mas enfim resolvi ouvir o que a voz havia dito. Peguei a tocha e fiz o máximo possível de força para me levantar. Por fim quando consegui fiquei com a tocha preparada para o ataque. O leão rugiu mais uma vez e dessa vez veio para cima de mim com seus enormes dentes. No mesmo momento ergui a tocha e mirei na boca do leão, e quando o mesmo aproximou sua boca o máximo possível antes de me devorar, joguei a tocha em sua enorme boca, logo em seguida correndo... Na verdade mais mancando que correndo e peguei minha espada que não estava muito longe. O leão rugiu de dor e se virou para mim com fúria. Me concentrei e esperei que ele se aproximasse... Logo em seguida, quando ele tentou me atacar novamente com a boca, dessa vez ao invés da tocha, enfiei minha espada em seu céu da boca. O leão soltou um rugido de dor, um rugido agonizante, e em menos de um minuto caiu no chão, também virando cinzas como as salamandras, e deixando minha espada caída no chão onde antes ele estava.

Caí de joelhos no chão após essa batalha e quase me vi incapaz de continua. Vi Sheldon correndo em minha direção e parando logo em minha frente:- Marcello, você está bem? Não pode parar agora! - Olhei para ele, mas não tive forças para dizer nada. Olhei ao redor e vi novamente meu escudo, que parecia brilhar. E então me lembrei de quem havia me trazido para aquela missão. Alguém havia confiado em mim e em minha capacidade... E isso nunca havia acontecido, pois nem nas aulas de educação física eu era escolhido rapidamente. Eu era sempre o último e as pessoas não tinham confiança em mim. Mas um deus... Hades havia confiado em mim para uma missão muito importante. E foi isso o que me fez levantar e pegar de volta minha espada e escudo. Olhando para o escudo então, murmurei:- Não sei por que me escolheu... Mas não vou decepcioná-lo. - Eu disse e esqueci todas as dores que sentia e continuei caminhando. Tudo parecia mais claro agora no labirinto e eu não sabia como, mas tinha certeza de todos os caminhos que estava tomando. Sheldon me seguia com dificuldade pois eu estava quase correndo. Mas por incrível que pareça eu sabia onde estava indo. E então encontrei mais uma porta igual aquela. Olhei em volta e tive certeza de que o capacete de Hades estaria logo atrás daquela porta. Girei seu botão novamente, dessa vez sem perguntar nada a Sheldon, pois tinha certeza do que estava fazendo. A porta se abriu, e eu estava certo... O capacete se encontrava bem ao centro da sala, em cima de uma pedra de mármore. Sorri satisfeito, embora ainda fraco e caminhei até o capacete. Mas no momento em que pisei dentro da sala, vi uma sombra e ouvi mais um rugido e dessa vez... Cascos batiam no chão.

Era o minotauro, o desafio que eu mais estava esperando... E o que mais estava querendo evitar desde que entrei no labirinto. Fiquei em dúvida se conseguiria vencê-lo, mas com certeza iria tentar. O minotauro tinha um machado em suas mãos, e veio para cima de mim com aquele machado apontado, rapidamente fazendo seu primeiro golpe. Mas eu fui mais rápido e consegui desviar do ataque dele, logo em seguida acertando uma de suas pernas com a espada na volta da evasiva. Ele soltou um mugido alto e tentou acertar o machado novamente em mim, mas eu novamente desviei e acertei seu braço, fazendo-o ficar cada vez mais irritado. E então o minotauro desferiu uma sequência de ataques que não fui capaz de desviar de todos. O último me acertou em cheio no estômago, me fazendo cair para trás. O minotauro, diferente do leão, não esperou que eu me levantasse e me atacou novamente. E então eu testei aquele escudo ao máximo e o coloquei entre o machado do minotauro e eu. No momento em que o machado do minotauro tocou meu escudo o som foi de metal batendo com metal, e o minotauro foi jogado para trás no mesmo instante. Com o resto de forças que me restava me levantei e fui para cima do minotauro com o escudo à minha frente e a espada preparada para o ataque. Quando me aproximei, o minotauro recuou, e foi só então que percebi que meu escudo brilhava, e brilhava muito forte. O minotaurou tapou os olhos e recuava. Me aproveitei dessa situação... Mirei minha espada em seu peito e a joguei como se fosse uma lança. A espada acertou em cheio, e o minotauro então soltou seu último mugido e também se desfez em cinzas. Meu escudo estava muito quente, e chegava a queimar meu braço. O soltei e tentei observá-lo mas sua luz tornava isso impossível. De repente uma luz tomou o lugar, como em meu sonho... Mas logo em seguida uma sombra apareceu em minha frente... Era Sheldon, e tentava falar comigo:- Marcello! Marcello, está me ouvindo? Marcello! - Fazendo algum esforço então respondi:- To, estou te ouvindo Sheldon... Pare de gritar por favor... - Ele então sorriu e disse:- Você conseguiu cara, encontrou o capacete. - Tentei me levantar e ele me ajudou pegando meu braço:- Sim sim... Mas ainda precisamos sair daqui. - Ele suspirou e concordou com a cabeça e logo em seguida disse:- Bom... Então vamos logo.

O escudo finalmente havia apagado e tinha voltado ao normal, embora estivesse um pouco quente ainda. Coloquei minha espada na bainha em minha cintura e peguei o capacete. No momento em que o fiz uma porta lateral se abriu. Olhei para Sheldon e os dois caminharam em direção a mesma. Ao entrarmos vi uma outra criatura. Ao pensar que teria de enfrentá-la de novo meu corpo inteiro reclamou, embora minha mente ainda estivesse preparada. Mas então percebi que aquilo não era um monstro... Era uma Esfinge... E como dizia a mitologia, a Esfinge lança enigmas. Torci para que fosse fácil para que eu pudesse sair logo dali, mas é claro que não seria. Quando levantei meu olhar para a Esfinge, a mesma sem delongas lançou o Enigma dizendo:- Mulher e menina ao mesmo tempo sou. Na lua busco a calma de uma paixão que na constelação ficou. Seguidoras fieis eu ensino a alvejar. Não se engane com meu tamanho, tenho licença pra caçar. .

Olhei para Sheldon, que balançou a cabeça negativamente e disse:- Não posso te ajudar cara, sinto muito. - Balancei a cabeça positivamente e fiquei pensando no Enigma. Repassei o enigma várias vezes até que enfim percebi que sabia exatamente a resposta. Olhei para a Esfinge e disse com certeza:- Ártemis, a deusa virgem da caça.

E então uma luz se acendeu novamente, e onde estava a Esfinge agora havia uma passagem para fora do labirinto. Saí junto com Sheldon, e no momento em que saí, olhei para o capacete em minhas mãos e disse baixo para mim mesmo:- Eu disse que não iria decepcioná-lo.

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Re: Reclamação 3 Grandes - 27/07/2013

Mensagem por Hades em Sab 27 Jul - 15:59

Peço desculpa aos candidatos a meus filhos pela demora a postar aqui.
E venho dizer que devido as fichas, tive que mudar a regra da escolha.

Enfim... Marcello e Samwell: RECLAMADOS; Logan e Viic: NÃO-RECLAMADOS;
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Deuses

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Re: Reclamação 3 Grandes - 27/07/2013

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