Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

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Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Alec L'ars Hoyer em Dom 28 Abr - 1:51

Nome? Alec Joseph L'ars Amundsen Hoyer
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hefesto
Conte um pouco de sua história.

Não posso dizer que tive a vida que pedi aos deuses, por que quase morrer muitas vezes não estava no meu planejamento de vida perfeita, talvez algo mais pacato quem sabe. Minha vida foi normal até os doze anos, que lerdeza a minha nem me apresentei, prazer Alec, a parte bonita da gestação, eu sei que o James não vai concordar mas é a mais pura verdade, realmente não sei pode onde começar a contar sobre minha vida, se é pela parte normal ou onde tudo isso virou um caos, realmente eu não sei, mas vamos recapitular um pouco, não vou conseguir estabelecer um só ponto então creio que é mais prudente que eu comece bem do começo pra evitar confusões por parte daqueles que venham a ler ou ouvir minha história maluca de vida, que fiquem avisados pode parecer normal, mas é apenas mais uma história dentre a de tantas crianças provindas de deuses olimpianos que vão ver.

Não sei bem como ocorreu antes do nosso nascimento, sim nosso, por minha sorte ou azar tenho um irmão gêmeo, James, mas a parte dele da história vocês vão ter que esperá-lo pra saber, o que sei sobre como meus pais se conheceram resume-se das vezes em que minha mãe nos deu a liberdade de contar sobre ele, o que foi quase nunca, mas ela sempre ressaltou que foi na faculdade, ele não era o cara mais bonito, nem o que chamava mais a atenção, mas minha mãe é uma engenheira mecatrônica, qualquer um que invente coisas muito bem chama a atenção dela, as mãos calejadas, o sorriso torto quando ela insistia em ser teimosa com ele e alguns jantares fizeram com que ela se apaixonasse perdidamente por ele, mas como vocês sabem por outras histórias com biotipo da minha eles sempre vão embora, com minha mãe não foi diferente, mas antes mesmo de saber que estava esperando gêmeos ou que estava grávida ela arrumou outro que a amava perdidamente e estão juntos até hoje, é o Michel é um cara legal, Hefesto pediu uma única coisa a minha mãe, que nos escondesse, a princípio aquilo de deus olimpiano era doideira pra ela, engenheiros u.u Mas com o nosso nascimento e uma certa ajuda de Hefesto no começo ela compreendeu tudo e nos escondeu bem por doze anos.

James e eu nascemos em uma tarde de verão, estava tão quente naquele dia que parecia que o inferno estava na terra de tão quente, mas nós nascemos sorrindo, foi o que minha mãe disse, mas emburrado como o James é ele deve ter nascido mandando todos irem se foder ou fazendo bico. Nós crescemos como crianças normais até os cinco anos quando começamos a brincar com fofo e acidentalmente botamos fogo no celeiro, sim morávamos em uma fazenda e nunca frequentamos uma escola, mamãe achou melhor pelo fato de ter dois filhos disléxicos e com déficit de atenção, seria o dobro de dores de cabeça pra ela. Michael sempre gostou de nos ver treinar o físico, ele sabia, sempre soube, mas até termos oito anos ele e nem minha mãe jamais nos contara que ele não era nosso pai, depois daí todo café da manhã era motivo pra desculpas que tendiam a terminar tentando extrair deles quem era nosso pai, mas eles foram firmes até uma manhã em NY.

Tínhamos doze anos na época, íamos a uma apresentação em uma escola de gente metida, um internato, por que eles achavam que ficaríamos bem lá? Antes de irmos embora tudo explodiu pelos ares, eram algumas criaturas estranhas, tinham apenas um olho e diziam "Vinguem-se de Hefesto, matem os garotos", fiquei um tempo sem entender, meus pais sumiram e conseguimos falar com eles horas depois, eles pediram pra que não voltássemos, que poderíamos ser mortos, despejaram em nós toda a verdade, depois do incidente eu já acreditava em tudo, tudo mesmo. Caminhamos pelos becos famintos e sujos por semanas, aprendemos a nos virar, a sobreviver, em um dos becos encontramos uma menininha, ela deveria ter aparentemente uns oito ou nove anos, mas ela tinha onze, era pequena e frágil e seu nome era Elizabeth, mas insistiu pra que chamássemos-na apenas de Effy, era mais bonito.

Quando encontramos Effy já tinha mais de um ano que estávamos vagando, ela estava prestes a completar doze anos e nós quatorze, mas foi apenas o começo de nossa jornada, em todo esse tempo fizemos amigos e conhecemos pessoas como nós, chegou um um tempo em que Effy já tinha quatorze e nós dezesseis, chegamos a ouvir falar sobre um Acampamento, mas preferimos seguir sozinhos e acabei por me envolver com Effy algumas vezes, nada sério, éramos e ainda somos bem jovens, nem chegamos a namorar sério, apenas alguns beijos. Encontramos Heck,nosso sátiro um pouco depois, insistiu para que fossemos pro Acampamento, James e eu achamos mais sensato, Effy e nós estaríamos melhor por lá, foram dois dias árduos, harpias nos atacaram e machucaram James, mas conseguímos, depois de três anos juntos nós tivemos que nos separa, para meu alívio e pesar, alívio por que Effy não era minha meia-irmã, então os beijos por nós trocados não tinham muito problema e pesar por me afastar dela. Depois de alguns dias na enfermaria eu e James estávamos em perfeita forma e partimos para nossa nova morada, o chalé de Hefesto.

_________________

Alec Joseph L'ars Amundsen Hoyer

Hey, i just met you and thi is crazy But here’s my number so call me, maybe It’s hard to look right at you baby But here’s my number so call me, maybe. Hey, i just met you and thi is crazy But here’s my number so call me, maybe And all the oter boys try to chase me But here’s my number so call me, maybe Dobreva

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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Dom 28 Abr - 14:45




alec l'ars hoyer, reclamado.


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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Fred Üshoa Donati em Seg 29 Abr - 16:00

Nome? Freddie Ushoa Donati
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hefesto
Conte um pouco de sua história.

Fred nasceu e foi criado em Manhattan por sua mãe Betty, já seu pai o garoto nunca conheceu. Fred sempre teve vontade de conhecer seu pai ou ao menos saber quem ele era já que toda vez que fazia essa pergunta a sua mãe a mesma apenas dizia que seu pai era um grande homem. O jovem sempre se perguntou em que sentido ela dizia aquilo, porem nunca obteve a reposta.
Sua mãe era dona de uma pequena mecânica, não era grande coisa mais rendia dinheiro suficiente para ambos viverem bem. Uma vez Betty deixou escapar que seu pai gostava muito de mecânica oque fez Fred pensar que o homem era um mecânico igual sua mãe, então sempre que alguém perguntava o que seu pai fazia ele respondia que era um mecânico.

O meio-sangue estudava em uma escola publica do seu bairro, nunca foi um aluno exemplar, na verdade nunca foi um bom aluno já que seu Transtorno do déficit de atenção e sua dislexia atrapalhavam bastante seus estudo e mesmo assim os professorem afirmavam que isso era apenas um desculpa para sua preguiça ilimitada. O garoto se aborrecia muito com a escola sentido as vezes vontade de parar de estudar e apenas ajudar sua mãe na mecânica, porem sua mãe nunca concordou com a ideia já que não queria que o filho fosse apenas um mecânico. A única coisa boa que aconteceu a Fred na escola foi conhecer Bill, um garoto pequeno que usava muletas e sempre usava um boné vermelho nunca tirando-o, mesmo para alguém que andava de muletas o semideus achava que seu amigo caminhava um pouco estranho lembrando-o vagamente algum animal.
O garoto se sentia muito bem quando estava na mecânica rodeado de peças de carros, ferramentas e graxa. Já Bill não gostava muito do lugar mais mesmo contra sua vontade permanecia toda a tarde no lugar fazendo companhia para seu amigo. Era evidente que Bill não gostava daquele tipo de coisa preferindo uma fazenda ou floresta cheia de animais, plantas e ar fresco, isso fazia Fred se perguntar porque o garoto era seu amigo já que ele sabia que não era uma pessoa muito agradável. Logo todo obteve a reposta para sua pergunta.
Era um dia ensolarada costumeiro no verão, Fred e Bill estavam sozinhos na mecânica, Fred terminava de concertar um carro enquanto Bill comia enchiladase ao mesmo tempo tentava tocar uma musica estranha na sua flauta de bambu que também era um pouco estranha.
- Cara, não é porque você é ambidestro que vai conseguir comer e tocar essa coisa ao mesmo tempo. – disse Fred dando um pequeno sorriso zombeteiro.
- É que tenho que aprender essa melodia. – disse o Sátiro
- Não sei por que esse pedaço de madeira é tão importante pra você.
- Não fale assim da flauta ela era hum... da minha mãe.
- Tanto faz...
- Que cheiro é esse?
- Que cheiro? Não sinto nada, mas deve ser seus sapatos você nunca tira essa coisa.
De repente Bill levantou-se do banco em que estava e começou a cheirar o ar como um cão que os policiais usam para achar drogas ou explosivos. O garoto continuou cheirando o ar e ao mesmo tempo caminhando em direção da entrada do estabelecimento, até que ficar paralisado a dois metros da entrada com uma expressão de medo absoluto em seu rosto. Fred fica sem entender o que estava acontecendo até que começa a escutar um rosnado bem alto que se originava da entrada da mecânica, porem não tinha nada lá.
- O que é isso? – perguntou Fred.]
Então o animal que rosnava ferozmente aparece do nada, uma espécie de cão negro do tamanho de um leão, seus olhos eram de um vermelho intenso e enquanto rosnava para os garotos mostrava suas presas que pareciam bastante afiadas e prontas para dilacera-los quando der vontade.
- Que? Que bicho é esse Bill?
- É um Cão Infernal.
- Cão Infernal? Isso não é um animal mitológico? Isso não existe.
- Você está vendo ele não está? É um Cão Infernal é jovem e bem menor que um adulto mais não menos perigoso.
- Pequeno? Essa coisa é maior até que um Leão! Como isso é pequeno?
- A questão é que se não saímos daqui ou derrota-lo iremos virar ração pra cachorro.
- Entendo. Tem alguma ideia pra sair daqui, porque acho que não vamos conseguir derrota-lo se é que essa coisa pode morrer. E fugir não parece fácil já que ele está ocupando a única saída.
- Tem razão, nos temos apenas que distrai-lo de alguma forma e depois fugir. Eu vou correr na sua direção ele com certeza vai me perseguir, então nessa hora antes que ele me alcance você o atinge na cabeça com alguma coisa pesada.
O cão continuava observando os movimentos dos garotos e ao mesmo tempo rosnando, era incrível que ele ainda não tivesse atacado parecia que ele estava esperando que um dos garotos tentassem fugir para que ele pudesse atacar.
- Bom plano. Espera, como você vai correr de muletas ele vai te alcançar antes que você pensei em correr.
- Quem disse que vou andar de muletas?
Logo Bill jogou as muletas no chão e começou a tirar os sapatos, Todd não entendia o que o garoto estava fazendo até que ele tirasse o sapato do pé esquerdo. Onde devia ter um pé com cinco dedos tinha apenas um casco fendido com o tornozelo peludo.
-O... O que é isso? – perguntou Fred perplexo.
- Depois te explico não temos tempo para conversar. – avisou o Sátiro.
Bill estava certo antes mesmo que ele corre-se o Cão Infernal avançou em sua direção como se as pernas de bode tivessem abrido seu apetite de alguma forma. O cão corria em uma velocidade limitada já que o lugar estava cheio de carros e ferramentas jogadas pelo caminho enquanto Bill apenas saltava por cima de qualquer obstáculo que aparecia em sua frente. Fred vinha que o cão estava se aproximando e ainda estava desarmado, olhou em volta a procura de uma arma com pode suficiente para derrubar o animal, depois de alguns segundo encontrou a ferramenta certa um martelo enorme quase tão grande quanto o martelo de Thor.
- Isso deve ser o bastante... – disse o garoto ao mesmo tempo em que facilmente levantava o pesado martelo e o apoiava em seus ombros.
Fred se esconde ao lado do capo de automóvel para que o Cão não o vesse quando estive se aproximando, então ele o atingiria com o martelo na cabeça pela lateral. Bill passou rapidamente trotando e o garoto aguardava o momento certo para sair com seu martelo e atingir o animal. O cão se aproximou e Fred correu em sua direção já movimentado o martelo para trás para assim pegar força em seu golpe, porem esse movimento lhe trouxe uma desvantagem já que o peso para trás dificultou seus movimentos fazendo-o atingir o meio do animal em vez da cabeça. Mesmo que o golpe não fosse no lugar planejado a força foi o suficiente para derrubar o Cão Infernal que se retorcia em dor no chão.
- Vamos pra fora!! – gritou Bill já passando pelo Cão caído.
- Ok! – respondeu Fred acompanhando-o.
Os dois garotos corriam rapidamente em direção da saída e o Cão Infernal vendo que eles estavam fugindo levantou-se ignorando sua dor e correu em seguida dando um salto que o fez alcançar o calcanhar de Fred.
- Fred cuidado! – avisou o Sátiro ao ver que o Cão Infernal estava prestes a saltar novamente e alcança-lo.
O Cão saltou e ao mesmo tempo Fred sacou um pequeno punhal de ferro que ele mesmo fizera. O garoto virou-se e posicionou o punhal na sua frente pronto para atingir o animal quando o mesmo se aproxima-se. Bill pensava que estava prestes a falhar em sua missão e perder seu amigo já que ele sabia que uma misera adaga de ferro não seria o suficiente para derrotar o monstro. Porém quando a adaga está a centímetros do Cão sua ponta começa a brilhar como se a mesma estivesse queimando, a arma penetra a carne do animal queimando-o por dentro, segundos depois o monstro explode transformando-se em uma espécie de pó dourado.
- Sinistro.- disse Fred.
- Com certeza.- respondeu Bill.
Depois do ocorrido Bill e Betty explicaram a Fred tudo que ele tinha que saber sobre deuses, semideuses, monstros e o acampamento. Depois o garoto teve que decidir se queria ou não ir para o acampamento Meio-Sangue, sabendo que ataques semelhantes ao do Cão Infernal ocorreriam com mais frequência dali pra frente Fred decide ir.
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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Sab 4 Maio - 15:14

fred üshoa donati - reclamado.
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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Alycya Dragon em Ter 14 Maio - 19:45


Alycya Dragon

Nome: Alycya Dragon
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hefesto
Conte um pouco de sua história.


A vida de Alycya nunca foi muito boa, mas ela estava satisfeita com ela , ate um dia na escola em que tudo mudou.

Alycya nunca foi de se relacionar muito com as pessoas. Na escola ela sempre foi admirada pelos prefessores por sua inteligência e maestria com trabalhos manuais, porém mau sabia ela que seu pai era Hefesto, deus do fogo e da forja.Um dia , durante a aula de carpintaria, Alycya foi chamada na diretoria, porém antes que pudesse chegar-lá ela foi atacada por um cão infernal. Alycya correu muito , e quase foi pega, entretanto alguem a salvou; um satiro começou a chamar a ateção do cão infernal para que alycya se salvasse, porém a mesma estava paralizada de medo.
O sátiro olhou para Alycya e gritou tentando despertar-la do estado de paralizia:

-corra logo para o lado de fora, isso é um cão infernal, ele prefere carne de sátiro. Estarei lá em alguns minutos.

Alycya obedeceu e correu o mais rápido que pode, porém outro cão infernal apareceu. Ela não sabia o que fazer até que uma menina apareceu e a salvou. Alycya olhou para traz e viu que era sua colega de classe Amanda Norinton, mas ela estava diferente, parecia portar uma espécie de arco e flecha prata; sua roupa tambem era diferente , parecia um vestido prata , porem alycya não sabia identificar ao certo o que era. O satiro que a havia salvo do outro cão infernal havia voltado mas estava bem machucado, ele chegou perto de Amanda e começou a conversar com ela. Alycya estava tentando assimilar tudo aquilo, porém nao conseguia até que gritou perguntando:

- O que raios eram aqueles bichos e o que queriam comigo?

Amanda e o sátiro olharam para Alycya e começaram a rir ate que Amanda respondeu :

-Aquelo pequena era um cão infernal, e eles só atacam a semi-deuses.
- Pera ai ....Semideuses? Filhos entre deuses e mortais.
-Isso mesmo Alycya. Eu e Laxus creemos que você seja filha do deus da forja, mas para isso temos de levar-la para o acampamento.


Depois daquilo, Alycya foi ate em casa e disse a mãe o que havia acontecido, a mesma entendeu que ali não seria mais seguro para elas e mandou que Alycya fosse ao acampamento com Amanda e Laxus. Apartir dauqele momento a vida de Alycya comeeçou a mudar completamente.

Com quem está?sozinhaX Que música está escutando?nenhumaX Onde está?em casa X Que roupa está vestindo?calça jeans e blusa preta de mangaX Algo a acrescentar? -Não

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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Qua 15 Maio - 17:18




ALYCYA DRAGON, reclamada.

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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Enrico Z. Montecchio em Sab 18 Maio - 2:01


Nome? Enrico Zenari Albanio Montecchio
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hefesto
Conte um pouco de sua história.

Já estive atentado a tentar entender como que o mundo funcionava. Independente de qual forma. Como que as pessoas entendiam umas as outras, como que as pessoas pensavam sobre umas as outras. Como funcionava o preconceito, o racismo e até mesmo outros tipos de pensamentos de gente com mente fechada para a nova era que entrava. Imagino até mesmo como que eles pensariam sobre os filhos de Deuses que estavam apenas "infiltrados" no mundo humano, os chamados semi-deuses. De fato era esquisito escutar assim... "Semi-deuses". Sinto até mesmo que Hércules existira, se é pra ser sincero, e ultimamente, meus senhores, estou atentado a entender mais como que funciona essa coisa toda de Deuses, Titãs, Ninfas, Sátiros e entre tantos outros contos que pessoas dizem ser apenas mitos. Acredito mesmo que haja eles, mas.. Porque não se mostram? Porque não provam de uma vez por todas que estão prestes a fazer mais coisas para o mundo? E é nesse momento que eu fico na dúvida entre acreditar e não acreditar. - citei com o microfone perto de meus lábios, o roteiro que havia improvisado em minha mente durante toda a palestra.

Acredito eu que não é uma uma chance qualquer de algum recém-formado da escola ter conseguido uma bolsa de cem por cento em uma faculdade incrível na Itália. De fato não era mesmo. E eu tinha direito a dois cursos e sinceramente? Já tinha em mente quais seriam. Filosofia e História Antiga. Sempre fui um aluno muito... Estudioso. Um daqueles "nerds" de mente fechada. Tirando a parte de eu ser homossexual, eu era quase isso - tirando a parte de mente fechada, também. Pude ouvir muitos aplausos, até mesmo alguns assobios feitos com o auxílio dos dedo, mediante à minha palestra. Como retribuição, fiz uma reverência à plateia e logo me retirei dali o mais rápido que pude. Não, caro leitor, eu não gosto de aparecer muito a público, mas sempre deixei isso muito bem escondido por debaixo de sorrisos educados e cumprimentos "à la conde italiano". Mas do jeito que as pessoas geralmente olham pra mim... Parece que sabem tudo sobre a minha pessoa. Sabem da minha orientação sexual, sabem do meu passado, sabem de tudo. Pois bem... Acho que isso mudou bruscamente naquela noite, onde toda a minha vida estava prestes a mudar.

Havia percebido sim, algo um tanto diferente na plateia. Mais ou menos na região dos fundos daquele anfiteatro coberto. Mas apenas tentei disfarçar a sensação com alguns goles de um bom vinho argentino em minha casa. Tentei afogar novamente minhas mágoas da época de adolescente com a bebida. Algo que eu sabia que não funcionaria, mas... A sensação de se estar liberto à culpa, à preocupação e à depressão era mais do que ótima. Leitor, minha mãe e meu padrasto foram mortos por minha causa. Botei fogo no meu quarto em um momento de recaída de depressão quando eu tinha apenas quinze anos, um ano depois de ter sumido para longe do amor da minha vida, mas.. Aquilo se descontrolou e acabou chegando no quarto de minha mãe. Eu.. Nunca perdoaria a mim mesmo por ter acontecido isso. De toda a forma, ao sair de meu apartamento, a procura de mais vinho - sim, a quase uma hora da manhã - me deparei com o que eu simplesmente estranhei. As três senhoras de mais de cinquenta anos de idade me fitavam com os olhos quase que pegando fogo. Ao menos, seu brilho dizia isso.
Desculpem-me, senhoras, mas no que posso-lhes ajudar? - indaguei com uma das sobrancelhas arqueadas.
Você falou demais. - as três falaram ao mesmo tempo, tendo suas vozes distorcidas por algo a mais.
Franzi o cenho. Aquilo estava estranho de mais e uma voz dentro de mim dizia para sair dali imediatamente. Óbvio que tentei entender o que estava acontecendo, mas.. Quando as três senhoras ganharam um par de asas sombrias, eu não pude deixar de perceber o que meus olhos viam debaixo dos óculos: Fúrias, ou chamadas também por Benevolentes. Logo, a única coisa que fui obrigado a fazer - o que em si fora suficiente - era correr dali, com o trio voando atrás de mim. Tentei ir o mais normal que pude, mas quando uma das Fúrias enganchara suas garras em minhas costas, me obriguei a acelerar. Meus olhos lacrimejaram com a dor, mas tentei não ceder. Pude ver a não mais de duzentos metros de distância, um caminhão de gasolina parado ao lado do posto. Minha salvação., pensei comigo mesmo. Corri em direção ao caminhão e logo me escondi atrás do tanque. As Benevolentes que não foram burras, desviaram do tanque, mas ao dar a meia volta para enfim me atacar, engancharam as garras mais profundamente naquele metal que segurava todo o líquido. Saí dali assim que começou a escorrer gasolina para os lados e logo, lancei meu isqueiro em direção à poça meio oleosa que se formara. "Boom", e o posto se fora. Fui lançado para trás com minha roupa queimando mas... Ao mesmo tempo, não se desfazia conforme as chamas dançavam em meu ombro e pernas. Entendi do que se tratava, ao menos quem fosse esperto o suficiente e viciado em mitologia grega o suficiente, saberia do que estava se tratando. Deduzi - por mais insano que possa parecer - que sou um semideus. Assim como Hércules era filho de Zeus e Hera, no meu caso eu era um filho de uma mortal com Hefesto, o Deus do fogo. Me deixei apenas naquela dedução, já que adormeci logo após a queda.

Sem uma explicação óbvia, lá estava eu, naquele acampamento, com algumas mulheres e um sátiro ao meu redor, todos com olhos preocupados e eu... Indiferente, como sempre.
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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Sab 18 Maio - 11:11




ENRICO Z. MONTECCHIO, reclamada.

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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por John Summers em Ter 28 Maio - 20:56

Nome? John Summers
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hefesto
Conte um pouco de sua história.

John nasceu dia 30 de dezembro, em uma pequena cidade no sul de New York. John foi criado pela mãe, Sammy, que na sua vida fez papel de pai e mãe. Tocando no assunto de "pai", John desde os seus dez anos vinha perguntando onde seu pai estava, sua mãe, com um tom de lamento na voz, respondia-lhe que seu pai um dia o visitaria, e que depois dessa data, sua vida mudaria. Por tantos anos John esperou por essa data que nunca chegava.
John é um menino atlético, gosta de jogar vôlei, tênis, futebol e basquete. Ele também é muito bom com máquinas. Sempre consertando qualquer coisa. Seus trabalhos de feira científica são sempre sobre máquinas. Uma vez, ele montou um mini robô faz tudo e ganhou em primeiro lugar. Seu melhor amigo é Ulisses Velmont, um menino que só anda de calça, usa uma toca engraçada e adora a natureza. Sempre falando que vai para acampamentos, diz que ama dormir ao ar livre, John colocou até seu apelido de menino-natureza. Para John, isso é tudo bobeira, mas nunca falara isso com Ulisses, tinha medo de seu melhor amigo ficar sentido e nunca mais falar com ele, aliás, o menino-natureza era seu único amigo.
John nunca fora popular em suas escolas, sempre só observando as pessoas, até Ulisses ser sua dupla na aula de química. De primeira vista ele achou o menino meio estranho, mas depois se apegou ao tal.
Aos seus treze anos, John saía da escola. Com sua mochila apertada em suas costas, fazendo machucar. Logo, observou dois cara o seguindo. O nervosismo tomou o corpo do menino. Nunca fora seguido por dois homens, ainda mais dois homens de terno preto. John apertou o passo, tentando manter a mente em controle. Pensando que talvez não tivessem o seguindo, talvez eles estivessem somente tomando quase o mesmo destino. Ele balançou a cabeça, tentando manter foco nos seus passos, porque ele estava tão nervoso que se preocupava em tropeçar e cair e os homens de preto pegarem-no e sequestra-lo.
De repente seu melhor amigo, Ulisses, apareceu do seu lado. "Como...?", Ulisses sorriu e fez sinal para um táxi. Assim que entraram no automóvel, o melhor amigo disse ao motorista um endereço e começou a explicar à John coisas que não faziam sentido para ele. Por final, quando Ulisses já estava sem paciência, disse a John sussurrando para que o motorista não ouvisse: "Você é um semideus, John, estou levando você para o acampamento meio-sangue", explicou, "você vai ser reclamado por um deus, sou um sátiro" ele tirou um pouco do tênis. John levou um susto, porque ao invés de pés, Ulisses tinha cascos. "Seu protetor."
Não demoraram muito para chegar ao acampamento meio-sangue. Eles subiram uma colina, lá no alto havia um pinheiro e uma... Pele de cabra? John olhou perplexo. Seria algum ritual? "É o Velocino de Ouro... Uma história longa." John assentiu e eles entraram no acampamento.
Ulisses o levou até o Sr. D, que logo ele imaginou que fosse Dionísio, o deus do vinho. Dionísio tinha um probleminha em lembrar o nome das pessoas, porque depois de um tempo, ele chamou John de Joverson... Esse nome era estranho, se é que ele realmente existia. Por um tempo, John ficou no Chalé de Hermes, Ulisses havia explicado que todos os indeterminados ficavam lá. John não se sentiu muito bem, aliás, estava rodeado de filho do deus dos ladrões. Mas como ele não tinha muito o que dar, ficou despreocupado.
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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Qua 29 Maio - 8:51






John Summers, reclamado.




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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Max Corvin em Sex 28 Jun - 13:21

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Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hefesto
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a vida nunca foi boa pra mim sempre tive que aguentar os brigões  de minha escola quatro cara com cara de idiotas que adoravam zoar com migo eu era péssimo na escola tirava notas horrorizas meu único amigo era um nerd fan de rpg que antava mancando  chamado Alex cara era legal ele me ajudava a estudar e eu o ajudava a a conserta coisas da casa dele pois ela não era a pessoa mais rica da cidade sua casa era simples com coisas usadas e bem ruins (jamais via os pais dele em casa dizia  ele que eles trabalhavam muito) e pelos deuses como eu era bom em concertar coisas para um garoto de 13 anos eu era um ótimo mecânico mais a minha vida  não era ruim assim  eu tinha uma mãe ótima valeria corvin que mi amava de mais e batalhava por mim  afinal ela tinha que ser pai e mãe e por falar em pai eu já mais conheci o meu  minha mãe já falou de algumas vezes disse que quando eu nasci no dia 05 agosto de 1999 ele ficou dois dia e depois simplesmente sumi o  minha mãe disse que ele era uma cara legal a tratava como uma verdadeira deusa e que ela não sabia  porque ele desapareceu(dava pra ver que era mentira) mais ela já mi contou mais ela me contou como ela o conheceu ela disse que ela estava voltando de Chicago e o carro quebrou no meio do nada e então depois de um tempo  um cara apareceu e disse que podia consertar bem ela disse que ficaria agradecida e então minutos depois o carro estava ótimo e então desde então ele ficarão amigos e depois namorados mais e só isso que ela fala se faço pressão para ela contar o resto da historia ou o nome de ela não diz nada as vezes chora mais tirando isso ela e ótima mãe bem eu adoro ela e la já mi tirou de situações estranhas como da vez que meu professo quase me mata  bem não foi quase me mata ele me mandou fica na sala e falou algo do tipo que já mais entendi ele olhou para mim e com uma voz monstruosa falo "MORRA MEIO SANGUE" jamais soube oque era um meio sangue bem enfim depois disso eu fiquei extremamento com medo mais ai na ora ela chegou e como por magica ele voltou a ou normal na verdade depois disso Manhattan jamais pareceu normal ele via coisas estranha e que me deixava-o apavorado ate um dia quando seu amigo nerd o levou para uma passeio ele achou estranho pois sua mãe havia deixado ele ir e isso era estranho pois ela nunca deixa ele sair  mais em fim ele foi e acabou indo para em uma tal ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE e mais uma vez ele ouvia aquele nome meio sangue o amigo disse que tudo ficaria lega e eu pensei pois bem se você diz e assim vim a para aqui mais muita coisa aconteceu antes disso eu acordei num dia perfeitamente normal tomei banho coloquei uma roupa não escolhi uma nova na verdade poucas roupas eram novas o dinheiro era  pouco  e tomei meu cafe acho que minha mãe fazia o melhor cafe do mundo um prato de ovos com bacon que parecia divino no gosto jamais sobe oque ela colocava só sei que funcionava em fim depois disso fui andando a te o ponto de ônibus   e no caminho encontrei Alex e suas cartas de rpg o tal de mitomagia ele aprendia bastante com o jogo parecia que Alex levava a coisa a seria pois sempre que jogava as vezes fásia reverencias e coisa e tal ele fásia questão de dar a biografia de cada personagem de Zeus a Hércules e tudo oque over entre os dois titãs,deuses menores e outros bom em fim eles fora-o pra escola como de costuma sentarão sozinhos no ultimo banco você já deve imagina que não eram muito populares na verdade chagávamos  a ser odiado por todos mais voltando ao assunto quando chegamos escola tivemos as  aulas normais no intervalo comemos a mesma gororoba de sempre eu nem sabia oque era aquilo ai eu ate levava uma grana pro lanche mais sempre a mesma coisa os quatro caras sempre tirava-o o meu  oque eu podia fazer o dia foi foram seguindo ate a aula de matemática pois o professor e ele tinhão uma passo do  vocês já ouvirão a historia mais a aula foi normal mais no final quando faltava alguns minutos para o final ao erra uma conta o professor ficou agressivo eu achei que ele fose me bater miais ai Alex disse
- ei calma professo -

eu podia ver o medo nos olhos dele e então a aula acabo por sorte a campainha avia tocado todos sairão e o professor foi atras de mim me seguindo pelo corre do ate que eu me vi indo acelerado  por sorte consegui despistar ele fui ao o banheiro la eu joguei água na cara e quando olhei para traz la estava ele me olhando e então ele falou

- chegou sua hora meio sangue

e logo depois estava na frente de uma criatura horrível com uma cauda de cobra e duas cabeças  uma de leão e uma de bode eu sabia que estava perdido mais meu amigo Alex entrou e disse

-morra maldita quimera e jogou oque me pareceu uma pedra -e o bicho ficou atordoado não por muito tempo mais por tempo o suficiente para eu fugir nos corremos e pulamos no ônibus todos  olharão para nos e pois estávamos apavorados e quando cheguei em pedia Alex que me deixa-se explica
chegando la não consegui nem dizer nada afinal  não e todo dia que seu professor vira uma quimera(que por estranho era uma criatura de mitomagia) e tenta te matar mais Alex olhou nos olhos e disse

-valeria ele vai comigo ate um lugar bacana
ela olhou e acenou co ma cabeça deu a empresa-o que ela sabia do que se tratava dai lo em seguida me vi num onibus a caminho da costa de long island
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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Seg 1 Jul - 11:01




MAX CORVIN, reclamado.


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Re: Reclamação de Hefesto - 27/07/2013

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