Reclamação de Ares - 27/07/2013

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Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Eros Blackburn em Sex 17 Maio - 15:59

Nome? Eros Blackburn
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Ares
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

Nova Iorque sempre foi uma cidade muito violenta, e provavelmente não deixará de ser tão cedo, mas nas ruelas dessa violenta cidade,foi onde eu cresci,um jovem menino, muito inteligente, mas vivia colocando a si e a seus amigos em brigas sem sentido, e apesar de não ser o garoto mais forte, eu tinha um certo talento para lutas, certo dia um velho homem viu se aproximou de mim e disse:

-Vejo grandeza em você garoto! Seus punhos podem fazer muito mais que bater em muleques, se quiser....eu posso lhe ensinar!!!

Eu vi sinceridade nas palavras do homem, e a promessa de grandeza me pareceu muito atraente,entro no armazém onde o velho vivia, e me deparo com um tipo de ginásio, vi um ringue no meio, e alguns sacos de pancadas, cordas, e barras de ferro. Me virei para o velho e perguntei:

-Qual o seu nome?

Ele sorriu e respondeu:

- Meu nome é Aquiles garoto! Aqui, nesse ginásio, onde fui ensinado, eu vou te ensinar, a se defender, a ter disciplina, e honra em uma luta, não é apenas pancada, mas é uma ciência!!!

Sorrio, e logo começo meus treinos, foram anos e treino, e aulas, sobre disciplina e estratégia, eu era muito próximo de Aquiles, ele tinha se tornado um pai para mim , afinal, eu não conhecia o meu mesmo, mas por mais que Aquiles me ensina-se auto controle , disciplina, havia algo dentro de mim que por mais que eu me controlasse sempre explodia, em raiva e dor, as ''brigas'' nas ruas se tornaram mais brutais, aquela brincadeira já não servia mais para mim, parecia que minha alma era sedenta por brutalidade e violência,e mesmo assim , indo contra tudo que Aquiles me ensinava, ele não desistiu de mim . Certo dia infelizmente nós discutimos, e eu sai do ginásio batendo porta e tudo mais, e fui caminhar pela cidade torcendo para encontrar uma briga, quando mais calmo volto ao ginásio e encontro tudo revirada e algumas coisas destruídas, corro para a sala de Aquiles e o encontro caído no chão,corro até ele e dou leves tapas em seu rosto para acorda-lo, ele lentamente acorda e diz-

- Um minotauro entrou aqui atrás e você garoto!

Fiquei sem entender achei que ele estava falando loucuras devido a pancada, devia ter tido uma concussão, ele me pega pela lapela da jaqueta e diz -

- Me leve para sua casa agora!

Eu já com 17 anos e com minha carteira em mãos pego o carro dele e o coloco no banco de trás e dirijo até minha casa, chegando lá Aquiles entra falando com minha mãe, que já se conheciam devido aos anos que eu tinha de treino com ele, e ele começou com assuntos estranhos para minha mãe dizendo que haviam me encontrado, que eu não estava seguro nem com ele, e por algum motivo minha mãe entendia tudo aquilo, entao ela começou a correr pela casa arrumando uma mala para mim e descemos correndo e eu continuava sem entender nada, partimos para o interior, e no caminho minha mãe me contou que meu pai era um deus grego, e que eu era algo chamado de semi-deus, e que o resto seria revelado no acampamento, uma raiva começa a tomar conta do meu coração mas logo passa, nós paramos o carro e nesse exato momento um vento alterado começa a atingir nosso carro, quando ouço um barulho metalico atingir o teto olho para cima e havia uma espécie de lâmina, Aquiles e minha mãe se assustam, para meu pavor maior, Aquiles começa a tirar a própria roupa e ele tinha um tipo de couraça por baixo, um tipo de armadura, e sai do carro com um relogio e uma caneta em mão, que ao serem cliclado e girado se tornam uma espada e um escudo, um tipo de criatura o ataca oque para mim parecia uma galinha gigante, mas suas penas eram mais afiadas que o próprio aço , minha mae me tira do carro com minha mala e começamos a correr floresta a dentro, mas antes de sumir na floresta ouço Aquiles gritar :

-Fora daqui maldita harpia!

Eu e minha mae continuamos correndo até um tipo de portal ela me da minha mochila e diz :

-Eros! Entre ai, e se proteja, eu nao posso ir com voce, só voce pode passar!
e eu respondi:
-Mas mae eu nao sei oque fazer,e...e... e Aquiles!?
ela beijou miinha testa e sorriu:
-Ele é seu guardião filho vai sobreviver e te proteger a qualquer custo, e eu sempre vou estar com voce!!!

Eu sorrio para minha mãe, e esse momento ouço barulho metalico perfurando algo e vejo minha mae ficar pálida, percebo que a criatura atirou em minha mãe, e entro em choque, vejo minha mãe cair de joelhos com três penas em suas costas, saio do portal e tento ajudar ela mas já era muuito tarde, começo a gritar no meio da floresta chamando a criatura, quando ela aparece e começa a voar em minha direção, eu nao tinha defesa, ela lança suas penas, eu estava em sua mira, quando escuto um assovio, e olho para o lado e vejo Aquiles lançando um escudo em minha direção, aquele movimento parecia passar em camera lenta e consegui perfeitamente encaixar o escudo em minha mão e me defender,vendo a criatura passar voando Aquiles me joga a caneta, ee mesmo sem acreditar eu já tinha visto e sabia oque fazer, cliquei a caneta e ela se tornou uma lamina, espero alguns segundos e vejo a harpia tornar a se aproximar e quando ela esta prestes a lançar suas penas lanço minha espada que crava em seu peito a fazendo cair no chao e explodir em pó dourado.Entro em choque e desmaio, e acordo em um tipo de hospital, com Aquiles do meu lado vestido como um soldado, e logo me levanto e Aquiles revela tudo que preciso saber!

E foi assim que eu cheguei até aqui!
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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Sab 18 Maio - 11:12




EROS BLACKBURN, reclamado.


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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Sean Dunnel Rush em Seg 27 Maio - 16:38

Nome? Sean Dunnel Rush
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Ares
Conte um pouco de sua história


Em uma noite chuvosa em Nova York , nascia um menino , cujo o nome escolhido por sua mãe , o jovem crescia vendo a luta e a dor feita por sua mãe para sustentar a ela e a Sean , anos se passaram e até mesmo quando criança a mãe de Sean tinha que ir até a escola que ela batalhava para pagar para o pequeno estudar , somente para ir conversar com a diretora e levar broncas , pois o menino sempre estava a se meter em brigas e acabava machucando os coleguinhas de sala , o jovem já foi ameaçado de ser expulso da escola , só ai que parou de arrumar tanta confusão , quando o jovem faz treze anos , sua mãe o presenteia pagando , todo mês , para o jovem lutar profissionalmente no bairro onde moram , podem fazer o que mais gosta , só que sendo aplaudido por isso , os adversários de Sean sempre saiam machucados do Ringe então Sean começou a frequentar a escola e na escola sempre era o garoto estranho e mal encarado , um dia , três rapazes altos e fortes o cercaram do lado de fora da escola , o empurrando pelo braço e rindo dele , o jovem fechou os olhos e contou até três e tentou seguir caminho , então o mais alto dos três o deu um soco na boca do estomago , como reflexo , o jovem jogou o braço para trás e o punho voltou com força , batendo direto na face do garoto que o bateu , fazendo-o virar o rosto pelo impacto , então Sean vê os outros dois rapazes se virando para ele e corre , empurrando o que se encontrava com a mão no rosto para ver se o dano havia sido muito grande , o jovem olha para trás para ver se havia sido seguido , quando bate em um homem alto , moreno e careca , quando vou me desculpar , ele se coloca na frente de Sean frente , quando os três rapazes chegam para baterem em Sean , o homem mantem a postura em sua frente , protegendo-o , então o rapaz que havia levado o soco tenta o empurrar , leva um soco na boca do estomago e é jogado para a parede , ficando desmaiado , os outros dois se lançam para frente , mostrando suas faces horrendas , verdes , com olhos de cobras , o homem pega os dois e os joga para frente , ele chama Sean para subir em sua moto e Sean que já não entendia mais nada , sobe , sendo levado para um lugar completamente desconhecido por ele , então o homem fala : Sean , eu sou seu protetor e preciso que você passe por ali ,meu nome é Antamos , eu falarei a sua mãe aonde você está , mas eu realmente preciso que você entre ali , agora . Então Sean fala : Mas , oque está acontecendo Antamos ? me explique agora ! Então Antamos o explica tudo , que os garotos não eram pessoas normais e que alguém estava a procura de Sean , alguém queria vê-lo morto , ao passar pelo lugar aonde Antamos mostrou-lhe e foi correndo , olhando em volta , mas quando volta a olhar Antamos , os garotos estavam de volta , os três atacando Antamos , Sean pega um pedaço de madeira na chão e vê se é forte o suficiente , Sean pega um pedaço de pedra do chão e vai afiando a madeira rapidamente , pega impulso para trás e atira a madeira que estava fina o suficiente para cortar carne grossa , ao atravessar a carne do maior , fazendo-o gritar muito alto , isso alerta as pessoas de dentro do lugar que saíram correndo com espadas , um deles deixa a espada cair no chão e mesmo sem saber usar ,Sean pega a espada do chão e vai correndo em direção ao maior novamente e crava em suas costas lavando um chute muito forte me fazendo bater a cabeça em alguma arvore grande , fazendo-o perder a consciência por três dias seguintes deixando-o em uma ala hospitalar direto , ao acordar , ele vê Antamos vestindo vestes douradas que pareciam muito pesadas e tinha uma espada em seu cinto caso algo viesse a entrar no local para fazer algum mal para Sean , Sean se levanta atordoado e pergunta : Antamos , oque aconteceu ? onde está minha mãe ? e aqueles que tentaram me matar ? me explique oque está acontecendo aqui Antamos então chama Sean para caminhar que ele o explicaria tudo , Sean foi ouvindo cada palavra , as vezes sem olhar para Antamos , as vezes o olhava completamente assustado , então o jovem suspira , imaginando como seria sua vida agora, que é um semi deus , não poderia mais sair por ai como uma pessoa normal , que tem muitos riscos que podem vir acontecer , imaginando se teria que passar toda sua vida no lugar aonde estava , se nunca mais poderia ver sua mãe .
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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Maya Roux Burnier em Qua 29 Maio - 16:48

Nome: Maya Roux Burnier
Deus: Ares
História:

"Marche!" Tenho escutado essa frase por toda a minha vida até agora. E é deste modo que eu caminho para a minha sobrevivência, marchando. Tudo isso aos olhos atentos do sargento Sanchez, que é a voz maior na escola militar em que eu cresci. Ao contrário da maioria dos pais mortais dos semideuses, a minha mãe ainda está viva e vem cuidando de mim mesmo que a distância, me ligando uma vez por semana para se certificar se estou bem ou não. Não me revolto com ela por ter me colocado no meio de vários futuros soldados em Michigan, pois foi neste local que eu formei o meu caráter; e ela não me abandonou.

Agora vem a questão de como me descobri como semideusa. O Natal, onde minha mãe fizera uma enorme ceia por minha volta na nossa casa – em NY City. Carregando uma mala, e usando o meu melhor vestido vermelho para a cerimônia onde ficaria apenas minha mãe e eu – do jeito que eu gosto – abri a porta da frente depois de passar pela varanda, onde milhares de alarmes soaram altos em meus ouvidos. Com as mãos abafando as orelhas, comecei a gritar pela minha mãe no interior da casa – Mamãe! Que raios de alarmes são esses? – Perguntei, com um quê irritado e divertido em minha voz, segurando o riso até vê-la no fim da escada, segurando um pequeno controle que desligou todos os alto-falantes de sua casa, com um sorriso – Vovô Burnier, querida. – Minha mãe não é paranoica a ponto de fazer este tipo de alinho mudo em relação à segurança, contudo meu avô tomara todas as providências para que isso não passasse despercebido. Um soldado aposentado das forças armadas americanas que sobrevivera à Segunda Guerra Mundial, não é para menos. Ela correu escada abaixo com seu vestido igualmente vermelho, com os braços abertos para me recepcionar. – Oh Maya! Que saudades de você. – Ela disse com um tom extremamente terno, e apesar de ser um tantinho turrona, ainda sentia um pouco da falta do carinho de minha mãe. Me permiti sorrir silenciosamente enquanto ela lia minha face, sabendo que eu me sentia igual a ela. Não sou uma pessoa de muitas palavras, e ela sabia disso. – Vamos comer, mamãe. A viagem foi um pouco longa e estou com muita fome. – Eu assinalei, revirando levemente os meus olhos enquanto indo novamente até a varanda, recolhi minha bagagem de mão e deixei-o no hall da casa. Depois de alguns minutos, eu e minha mãe já havíamos devorado meio leitão de tamanho médio e acabado com uma panela de arroz selvagem com bacon e lentilhas, estávamos degustando da sobremesa, uma enorme tigela de gelatina de framboesa. Sentadas no sofá da sala, assistindo à vários seriados natalinos. Na verdade, ridicularizando os personagens e o ator que escolheram para fazer o coroa Noel, minha mãe gargalhava alto e nossas risadas ecoavam por toda casa, acordando os vizinhos que se punham para dormir cedo. Até que o som estranho de algo sólido colidindo com a porta de modo estrondoso, abrindo-a com estrondoso baque, que fora ecoado com o som do alarme que sobrepunha todos os outros, e nossa sala continha uma criatura ofegante, com chifres e pernas de bode entrou na sala, chamando: – Lee! – Mas foi tudo muito rápido, e minha mãe agora apontava a arma (que eu não fazia ideia de onde ela havia tirado) para a face do chifrudo sargento de minha escola militar – Capitão Sanchez?! O que você está fazendo aqui? – Perguntei, jogando a colher de prata por trás do ombros, me colocando de pé do sofá, bem atrás de minha mãe que percebera de quem se tratava quando a luz da televisão o alcançou. Ela abaixou a arma, perguntando o que havia acontecendo. O sargento apenas respondeu “Ciclopes, estão vindo. Um bando deles.”. Isso me deixou perplexa, olhando interrogativamente de minha mãe para o bode Sanchez, mas apenas prestei atenção completa em minha mãe quando ela disse: – Para garagem!

Depois de três minutos fazendo perguntas em voz alta para os dois adultos, nenhuma delas foi respondida até que eu berrei, pegando o Capitão Sanchez pelo colarinho no corredor que levava a entrada da garagem – O que está acontecendo?! Responda para mim, seu bode velho! – Antes que ele rebatesse, minha mãe tirou-me da frente do híbrido colocando os braços em minha cintura e me puxando em extrema dificuldade da farda do mesmo, me empurrando garagem adentro, onde ela guardava um enorme arsenal com armas de fogo, desde calibre 38 até AK-47, dentre outras armas das quais eu nem sabia o nome. Sanchez falou, hesitante – Lee, nada disso vai ser útil e não for de... – Minha mãe ergueu a mão para interrompê-lo: – Bronze celestial? – Ela perguntou, com um sorrisinho satisfeito, carregando várias metralhadoras cm algo que não eram balas comuns, eu tinha certeza. Até que ela me entrega uma dessas armas e um cinto com diversas cargas, enquanto eu lhe dirigia um olhar atônito. Ela percebeu o meu olhar e sorriu de modo que me fez ler seu semblante como quem vai entrar bravamente em uma batalha – Seu pai cuidou de tudo caso um dia como esse chegasse. Você está pronta, querida. – Ela piscou pra mim, me soltando e nós três nos encaminhamos para a parte da frente da casa, onde homens altos e bruscos com um olho só esperavam uma aparição nossa para o ataque e conseguir o que queriam. Uma adolescente de vestido vermelho para o jantar.

Sem hesitar, me direcionei até a varanda da casa, ouvi o barulho de minha arma que estava sendo destravada por minhas mãos firmes e confianças. – A CASA CAIU! – Berrei como uma frase de guerra, não focando nos horríveis olhos no meio da testa daquelas criaturas, apontando a arma para frente e disparando contra os monstros que estavam do outro lado da larga rua, gritando mais ainda em fúria contra os ciclopes, deslocando a ponta da arma de um lado para o outro; esperando inalar o cheiro de pólvora que não veio, pelo fato das balas serem feitas de outro tipo de material. Um sorriso triunfante havia tomado conta de meu rosto, principalmente vendo o breve olhar de orgulho de minha mãe e os olhos arregalados do Sargento Sanchez. Porém não houve tempo de dizer alguma coisa, pois outros ciclopes vinham, virando as duas esquinas e cercando a rua, de modo algum deixando qualquer brecha para uma fuga. Mamãe apontou para o carro que estava estacionado na frente de casa: uma de suas belas picapes monstruosas. Corri novamente para o hall, tomando as chaves, meus pertences, e consequentemente a direção da picape, com o bode e minha mãe de passageiros. De modo insano, dei partida no carro, arrumando sua marcha e indo direto contra uma trupe de cinco ciclopes que estavam bloqueando o caminho, e a velocidade que eu percorria não permitia que minha mãe preparasse a carga de sua calibre trinta e oito de bronze para disparar contra eles da janela antes de atingirmos pelo menos três. “NÃO VAI DAR TEMPO!”, grita Sanchez. Os ciclopes do meio foram abatidos pela arma da minha figura materna, entrementes os outros dois que sobraram se jogaram na calçada antes de virarmos a esquina. Logo eles correriam atrás de nós. Porém não duraram muito tempo para contar a história, sendo abatidos, atropelados e confundidos pela minha brava mãe.

– Exijo explicações! – Disparei rispidamente, com toda tensão da perseguição jogada de lado, se tornando mais pesada pela minha aura irritada. Eu queria respostas. Eles me deram as respostas que eu queria: Acampamento, Deuses Gregos, Meio-Sangue... Hã? Mas a verdadeira resposta sobre quem é o meu pai ninguém quis dizer, o que me fez bater no volante bruscamente enquanto chegávamos à Long Island – ambos me orientando que caminho tomar, pois me recusei a largar a direção do transporte. Porém mamãe prometeu que logo eu saberia sobre quem se trata o meu progenitor paterno, e eu acredito nela mais do que tudo, pois se tinha alguém por quem eu prezava e largava toda minha tenacidade sem medo era perto dela. Paramos na base de uma colina, onde relutei em deixar minha mãe sozinha para voltar para casa. – Não ligo para uma droga de fronteira. Você vai comigo! – Rebati rispidamente para ver o sorrisinho terno de minha mãe uma última vez antes dela me dar um abraço e entrar na sua picape, dizendo – Eu vou ficar bem, Maya. E se algum ciclope tentar abater-me... – Ela hesitou, com um riso sarcástico e bravo desta vez, colocando mais carga na metralhadora que eu estava portando antes, com o som da disparadora indicando estar cheia para uso dá realce a sua afirmação – Estarei pronta. Eu garanto! – Essa me lançou uma piscadinha maldosa e colocou o par de óculos escuro do estilo militar no rosto, antes de cantar o pneu e disparar para longe da base da colina. Suspirei pesadamente antes de depositar um olhar ácido para o sargento Sanchez, que dizia algo como “É por isso que seu pai gostava tanto dela.”. – Não vai mesmo dizer quem é o meu pai? – Questionei, e ele apenas apontou para um pinheiro que estava encarapitada no topo da colina, bradando “Marche, Burnier!”.

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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Ares em Qua 29 Maio - 22:59

RECLAMADOS; Sean Dunnel Rush e Maya Roux Burnier.
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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Caterina Gyllenhaal em Qua 26 Jun - 9:46


Reclamação de Ares

Moro em uma residência relativamente grande nos subúrbios de Nova York e agora estou na sala da minha casa praticando Kata. Minha mente ainda está fervilhando de ódio e apenas a pratica desses exercícios são capazes de me acalmarem um pouco. Só consigo pensar que alguns dias atrás eu fui expulsa da minha sétima escola. Eu gostava do lugar... o calor do Texas, a disciplina exigida por se tratar de uma instituição militar, o contrabando de armas. Principalmente o contrabando de armas*.Os professores amavam me obrigar a falar e eu me recuso a me expor. Ponto final, the end. Mas como nenhum lugar é perfeito, as coisas até que eram legais.

Lembrar do evento que causou minha expulsão me faz ter vontade de pegar minha katana e destruir toda a sala. Um dos meus colegas de classe – um estupido que adorava encher o saco e que vivia sendo alvo dos meus maravilhosos golpes de karate - invadiu o meu quarto de madrugada e tentou me tocar enquanto eu dormia. Porem eu fui ensinada a desde pequena manter constante estado de alerta e antes que algo mais serio pudesse ter acontecido eu já tinha jogado ele do outro lado do quarto e estava em é com minha katana em mãos. Ele se achou o maioral ao sacar um canivete suíço do bolso e avançar em minha direção ‘tentando’ me atacar gritando obscenidades e que me faria mulher essa noite. Eu posso não ter atitudes muito femininas, mas sou mulher sim, obrigada. Irritada pelo comentário eu fiz um pequenino corte na lateral do seu torso com minha katana e adorei ver o sangue manchar sua camisa verde. Seus gritos estridentes, e muito femininos, diga-se de passagem, alertaram alguns dos soldados que faziam as rondas nos corredores e em pouco tempo eu estava presa e o idiota a caminho de um hospital. Em menos de um dia após o feliz acontecimento eu estava em casa, sem lugar para estudar e praticando kata por que ninguém quer me deixar ir até um dojo para praticar karate.

Tenho quinze anos e moro com minha mãe e meu avô. Vô Gy serviu o país na primeira e segunda guerra mundial e adora contar o que aconteceu com ele na Europa ao lutar contra os nazistas. Eu adoro ouvir essas histórias e minha mãe também gostava, já que seguiu a mesma carreira do pai e se tornou coronel de um regimento no Iraque. Por ter crescido com os dois acabei me acostumando com o jeitinho todo especial de agir dos soldados. Tornei-me faixa preta aos seis anos e tenho certeza que nenhuma menina de quine anos consegue montar um rifle em três minutos como eu. Meu TDAH me enche o saco, mas me esforço bastante para estudar e me formar o mais rápido possível para entrar para o exercido o quanto antes e ter permissão chutar a bundas por ai. Nos últimos anos tenho me sentido estranha, tido uns desmaios estranhos, tendo em seguida pesadelos estranhos e acordado sempre em sua companhia Sr. Charles. E isso é o mais estranho de tudo. Se é que isso é possível. Quando eu tenho um desses apagões sempre sonho com monstros tentando me matar. Umas coisas que parecem morcegos velhos com cara de senhoras sulistas, dragões com um monte de cabeças, uns humanoides com quase dois metros de altura e um olho só... por ai vai. Eu acho que tenho um tumor no cérebro ou algo tão fatal quanto, mas não quero deixar ninguém preocupado comigo. Vovô Gy já bem velho e minha mãe está sempre fora a trabalho, não posso causar ainda mais problemas.

A campainha toca e eu um pouco suada pelo exercício vou até a porta e fico surpresa ao me ver em frente do professor Charles. Ele ensina história na Escola Militar e eu acho que gosta um pouco de mim, ao menos ele não parece se importar tanto com TDAH quanto os outros professores. Com exceção dele estar sempre por perto quando eu acordo dos meus desmaios ele até que é bem legal. Meu corpo boqueia a porta e não permite que ele entre e eu pergunto: – Por que você está aqui? Um milagre aconteceu e serei aceita na escola novamente? Faço o comentário no final em tom obviamente sarcástico e ele fingindo não ter percebido afirma que será meu professor particular pelos próximos anos e que precisa acertar alguns detalhes com meu avô sobre o contrato. Pasma, eu acabo dando espaço para ele entrar e fico observando o modo engraçado dele andar. Entendo que eu tenho que estudar, mas em casa? Sem ir a uma escola? Meu avô deve estar mais irritado do que eu imaginava com o incidente com minha querida katana.

Professor Charles era motivo de chacota por parte dos alunos, por andar de modo estranho e obviamente não tem o característico ar disciplinado de um soldado, ele mais se parece um hippie. Uma vez perguntei por que ele mancava e caminhava naquele ritmo estranho e ele apenas me disse que se tratava de ‘algo raro’, assumindo que era uma doença estranha eu deixei o assunto de lado. Quando meu avô o vê, vejo um flash muito rápido de pânico surgir em sua face antes de ser substituído por uma mascara de fria aceitação e indo até o escritório pede que meu professor o siga em tom mal humorado. Estou louca para saber quais são os itens a serem abordados no ' contrato', mas vovô Gy se vira e diz: - Volte aos seus Kata. Você é muito lenta... melhore isso! E fecha a porta sem me dar a chance de responder. Tenho uns segundos de reflexão antes de lentamente ir até o escritório e colar meu ouvido na porta. De inicio não consigo ouvir muita coisa já que conversam em tom baixo, mas meu avô começa a gritar e me sento no chão e ouço suas palavras sem a necessidade de ficar tão próxima da porta. - Não iremos abrir mão dela!  Ela vai fazer dezesseis anos e viveu muito bem conosco! Não irei permitir que a leve para o acampamento. Acampamento? Que acampamento? Se eu irei ter aulas particulares, por que estão discutindo sobre um acampamento? Geralmente as crianças e adolescentes vão para esses lugares nas férias, eu acho. Profs Charles deve ter dito algo, pois vô Gy voltou a gritar: – Sorte? Não temos sido atacados á anos e.... O QUE? NA ESCOLA MILITAR? NÃO PEÇA QUE EU ME ACALME!!! O  que... quem? Eles voltam falar baixo e eu colo meu rosto contra a porta. - Foi um ciclope que invadiu o quarto dela?... para que ela não seja tão vigiada, provavelmente... pedi para alguns amigos muito bem escolhidos que ficassem de olho nela... tem certeza que está sendo seguida? Deve ser a melhor opção, mas... Agora? Minha filha não vai ter a chance de se despedir... Entendo. As frases agora ficam entrecortadas, porem eu entendi o suficiente para saber que não irei a lugar nenhum com Charles. A porta se abre abruptamente e me faz cair para trás. Sem me sentir envergonhada por ter sido descoberta tão facilmente pergunto insolente: – Sobre o que estavam discutindo? Por que vou ter que ir embora com ele sem ao menos falar com minha mãe? Quem é ciclope? Jogo todas as perguntas de uma vez e ambos se olham e ficam em silencio. Sem detectar qualquer indicio de que eu possa ser respondida por pelo menos quatro dias, perco a paciência e volto a falar: – Oh, como eu adoro o silencio... como eu adoro não saber o que as pessoas falam pelas minhas costas! Me. Respondam. Agora. Cruzo os braços frente aos seios e bloqueio a saída dos dois. Ninguém vai sair daquele escritório antes de eu receber as minhas malditas respostas. Meu avô dá as costas para mim e volta para dentro. Empurrando profs Charles eu entro no local e fico com os olhos arregalados ao ver vovô Gy empurrar um quadro feio e ver uma porta de cofre surgir. Ele tira de dentro katana com a bainha linda decorada com algum metal levemente dourado. Me pareceu ouro rosa, mas não tenho tanta certeza e me entregou junto com uma bolsa pesada. – Leve essa bolsa com você. Não discuta, apenas vá. É para seu bem. Considere isso como uma ordem! Se dirigindo ao homem que ainda está parado na porta diz que minhas armas são todas de bronze celestial, que caso precise eu saberei me defender e o fez prometer que irá me explicar tudo da melhor maneira possível. Voltando a falar comigo afirma que falará com minha mãe e que estrará em contato comigo.  

– Vamos Cat, as Irmãs cinzentas estão me esperando... deu muito trabalho convence-las e fazer isso... vários dracmas a mais. Meu avô me deu uma ordem e ela foi a de ir com profs Charles, mas logo depois de sair da casa fico em estado de choque ao ver que quem dirige o taxi são na verdade três senhoras que estão brigando loucamente. Por um olho? O que são dracmas? Charles me empurra para dentro do veiculo e se joga para dentro antes de gritar para as ‘motoristas’ que corram. O taxi acelera abruptamente me fazendo bater a cabeça no encosto do banco com força. Charles não para de olhar para trás pelo vidro e eu decidi que é melhor encher o saco dele para que desembuche do que pensar nas três loucas no banco da frente! – O que está acontecendo? Por que tenho que ir para ‘não sei onde’ com você? Irritada me viro em sua direção e cobro uma resposta decente. Sem ao menos olhar em meu rosto e prestando total atenção ao que acontece do lado de fora do taxi ele hesitantemente começa a falar sobre a Grécia antiga, deuses, monstros e pergunta se eu me lembro de suas aulas sobre eles. Eu nem ao menos me dou ao trabalho de fingir que sei muita coisa sobre o que ele está falando. – Ah, aquela baboseira sobre a qual você gosta tanto de falar? Não lembro. Com os olhos arregalados ele grita novamente com as ‘Irmãs’ e pede que acelerem ainda mais, pois estamos sendo seguidos. A distancia vejo uma grande ave vindo em nossa direção, mas isso é irrelevante quando comparado ao modo alucinado com que elas dirigem. Sou jogada de um lado a outro na parte traseira do taxi e o mesmo acontece com Charles. Deitado no assoalho ele esbraveja comigo: [b] – Toda a baboseira que eu falava era para você. Só para você. Isso por que é filha de um dos deuses do olimpo. [/color] Não tenho tempo de digerir a estupida afirmação, já que a ave gigante nos alcançou. Ela é exatamente igual à morcega velha/senhora sulista dos meus pesadelos e isso me causa calafrios consecutivos na coluna. Assombrada pela semelhança, eu acabo comentando isso em voz alta. [b] – Nunca vi um semideus ser tão suscetível a nevoa em toda a minha vida! Nunca houve desmaio algum, nunca houve pesadelo algum, foi apenas sua mente dando um jeito de mascarar a verdade! Os deuses existem! Os monstros existem e a benevolente faz parte da segunda categoria! Ah, ela quer te matar e eu estou aqui para cuidar de você...[/color] Ele termina a frase com tom pouco confiante.

Chacoalhando junto com Charles no assoalho ouço todos os disparates que ele diz tentando me convencer de que é doido, mas algumas lembranças de minha infância começar a fazer mais sentido. Meus pesadelos sempre foram muito reais e se ele deve me ‘defender’ isso justifica sua presença todas as vezes em que eu despertava. Ele estava ao meu lado. Sempre. Com uma parada brusca sou jogada contra a porta do taxi e com toda a certeza irei encontrar uma marca roxa em meu corpo depois daquilo. As portas se abrem e pulamos para fora do veiculo. Antes que eu pudesse agradecer pelo ’ótimo’ serviço prestado o carro acelera e rapidamente faz o caminho inverso, voltando para a cidade. Estou no meio do nada com meu professor louco de história, fugindo de uma morcega gigante. A MORCEGA!! Tinha me esquecido dela, aquelas velhas taxistas são tão estranhas e as afirmações de Charles tão descabidas que tinha me esquecido do perigo. Tiro a katana de bronze da bainha e me preparo para a luta. Ele começa a correr em direção ao topo da colina e grita que estaremos salvos quando passarmos pela grande arvore que cresceu exatamente no ponto mais alto. Olho para a morcega velha que voa a pouca distancia e ainda com a katana em mãos eu corro morro acima. Charles cai a pouca distancia de mim e perde um de seus sapatos. Quando vejo que onde deveria estar o pé tem um casco fendido eu desisto disso e paro de correr para me beliscar e ter certeza de que não estou sonhando.

O monstro nos alcançou e vem diretamente em minha direção. Com as garras consegue rasgar a alça da minha mochila, mas meus reflexos fizeram com que eu me esquivasse no último segundo. Quando ela vem para um segundo ataque e como eu não tenho tanta sorte assim,  tropeço na grama, caindo de costas. Sem perder essa oportunidade a morcega me ataca vorazmente a dessa vez consegue agarrar meu ombro direito. A dor é enorme e se eu não fizer nada para me libertar irei morrer aqui mesmo. Com dezesseis anos, virgem, sem nunca ter ficado bêbada, e sem ter conseguido entrar para o exercito. Charles grita meu nome em desespero e pula nas costas do monstro e começa a bater na cabeça dela com o outro pé do sapato.  A situação é risível, mas me faz perceber que ainda tenho a katana na outra mão e esta não está machucada. Com um movimento rápido enfio a arma o mais fundo que consigo dentro do corpo do monstro maldito e sou surpreendida pelo grito de dor emitido por ela e a poeira gerada pela sua ‘morte’. Charles que estava montado na morcega cai sobre mim quando a coisa se desfez em pó e a dor em meu ombro é insuportável. Respiro fundo e consigo engolir o grito de dor ao empurra-lo e me levantar. Com a visão embaçada vejo que não estamos longe da arvore e que várias pessoas correm em nossa direção. Aproveitando os últimos momentos a sós eu falo: – Profs Charles/Cabrito, então eu sou um filhote de deus, é isso? Sinto mãos em meu corpo tentando me manter em pé e perguntando coisas para mim. Minha mente vai ficando cada vez mais nublada e completo a frase em um sussurro: – Legal. Finalmente de dou por vencida e me deixo levar pela doce inconsciência.
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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Seg 1 Jul - 11:01




CATERINA GYLLENHAAL, reclamada.


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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

Mensagem por Alexis Henderson em Sab 13 Jul - 17:31

Nome? ALEXIS HENDERSON
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Ares
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

Rio de Janeiro,era uma cidade bonita e com grandes lugares históricos. Porém,havia um grande contraste social naquela cidade,as favelas.E foi na favela eu nasci,um menino de 12 anos pobre,sem educação,e sempre lutando para sobreviver.Apesar de precisar me defender e conseguir meu alimento,eu gostava de lutar,gostava de entrar em gangues só pra lutar eu tinha uma sede insaciável pela luta.
Certo dia me apareceu uma pessoa,um homem bem alto,forte e com uma cara bem assustadora.Ele se aproximou de mim e disse:
-O que faz por essas ruas garoto?
Eu respondi:
- Não é obvio,sou pobre!
O homem estava comendo um pão e como eu estava com muita fome,eu tentei tomar de sua mão,mas ele foi mais rápido e me derrubou,eu estava com muita fome e precisava daquele pão de qualquer jeito,começamos assim uma luta.Ele era bem forte,mas forte do que eu,mas eu não podia perder aquele alimento.Eu usei toda as minhas forças sobre ele mas não adiantava ele não sentia nem conssegas e com um golpe rápido e certeiro ele me derrubou.Eu estava revoltado com aquela humilhação.Porém percebi um olhar de surpreso naquele homem, e ele manda eu o seguir.E eu fui atrás dele.No caminho perguntei:
-Para onde está me levando?
-Para um lugar em que eu passei a minha infância...
Ao chegar-mos percebi que era uma academia de luta,e que estava bem velha.E ele disse:
-Percebi que você gosta de lutar tanto quanto eu! Se deixar eu lhe ensinar a lutar,te deixarei morar aqui e te darei alimento e proteção.
Eu não poderia perder uma oferta daquela e logo aceitei.
Fiquei anos morando com ele e quando completei meu 21 anos de idade eu já tinha superado meu mestre.Um dia eu achei o amor da minha vida ela se chamava Ana,uma menina bonita,descontraída e simpática. Logo eu e ela nos apaixonamos.Estava tudo bem até o dia em que meu mestre disse que ela estava acabando com o meu treino,que eu n me concentrava mais e que eu devia terminar.Eu discuti com ele,mas de certo modo eu devia fazer aquilo afinal eu era um homem que tinha muitos inimigos, e não queria que nada de mal acontecesse a ela.
Fui até a casa de Ana bati na porta algumas vezes,chamei ela,mas ninguém respondia,então arrombei a porta.Ao entrar vi algo vermelho pelo chão,parecia sangue,então decidi seguir os rastros,quando cheguei no final... Eu achei Ana jogada no chão,estava bem feriada.Eu peguei ela no colo,coloquei-a no sofá e logo tratei de curar seus ferimentos.Quando ela melhorou perguntei quem havia feito aquilo com ela.Ela me disse que tinha sido seu velho namorado.Eu jurei vingança. Mas ela falou que não era para eu perder a cabeça.Eu me acalmei e perguntei:
- Quer que eu durma com você essa noite
- Não precisa já estou melhor
Me despedir dela e fui embora.Não conseguir dormir,pois só me perguntava como ela estava.No dia seguinte eu fui a casa dela e quando bati na porta... ninguém me respondia novamente,então percebi que a porta estava aberta e ao entrar percebi que n havia ninguém só tudo jogado pelo chão.Quando olhei para a parede percebi que havia um recado,que tinha escrito:
" Se você a quer novamente,me encontre no prédio abandonado da rua Jazidas, às 00:00"
Eu sabia que n ia acontecer algo bom se eu fosse lá mais a pessoa mais importante da minha vida estava lá.A principio meu mestre não concordou,mas eu precisava ir e ele me entendeu,então as 00:00 eu estava lá.E quando girei a minha cabeça eu vi Ana e quando fui correndo desamarrá-la de uma pilastra... Eu recebi um soco que me derrubou no chão,quando levantei eu vi o responsável por tudo aquilo o ex-namorado de Ana,eu queria acabar logo com aquilo e começamos a lutar...
Ele me derrubava,me socava e eu já estava sangrando e cai no chão.Ele era muito forte, mas eu não podia perder.Então me levantei e voltei a luta... Dei socos,chutes e consegui nocauteia-lo. Logo peguei um pedaço de ferro que estava próximo a mim e enfiei em seu coração.
Então corri para desamarrar Ana e quando a soltei dei um beijo nela e disse:
- Nunca mais te deixarei sozinha novamente.Eu te amo!!!!

E foi assim que cheguei aqui
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Re: Reclamação de Ares - 27/07/2013

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