apolo 27.07.2013

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apolo 27.07.2013

Mensagem por Mystique D. Buchmann em Sab 13 Abr - 1:08

Nome? Mystique Dinwiddie Buchmann

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Hm... Apolo.

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no mínimo)

Uma bela jovem cantora de bar se apaixonou por um homem loiro e sorridente da primeira fileira de seu show. É nesse instante, no momento em que seus olhares se cruzam, que começa a minha história. Mas o destino sabe-se lá o motivo, trouxe um homem especial para esta tal bela jovem cantora de bar. Um homem do qual compartilhava os mesmos gostos por pintura e música, homem esse que Laurie nunca esquecera em toda sua vida. Laurie, bem... Ela é minha mãe, eu sou o que gerou desta troca de olhares no bar. Mas meu pai... Bom, assim que nasci ele se foi. Simplesmente foi, sumiu sem deixar recado ou um mísero bilhete escrito a mão, abandonando uma pobre mulher sozinha com uma criança. Minha mãe sempre me escondeu tudo que pode sobre meu pai, até a quarta série eu nunca havia descoberto ao menos o nome deste homem. O que eu guardava em relação a ele era uma lembrança, algo quente, uma sensação reconfortante. Na terceira série, fui a uma exposição de arte junto com minha mãe, afinal ela amava tudo aquilo. Durante a exposição, andamos por um bom tempo, estava tudo indo anormalmente bem... Mas nada é muito bom para pessoas do meu tipo, naquela época, eu só não sabia disso. Meia hora antes do fim da tal exposição, quando eu e minha mãe estávamos em uma fila para comprar um chaveiro, um homem apareceu. Quando o encarei, comecei a questionar minha sanidade mental, afinal, o que eu vira não era tão normal. O homem possuía órbitas negras no lugar dos olhos, e pequenos chifres nos dois lados da cabeça. O resto, bem, era só um homem comum. Algumas semanas se passaram desde que encontrei aquele homem, e mais coisas do tipo aconteciam. Homens de um só olho, pinturas que se moviam e falavam, e o pior de tudo foi descobrir sobre Wood. Wood sempre fora meu melhor amigo, eu sempre acreditara que ele possuía algum problema na perna, já que ele andava mancando. Sempre fui comunicativa, brincalhona, acho que um pouco distraída. Por isso deixei um detalhe fugir, Wood nunca teve problema na perna, Wood nunca teve problemas hormonais por estar na sexta série e ter uma barba rala. Wood, na verdade, tinha uma bunda peluda. E pernas também. Descobri isso no dia em que ele me salvou de duas garotas mais velhas com a pele branquíssima. Ele saltara sobre mim meio sem jeito, correndo, me levando pelo braço, deixando sua calça cair e seu traseiro peludo aparecer. E nesse mesmo dia, tudo mudou. Cheguei a minha casa arfando, afinal, corri doze quadras sendo puxada por meu melhor amigo metade humano metade... Bode? Acho que é esse o termo, afinal. O surpreendente nesse dia foi à quantidade de informação que recebi. Deuses, Olimpo, monstros... Onde estava a normalidade e simplicidade pela qual fui criada? Minha mãe sempre soube de tudo, e me escondia, não sei bem o motivo. Fizemos uma mochila para mim, e entramos no carro de minha mãe. Estava claro, e acabei adormecendo olhando diretamente ao sol. O sol sempre me reconfortava e me reconforta até hoje, traz uma sensação incrível de prazer e liberdade, é em dias ensolarados que me sinto bem. Digamos que quando acordei, não tive uma missão lá tão surpreendente.

O carro estava parado perto de um morro, com um pinheiro lá em cima. Não sei o motivo, mais só eu e Wood descemos. Minha mãe alegou que não poderia subir, e tive a sensação de estar sendo abandonada. Mas algo atrás de nós me fez correr, um mugido, um rugido, um som estranho. Eu e Wood subimos o morro correndo, eu mais a frente e Wood atrás, com sua eterna dificuldade para andar. A única coisa que eu sabia naquele momento, era que eu iria para uma escola. Algo assim, como uma escola de verão. Um grade vulto verde passou a poucos centímetros a minha esquerda, e algo acertou minha perna, Tropecei, rolei, e cai no que parecia ser uma mulher. Parecia ser uma mulher, já que metade de seu corpo estava mais para uma grande cobra. Assustada, levantei, foi quando eu ouvi a voz. Corra, filha, corra. A voz masculina soou em minha mente. Eu, com um menino bode, carregando uma mochila, não podia fazer mais nada além de correr. Desviar dos golpes da mulher cobra foi surpreendentemente fácil, de modo que cheguei rápido no tal pinheiro. Foi quando minha visão escureceu, e não vi nada além de campos de morango. Acordei em uma espécie de hospital comunitário, divididos em tentas. Minha perna estava enfaixada, e Wood sentado na minha frente, antes de qualquer coisa ele começou a falar – Bom... Cá estamos, e bem vinda ao acampamento. Você, ainda indeterminada, ficará no chalé de Hermes. Vamos assistir ao vídeo explicativo? – Wood parecia bem mais velho. Confusa, e bebericando algo que me lembrava caramelos, nada fiz além de aceitar. E é desde então que me tornei uma campista permanente, já que comecei a ter brigas com minha mãe. Meu pai, na segunda semana, descobri quem era. Eu estava em um círculo de campistas, contando uma grande piada sore um fazendeiro e um médico que... Não cheguei a terminar, um brilho surgira em cima de minha cabeça e um calor percorrera meu corpo. Uma bola pequena de fogo estava voando a poucos centímetros de minha cabeça, irradiando calor e lançando sombras estranhas em meu rosto. Notas musicais saíram dessa bola vermelha de fogo, e uma belíssima voz masculina, a mesma que falou comigo quando entrei, disse uma única palavra. Filha. Logo após o som de quatro notas preencheu o ar, e tudo voltou ao normal. O homem do bar, na primeira fileira do show de minha mãe era Apolo, o Deus do Sol.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Katherine H. Darkbloom em Sab 13 Abr - 21:06



Nome? Katherine Hastings Darkbloom

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)
Nunca fui uma garota que se chamaria de popular. Eu era aquela garota quieta e de poucos e verdadeiros amigos, que na sala de aula falava apenas o necessário. Que observava e julgava todos silênciosamenteao seu ponto de vista, mas apesar disso era feliz em seu pequeno mundo particular. Aquela garota que chegava em casa, pegava seu violão e expressava tudo o que sentia em canções que vinham do fundo de seu coração. Sempre gostei de cantar e tocar, porém nunca tentei tocar outros instrumentos. Tenho que admitir que me considerava muito boa em escrever canções também, principalmente sobre desilusões amorosas, pelo fato de já ter enfrentado muitas. Definitivamente, a música era meu refúgiu. Era onde eu encontrava conforto enquanto me desligava do resto do mundo. As vezes gravava alguns videos fazendo cover de cantoras do momento e tais videos tinham uma quantidade razoável de visualizações e comentários promissores, o que me encorajava a postar mais. Em pouco tempo, postar videos no youtube se tornou mais que um passatempo de prazer para mim. Se tornou minha vida. Eu estava convicta de que tinha talento e estava certa de que era isso o que eu queria para mim.

Bom, eu praticamente cresci e aprendi a me virar sozinha. Eu não conhecia o meu pai, mas tinha uma boa mãe, que trabalhava muito para me dar o que eu queria. O problema era que ela era boa no que que fazia nos negócios da empresa e etc, o que levou ela ser promovida e passar cada vez menos tempo dentro de casa. Acho que se eu a via duas horas por dia, era muito, pois nos viamos apenas durante o café da manhã antes de ir para a escola e ela ir para o trabalho. Eu sempre quis saber quem era meu pai, mas minha mãe sempre dava um jeito de fugir do assunto. Nem preciso dizer que foi uma surpresa e tanto descobrir quem ele era... ou melhor, quem eu verdadeiramente era. Na verdade, não caiu a ficha ainda. Parece que nunca vou acreditar que um de meus melhores amigos se revelou um sátiro e me trouxe para um acampamento onde todos são proles de divindades mitológicas, assim como dizem que sou.

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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Dom 14 Abr - 6:57

mystique d. buchmann Reclamada.
katherine h. darkbloom Eu realmente gostaria de saber mais sobre como descobriu ser uma semideusa. A introdução está ótima, porém está faltando o climax da história.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Katherine H. Darkbloom em Dom 14 Abr - 18:43





Nome? Katherine Hastings Darkbloom

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)
Nunca fui uma garota que se chamaria de popular. Eu era aquela garota quieta e de poucos e verdadeiros amigos, que na sala de aula falava apenas o necessário. Que observava e julgava todos silênciosamenteao seu ponto de vista, mas apesar disso era feliz em seu pequeno mundo particular. Aquela garota que chegava em casa, pegava seu violão e expressava tudo o que sentia em canções que vinham do fundo de seu coração. Sempre gostei de cantar e tocar, porém nunca tentei tocar outros instrumentos. Tenho que admitir que me considerava muito boa em escrever canções também, principalmente sobre desilusões amorosas, pelo fato de já ter enfrentado muitas. Definitivamente, a música era meu refúgiu. Era onde eu encontrava conforto enquanto me desligava do resto do mundo. As vezes gravava alguns videos fazendo cover de cantoras do momento e tais videos tinham uma quantidade razoável de visualizações e comentários promissores, o que me encorajava a postar mais. Em pouco tempo, postar videos no youtube se tornou mais que um passatempo de prazer para mim. Se tornou minha vida. Eu estava convicta de que tinha talento e estava certa de que era isso o que eu queria para mim.

Bom, eu praticamente cresci e aprendi a me virar sozinha. Eu não conhecia o meu pai, mas tinha uma boa mãe, que trabalhava muito para me dar o que eu queria. O problema era que ela era boa no que que fazia nos negócios da empresa e etc, o que levou ela ser promovida e passar cada vez menos tempo dentro de casa. Acho que se eu a via duas horas por dia, era muito, pois nos viamos apenas durante o café da manhã antes de ir para a escola e ela ir para o trabalho. Eu sempre quis saber quem era meu pai, mas minha mãe sempre dava um jeito de fugir do assunto. Nem preciso dizer que foi uma surpresa e tanto descobrir quem ele era... ou melhor, quem eu verdadeiramente era. Na verdade, não caiu a ficha ainda. Parece que nunca vou acreditar que um de meus melhores amigos se revelou um sátiro e me trouxe para um acampamento onde todos são proles de divindades mitológicas, assim como dizem que sou.

Tudo começou na Biblioteca do colégio há mais ou menos um mês atrás. Eu estava com Billy e Annie, meus melhores amigos, fazendo uma pesquisa para um trabalho que o professor de História havia pedido. Desde que pus meus pés naquele local, eu praticamente podia sentir o olhar da bibliotecária atingindo minhas costas, o que era muito estranho já que eu nunca havia a visto antes. Chegava até a ser estranho, porque eu nunca a vi mesmo, e olha que eu visitava a Biblioteca pelo menos uma vez por mês. Enfim. A pesquisa demorou bem mais do que eu esperava, se bem que era de se esperar uma certa demora em se pesquisar coisas em livros, já que o professor baniu o uso da internet para tal atividade. As horas se passaram e logo o dia escureceu. Annie teve que ir e Billy continuou comigo para finalizar o trabalho. Não comentei nada com ele sobre os olhares que a bibliotecária que aparentava cerca de trinta e cinco anos mandava pra mim. Provavelmente ele diria que era coisa da minha cabeça. Ao fim do trabalho, percebi que Billy também encarava a mulher de forma estranha e ela retribuia o olhar sem disfarçar. "Vamos embora" sussurrei para Billy, porém ao chegar perto da porta, a mulher tentou impedir nossa passagem. Foi quando Billy gritou "FUJA, KATHERINE!", e a bibliotecária se transformou em uma dracaenae, criatura que só vim a conhecer depois.

O desfecho disso é exatamente o que você está esperando. Billy se revelou um sátiro e eu uma semideusa. Ele tentou atacá-la para atrasa-la e fugimos dali a bordo de um táxi bizaro dirigido por três velhas mais bizaras ainda que nos levaram para o Acampamento Meio-Sangue. Um lugar seguro que agora chamo de Lar.

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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Leeuw Üshoa Donati em Qui 18 Abr - 13:08


I'm on fire
Nothing that you can do will stop me, because I'm on fire. I prepare my bow and arrow, and a few seconds ... I'll rip your head with a single arrow, baby boy. If in doubt, look at the branches above you, maybe I'll be there, waiting for you.

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- Não posso dizer que eu não sou popular, muito menos posso dizer que não sei cantar. Considerado pelos garotos de meu antigo colégio, eu sou a garota mais gostosa do instituto acadêmico. Vocês acham realmente que eu ligo pro que eles falam? Sim, é claro. Só aumenta meu status! Haha! - A garota dizia, sentada de perna de índio em uma poltrona vermelha. - E sabe o que mais? As garotas daquele colégio eram tudo umas putas pra tentar copiar minha sedução. Dava pra todos os caras que conseguia, ao mesmo tempo se pudesse, e perdia todo o respeito. - sua voz cuspiu uma das frases, como se tivesse nojo. - Eu sinceramente tenho pena delas. Algumas choraram para mim, pedindo ajuda, porque todos os caras estavam zoando-as. Sabe o que eu fiz? - ela indagara ao psicólogo à sua frente, que logo respondera negativamente. - "Tenha amor próprio.", eu disse. "Seja difícil, faça com que os garotos queiram você e quando eles implorarem de joelhos... Só dê um beijo na bochecha." - terminou.
O psicólogo, um tanto perplexo com o que ela acabara de dizer. Algumas atitudes dela coincidiam com o que sua mãe, a dois anos atrás antes de falecer, dissera. Extremamente calmo, ele retirou os óculos e apenas suspirou. Não era possível que algo assim poderia ser verdade, deuses gregos são só uma ficção, não? É uma pequena religião que fantasia os nórdicos, em sua maioria. Ao menos era como ele pensava sobre TODAS as religiões.
- Então, senhorita Drange, eu tenho algumas perguntas a lhe fazer. Você vai fazer respostas rápidas e curtas. Se tiver de acrescentar alguma coisa, acrescente no final do exercício, ok? - instruía o rapaz, recebendo uma resposta positiva vindo da garota. - Sol ou Lua?
- Sol.
- Música ou poesia?
- Ambos.
- Arco e flechas ou um par de espadas?
- Arco e flechas.
- Cidade ou campo?
- Aí depende.
- Como assim, depende? - perguntou ele, um tanto surpreso.
- Bom, se eu morasse em um campo, teria de ter várias plantas. Sejam comestíveis ou não. Eu amo agricultura também. - explicara.
Os olhos do homem se arregalaram. Todos os dados, era exatamente aquilo que a mãe dessa garota dissera. Não, aquela mulher não era louca. Sacrificaram-na por motivos nulos e isso é então uma injustiça completa com a garota. Os olhos do homem lacrimejaram e então, ele se levanta rapidamente.
- A sessão termina por aqui, senhorita Drange. Obrigado por comparecer, sinto muito por sua mãe. - ele murmurava, suficientemente alto para que ela escute, e logo saiu dali com a sua maleta e os papéis.
Ela ficou confusa, é claro. Não sabia o motivo daquele rapaz estar chorando e de certa forma, ela nem sequer queria saber, já que em sua concepção, ela achava que ele conheceu sua mãe e ao conversar com ela, lembrara claramente da belíssima artista. Sem muito se importar, Leeuw se levantou da poltrona vermelha e o barulho dos enormes sapatos de salto alto foram completamente audíveis. Os garotos do instituto onde ela estudava estavam certos, ela é realmente muito gostosa e bonita. Um corpo atlético, porém nem tão definido, mas o suficiente para um namorado ou namorada apertar durante alguns amassos. A feição séria por debaixo daquela maquiagem seduzia qualquer um, e quando saiu do escritório do psicólogo, ela se deparou com sua tia, que aguardava impaciente no corredor.
- Eu vi o psicólogo sair chorando. O que foi que você falou dessa vez? - ela perguntava, repreensiva.
- Eu não falei nada! Ele fez algumas perguntas e eu fui respondendo. Sei lá. - ela respondeu, na defensiva.
- Então me explique, o que aconteceu lá.
E então, Leeuw começou a tagarelar, explicando tudo o que tinha falado, o que ele perguntara e até mesmo explicava as expressões que ele tinha. Com Coinín - sua tia - escutando atentamente. Cuidadosa com as palavras, a mais velha puxou-a para um beco sem saída, onde não havia ninguém a não ser um gato preto. Já havia passado horas e horas, e estava no final da tarde, a filha de apolo um tanto assustada e surpresa pelo o que acontecia.
- Leeuw, pelo visto você já está chegando no final da história em que tentamos esconder de você durante todos esses anos. - Coinín dizia, calma e um pouco ansiosa até.
- O que..? Vocês esconderam coisas de mim? - ela perguntava, aflita e triste com o que sua tia dizia.
- Era para seu próprio bem, você não estava preparada e... - ela fora interrompida com os berros da sobrinha.
- EU NÃO QUERO SABER. PORQUE VOCÊ NÃO ME CONTOU ANTES? VOCÊ ESTÁ ESCONDENDO O QUE DE MIM, COINÍN?! A IDENTIDADE DO MEU PAI? A CAUSA DA MORTE DA MINHA MÃE? O QUE QUE É?! - berrava ela com lágrimas manchadas de maquiagem preta escorrendo-lhe pelo rosto.
Um tapa ardido e forte fora deposto na bochecha esquerda da filha de Apolo. Deixando então uma marca avermelhada ali. Ao menos, a fez calar a boca e escutar.
- Você já se perguntou porque eu sou negra e sua mãe, branca? - além da frase, algo na voz da tia chamou a atenção de Leeuw. - Eu sou adotada, Leeuw. Eu fui adotada aos quinze anos de idade. Sabe porque eu consigo curar seus ferimentos com plantas e algumas palavras? - indagara ela novamente, recebendo uma rápida resposta negativa vindo de sua sobrinha. - Porque eu sou uma ninfa, Leeuw.
Por um momento, a garota que estava com a mão sobre a bochecha latejante graças ao tapa recebido, começou a segurar um riso, até que ela não aguentara. Era muita fantasia para uma única garota. E ela ria, quase que chorava de rir se não fosse a dor que estava sentindo no rosto, até que ela foi cessando aos poucos, a risada.
- Você? Uma ninfa? Tia, acho que você é tão louca quanto a minha mãe. Eu sei que você é adotada e tal, mas... Ninfa, cara? Só falta você me dizer que eu sou filha de Hades, HAHAHAHAHAHAHAHAH!
A ninfa que estava em sua frente, ficou séria, principalmente quando ela pronunciara o nome mais nojento, em sua concepção, do mundo meio-sangue. E a risada histérica de Leeuw fora cessada rapidamente quando uma harpia horrenda apareceu, sabe-se lá de onde, arranhando as costas de Coinín com suas garras de águia. Leeuw caíra para trás quando vira a criatura, e ficou paralisada. Seus olhos arregalados, demonstrando o pavor que estava sentindo, até que sua tia, caída em sua frente, tirou os sapatos de salto alto que ela calçava e, um pouco fraca, ergueu o rosto para ela.
- Fuja, Leeuw... Fu...ja... - ela dissera antes de se virar e dar um chute na harpia na qual iria lhe atacar novamente.
Seguindo as ordens da tia, a mais nova se ergueu rapidamente e começou a correr, sem parar. Uma voz masculina veio em sua mente. Não conseguia distinguir quem era, mas ele dizia:
- Corra para as colinas que estiverem mais perto. Lá tem um arco e uma aljava lotada de flechas.
- COMO É QUE EU VOU ATIRAR UM ARCO E FLECHA SE NEM MANUSEAR EU SEI DIREITO?!?!?!!! - ela berrava para a voz, sem uma resposta.
Não demorou muito tempo para mais três harpias, parecidas com a outra que estava atacando sua tia, aparecerem. Só que elas apenas seguiam a garota, ameaçando atacar, mas se pudessem, já teriam atacado.
- Colinas aqui por perto, colinas aqui por perto... AI CARALHO, ACHEI! - ela berrava enquanto corria, tornando até mesmo a cena um tanto engraçada.
Com um pouco mais de velocidade, ela foi até a colina que estava lá e escalou o mais rápido que pôde em uma árvore. Escondida pelas folhas e os galhos mais finos dela, Leeuw conseguira despistar as criaturas que estavam atrás dela. Um tanto cansada, ela apenas encostou a cabeça na madeira da árvore, que por sinal, era oca. Um tanto assustada, ela se virou para o tal tronco oco e bateu algumas vezes para verificar o som. Parecia que tinha algo dentro e a curiosidade a levou ao ponto de procurar uma fresta da madeira, como se fosse uma portinha. E realmente achou! E lá estava, o tal arco e a aljava com flechas que a voz desconhecida havia dito.
- Seja lá quem for você que me disse isso, obrigada. Mas vem cá, como é que eu vou atirar com isso daqui se nem mesmo toquei em um arco e em uma flecha? Só assisti a competições, mas nunca manuseei!
Ela exclamou o resmungo e podemos dizer que foi a pior coisa que poderia ter feito agora, ainda mais quando um minotauro revelara sua presença, soltando um mugido grave que quase foi capaz de tremer a árvore onde ela estava. Em compensação ao minotauro, o galho quebrou graças a sua fraqueza perante o peso da garota. Seus olhos se voltaram para a criatura enorme que estava à alguns metros de si. Fodeu. - pensou ela. O minotauro tentou pisar em cima dela, mas com um rolamento hábil - seja lá da onde ela tirou essa agilidade dos infernos - ela conseguiu escapar do ataque. E foi quando viu um portal esquisito, algo cósmico, nem ela sabia.
- Vá para o portal. - disse novamente a voz masculina.
- VOCÊ FICOU MALUCO?! - berrou ela aos ventos e ela quase que pôde ouvir a risada do homem.
Novamente o minotauro tentou atacá-la. Falhou, já que ela correu para a direção contrária. Estava exausta, nem mesmo ela sabia como correu tanta distância na velocidade que estava e a única coisa que ela desejava era água. Com uma pequena distração, a criatura conseguiu acertar um soco e ela foi mandada para longe. Meio tonta, ela abriu os olhos depois de ter batido o corpo contra outra árvore. Dessa vez, sua visão estava um pouco embaçada, mas conseguiu distinguir o minotauro correndo com a cabeça um pouco abaixada para lhe chifrar. Com uma flecha em uma das mãos e o arco posicionado - de maneira inexplicável - certinho, ela preparou sua mira, não na cabeça porque sabia que ele poderia se proteger com os chifres, mas sim entre as pernas onde estava a intimidade dele. E não é que ela acertou? O minotauro caiu com tudo no chão, mugindo de dor e esse foi o momento perfeito para ela fugir para o portal, como disse a voz do homem. Seja lá onde ela estava, quando acordara, foi recebida por dois sátiros e uma mulher.
- Seja bem-vinda ao Acampamento Meio-Sangue, filha de Apolo. - disse um dos sátiros que olhava fixamente para os olhos dela.
Um gemido de dor escapou-lhe dos lábios e ela desmaiou.


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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Olimpiano em Sex 19 Abr - 15:53



katherine h. darkbloom e leeuw drange, reclamados.

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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Bastian Rousseau em Seg 29 Abr - 23:50

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Teste de Reclamação
O Primeiro Passo!

Nome: Bastian Foster Rousseau

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)


Concebido as pressas, Um grande susto foi, na opinião dos médicos a mãe não iria resistir ao parto, Era uma gravidez de alto risco, Nasceu na frança em Marseille e foi criado em um castelo, Não pensem que sua vida foi simples e fácil por ser filho de abastados, Sempre teve problemas por ser muito ingênuo, Muitas vezes assumia a culpa dos erros dos colegas, Travessuras que nunca foi a favor mais quando se tratava de um colega ele assumia as rédeas. Desde pequeno foi assim, é um defeito da personalidade dele, ou Talvez uma qualidade, Quem sabe? Sempre aparentou um bom físico, Nunca foi magro ou até mesmo obeso apesar de ter um bom hábito para comer, Tem diversos Hobbies um deles é Ler, Adora ler sobre diversas mitologias! Grega, Nórdica, Qualquer mitologia que o faça imaginar, Também é meio que Avoado(Disperso), Com uma leitura boa e já alegra seu dia, Sobre sua vida familiar, Sempre um bom filho mais também dependia de sua idade, Aos 11 anos Arrumou a ideia de que queria ir ao espaço e todos o questionaram perguntando o Porquê e ele sempre respondia que queria descobrir os mistérios do sol, O Sol realmente nos passa uma energia a mais, Uma energia boa apesar de fazer tão positivamente bem para pele como também negativamente, Adora uma boa leitura ao debaixo do leito de uma árvore, Sua mãe Denise uma mulher bonita, mesmo que esteja passando pela meia idade, Sempre batalhadora, Sempre quis dar uma boa educação e formar um bom caráter para seu filho. Seu único filho.

* Um Belo dia e eu com minha boa leitura como já de costume. Abaixo de uma Árvore, Folhas de outono caindo pelo chão, Lia um livro sobre mitologia Grega, os deuses e todo seu enredo, Estava lendo sobre Apolo - O Deus Do Sol sempre descrito como um deus de aparência esbelta e muito justo, Um deus que não media esforços para o bem, Mais também como todo ser tinha um lado obscuro. Me fascinei no mesmo segundo, Imaginei mil formas de descreve-lo, Sonhei em tornar-me parte do mundo deste deus, Até que um pequeno raio de sol atingir o livro que estava sobre minhas mãos, Um Assovio seguido pelo vento ansiava meu nome, e cada vez mais eu me apaixonava pela cultura, Especialmente este deus, alguns dias depois do acontecido eu me deparei com a notícia de que meu pai era um Deus, eu questionava: " Como assim um deus? Não faz sentido! " Minha mãe continuava a afirmar, " Sim meu filho, Um deus! Como nas mitologias que você tanto lê, Eu era tão jovem, Até que um dia ele apareceu pra min, Ele era gentil e charmoso. Me apaixonei na mesma hora! Vivíamos "Grandes Loucuras" como dizem os jovens hoje em dia. Até que veio você, Após saber a notícia de que eu estava grávida dele, Ele me contou sua verdadeira historia, Oque realmente ele era. No começo assim como você pensei que era uma grande loucura, Não conseguia entender! Eu estava em uma situação delicada, Eu estava gravida. Após estes acontecimentos 2 semanas depois ele deixou de dar notícias, Sumiu! Desapareceu! 6 Meses depois você nasceu, Daí me casei de novo, Eu e seu Padrasto criamos você como devidamente merecia, Esperei o momento certo pra lhe contar isso e este momento é agora. Pardonnez-moi fils. " Logo milhares e milhares de perguntas surgiram em minha mente, Fiquei confuso e ao mesmo tempo realizado, Sempre quis saber quem era meu pai, e agora sei. Sempre sabia que eu tinha um destino bom e abundante, Meu era o deus do sol, sim era! o Sol que eu tanto amava, o Sol que tanto me confortava. Agora estou sim disposto a me juntar ao meu pai e seguir meu destino, Caminhando um passo de cada vez.



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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Jöns Slavier Barcelus em Seg 13 Maio - 17:32


Ficha de Reclamação


▬ Nome:

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▬ Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe?

Apolo


▬ Conte um pouco de sua história

Não faz muito tempo, mas as lembranças são tão claras e fortes que parecem estar acontecendo nesse exato momento. Eu até gostaria de esquecer, meu coração aperta sempre que essas memória são remexidas lá do fundo do subconsciente, de um jeito que deixa mais e estranho do que já sou, como se não fosse o bastante. Além do mais, quem não ficaria chateado, triste em lembrar que a mãe está a varias milhas de distância e não a vê há três anos? Bem, eu fico, e muito. Ainda mais por conta dos acontecimentos, como tudo rolou, como passou tão rápido que nem tive tempo de me despedir direito.

Era uma tarde qualquer , o céu meio nublado e alguns raios solares adentrando entre as nuvens. Estava jogado na sacada do quarto, aproveitando alguns dos lampejos solares pra me deliciar, enquanto quebrava a cabeça em tentar fazer as tarefas da escola. Odiava aquilo. Parecia tão fácil pra os outros e eu simplesmente não conseguia entender nada que estava escrito. Minha mãe sempre me ajudava com a tarefa, mas tem horas que eu canso disso, deixo ela respirar um pouco e tento fazer por mim mesmo, mas simplesmente não dá, não tem como entender.

Joguei o caderno e livro pra longe, fechei os olhos e fiquei apenas tentando relaxar, me acalmar, curtinho aquele filete de luz que banhava meu rosto, era como uma sessão particular de spa, sempre adorei estar em contato com a luz do sol. Ouvi alguns passos no corredor e logo a porta se abrindo. Era Victor, um amigo da escola, amigo de infância. O incrível é que ele consegue fazer barulho no chão como se estivesse usando um sapato de salto, mesmo usando tênis de borracha, ou sei lá o que é aquilo que ele calça. Ele é estranho, mas eu também sou, então estamos quites. - Não fiz a tarefa... Não entendo nada... - Revirei os olhos e suspirei profundamente, já entregando de cara que não consegui fazer nada. Volta e meia ele acabava me ajudando, mas aquele não parecia ser o momento.

Victor me olhava sério e continuou se aproximando até se arquear perto de mim e me puxar pelo braço. - Saí velho! Me solta! - Não entendia o porquê daquilo, mas ele começou com um papinho de perigo e tudo mais. Eu tentava me soltar à medida que ele ia me arrastando pela quarto até a porta e logo escada abaixo. Ele tinha 13 anos e eu ainda 11, dois anos mais velho, sem contar que era bem maior e obviamente mais forte. Quando chegamos ao andar de baixo ele me soltou e eu fiquei perguntando o que estava acontecendo, o porque daquilo e todas as perguntas necessárias pra decifrar aquela idiotice. Eu pelo menos estava levando na brincadeira, mas quando ele me falou que teríamos que ir embora, meu mundo desabou.

Eu achei que ele estava louco, claro. Começou a contar sobre minotauros, deuses, filho de deuses, quem era meu pai e mais uma penca de história malucas. Tudo que eu fiz foi me sentar no primeiro degrau da escada, abismado, tentando digerir todas aquelas informações. Não podia ser verdade aquilo tudo, não podia mesmo. Fato que minha mãe nunca falou sobre meu pai, mas é impossível ele ser um deus, não é? Não... Não pode. Levantei do degrau e sai correndo pela casa. - Mãããe.... MÃE! - Procurei ela em todos os cantos da casa e entrei em desespero quando não a encontrei. Victor correu atrás de mim até conseguir me agarrar e tentar me explicar o resto da história. – Sua mãe, ela está segura! Mais segura que nós dois... Sem dúvida. Ela mandou essa carta. – Ele me entregou um pedaço de papel bem dobrado e eu não tive coragem de abrir. Sentei no sofá e fiquei apenas olhando o papel, sem ação, enquanto Victor repetia a todo o momento que eu tinha que andar logo, que precisávamos ir.

Dois minutos depois a porta se abriu com velocidade e bateu logo em seguida. Me assustei com aquilo, claro, e Victor empunhou uma faca, pronto pra atacar qualquer coisa, mesmo eu sem entender ainda o porque daquilo tudo. Ele só voltou a guardar aquela arma quando a voz da minha mãe tomou conta da casa. Corri até ela e abracei com força. Era ela mesma, chorando. – Não tive coragem de deixa-lo ir sem me despedir... Eu te amo filho, te amo mesmo. Eu te quero bem, quero que fique seguro... Você precisa ir com ele, agora! – E ela também contava aquela história absurda. Tudo era estranho demais pra mim, eu simplesmente não conseguia acreditar naquela história fantasiosa, em nada. Neguei-me a ir, abracei mamãe com força e gritei que nunca iria abandona-la, que nunca iria deixa-la, mas eu não pude cumprir minha promessa. Tudo começou apagar e eu desmaiei... Victor injetou alguma coisa no meu pescoço e eu só lembro de ter acordado dois dias depois, em um lugar totalmente estranho, com centauros, sátiros e outros bichos estranhos. Só então a história fez sentido, só então eu entendi tudo. Eu era mesmo um semi-deus.

Jöns foge completamente dos padrões de filho de Apolo ideal. Embora seja muito carismático, ele nem sempre usa isso. Sabe ser bem agressivo quando quer e pode não ser muito amigável em alguns casos. Se sente a ovelha negra entre os outros filhos de Apolo, o lado negro, aquele que tem um jeitinho meio sombrio. Não se pode classificar como antipático, porque isso ele nunca será, mas filtra bem aqueles que servem pra ser como amigos e aqueles que não servem. Estes, por sua vez, não são tratados com delicadeza e isso torna o garoto rude em alguns casos. Na maior parte do tempo você vai vê-lo por aí, com seu sorrisinho leve e um tanto enigmático, seu olhar atento e preciso, além do brilho natural e radiante de um típico filho de Apolo.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Seg 13 Maio - 18:08



Jöns Slavier Barcelus, reclamado.
Observações:: A historia de seu personagem está boa, a descritiva foi bem elaborada e a organização do post impecavel, porém senti uma falta de climax na historia.

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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Jason Carter em Dom 26 Maio - 16:08

Nome: Jason Carter

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

Jason era um garoto normal, até descobrir toda a verdade.
Era exatamente oito horas da manhã quando ele acordou e foi para o jardim da enorme casa. Jason sempre foi bom com arco e flecha, sempre participou desses campeonatos e sempre ficou em primeiro lugar. Ele pegou seu arco e sua aljava e alguns itens que ninguém mais usava na casa e os colocou em uma fileira.
Ele mirou em um dos itens, era um cavalinho de porcelana, e lançou a flecha. Como sempre, a mira de Jason era extraordinária, ele acertou o cavalinho bem na cabeça.
"Essa foi pelo meu pai."
Uma lágrima desceu pelo seu rosto. Jason sempre fora um menino revoltado por nunca ter o conhecido. Ele sempre fora um menino hiperativo. Jason sempre se achou mais estranho que os outros, e seu deficit de atenção nunca o ajudara muito.
Ele mirou em outro item.
"Por eu ser problemático."
E atirou outra flecha.
Ficou nisso a manhã inteira. Sua mãe o chamava a todo o momento, mas ele fingia que não escutava e continuava a atirar flechas.
Quando finalmente se cansou, foi correndo para o banheiro tomar um banho, pois estava muito suado e sujo. Demorou uns 30 minutos e saiu.
Todos estavam almoçando quando ele fez uma pergunta para sua mãe. Achava que aquele era o momento perfeito.
" Pode me contar sobre meu pai?"
A mãe de Jason pigarreou.
" Eu já disse... Ele nos abandonou."
Os olhos dele se encheram de lágrima.
" Você sempre fala só isso, mãe. Nunca falou como ele era, nunca disse se ele está vivo ou não, eu preciso saber!" Gritou.
" E o que você acha que pode fazer? Sair pelas ruas perguntando o nome dele?"
Jason abaixou a cabeça.
" Podemos ter um almoço de paz?" Perguntou sua mãe, colocando ordem.

Depois disso, eles não discutiram mais a respeito do assunto. Jason sempre quis saber onde seu pai estava, se ele estava vivo. Mal ele sabia que seu pai era um deus.
Algumas semanas se passaram daquele almoço. Jason não se quer ousou perguntar novamente sobre seu pai, só escrevia em seu pequeno caderno de couro coisas sobre seu pai, mas nunca mais falara com sua mãe. Talvez ela ainda estava sentida por seu pai ter abandonado os dois, porque ser uma mãe solteira não devia ser nada fácil, ainda mais cuidar de sua mãe, que só sabia reclamar da vida.
Em certa noite, Jason estava deitado em sua cama, o sono estava vindo, até que ele ouviu múrmuros. Era de duas pessoas conversando. Uma das vozes era irreconhecível, a outra, ele sabia de quem era. Era de sua mãe.
Ele levantou rapidamente e foi em direção à escada. Sua mãe e um homem conversavam. Jason ficou observando os dois discutindo alguma coisa sobre: "daqui a pouco ele vai descobrir". Jason não fazia ideia do que o homem falava, ele balançou a cabeça e olhou mais atentamente.
" Temos que contar, Helena."
" E se ele não aceitar?" Perguntou a mãe.
" O menino vive perguntando sobre mim, sobre onde seu pai está."
Foi nessa hora que seu coração começou a bater rapidamente. Como? Sua mãe dissera que seu pai os abandonara, nada fazia sentido para ele naquele momento, seus pensamentos giravam em sua cabeça como um carrossel. Jason estava muito confuso.
Ele queria ir ao encontro dos dois, mas também não queria. Era difícil. Ele descobriria a verdade, será que ele aceitaria?, como sua mãe disse. Disso ele não sabia, mas arriscou. Jason desceu as escadas correndo. Quando sua mãe o viu, ficou desesperada. O homem o olhou e sorriu.
" Pai?" Ele gaguejou.
O homem estranho assentiu. Ele tinha uma pele bronzeada, usava uma camiseta branca e uma bermuda florida.
" Pode me chamar de Apolo."
" Mas como...?" Ele olhava perplexo para o deus. " Você... É um deus? Aquele dos mitos...?"
" Eu não sou um mito!" Exclamou Apolo.
Jason engoliu a seco. Sempre fora bom nas aulas de história. Sempre sabia tudo sobre os deuses gregos, mas nunca pensara que isso fosse realmente real. Pensava que deuses gregos não passavam de um mito, mas a sua frente estava seu pai, a sua frente estava Apolo, um deus.
" Por que você nos abandonou?" Perguntei, com raiva.
" Eu não queria fazer isso, mas Zeus ordenou, e eu tive que cumprir." Ele colocou uma das mão no ombro de Jason. " Nunca foi minha intenção esconder isso de você."
Jason olhou para sua mãe.
" E o que eu faço agora?" Perguntou Jason, confuso.
"Oras, você vai para o lugar mais seguro para vocês semideuses." Respondeu Apolo.
"E que lugar é esse?"
"Acampamento Meio-Sangue." Apolo sorriu.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Dom 26 Maio - 20:20



Jason Carter, não reclamado.
Observações:: O enredo da historia foi boa, porém conteve muitas falas e pouca narrativa, e Apolo é um deus, não deixaria o garoto perceber a presença dele, provavelmente conversaria em sonho com Helena, recomendaria re-fazer o seu teste de reclamação.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Edward Crawford Callaghan em Seg 27 Maio - 0:33



Edward Crawford Callaghan

There was a time, i used to look into my father's eyes, In a happy home, i was a king i had a gold throne, Those days are gone, now the memories are on the wall, I hear the songs from the places where i was born, Up on the hill across the blue lake, Thats where i had my first heart break, I still remember how it all changed, My father said, Don't you worry, don't you worry child, See heaven's got a plan for you, Don't you worry, don't you worry now, Yeah!

BORN ENGLAND - NATURALIZED AMERICAN - RESIDING IN CHALET HERMES - SON OF APOLO
Tudo começou em Londres dia 15/06/1995, as exatas 02:00 da madrugada um bebe nascia, ele se chamava Edward, era “filho” de Tom Carter Crawford e Maria Izabela Scantbelruy, Tom era um carpinteiro, e Maria era uma dona de casa normal como qualquer outra, porém tinha um passado que por vergonha escondeu de seu marido, 9 meses antes do seu nascimento Maria encontrou com um homem, bonito por sinal, porém desconhecido, a mesma fora seduzida por ele e eles passaram a noite junto, tendo como única informação sobre o homem um nome Apolo, fora o que o mesmo falara para Maria ao despedir-se, nessa época Tom e Maria tentavam frequentemente ter um filho quando finalmente Maria ficara grávida e Tom sem saber que o filho não era dele continuou a vida com a mesma normalmente, após um mês do nascimento de Edward os dois desapareceram inesperadamente deixando seu filho Edward dentro de uma cesta similar a uma de piquenique na porta de um orfanato com uma carta que ninguém havia conseguido abrir mesmo tentando rasgar ou coisa do tipo, Edward foi adotado cedo, pois tinha cabelos castanhos, era cor branca como a neve e com olhos castanhos, foi criado por pais adotivos,ricos e nunca foi compreendido por seus pais ele era muito diferente era um pouco tão serio que as vezes assustava, mas os pais mal sabiam que Edward apenas era um menino solitário precisando do amor dos pais, os dois trabalhavam tanto que esqueciam que o importante não era o dinheiro, no dia do seu aniversario de 15 anos, ele foi atrás de uma vela nas coisas do pai e acabou achando a carta que a mãe ou pai, ninguém sabia ao certo, havia deixado para ele, ele nunca tinha ouvido falar daquela carta seus pais nunca falarão daquilo e Edward nem sabia que era adotado, diferente de todas as pessoas que tentaram abrir aquela carta o único que conseguiu foi Edward, na frente da carta estava escrito “De Maria Izabela Scantbelruy para seu filho Edward Scantbelruy Crawford”, dentro da carta continha um pequeno texto:

“Olá Edward, meu nome é Maria e sou sua mãe, desculpe por não ter cuidado de você isso foi uma coisa que causou muito sofrimento para mim, não posso contar por que nós tivemos que lhe abandonar, mas tenho uma coisa que vai mudar a sua vida, você agora deve estar com uma família adotiva, porém você não é como qualquer outro, você é filho de Apolo, nos 9 meses que te carreguei em meu ventre pesquisei sobre o mesmo e é essencial que saiba que você é filho de um deus, o deus do sol, agora que sabes deveras procurar um acampamento, no seu primeiro mês de vida um sátiro veio até mim e guiou-me até o local onde você aprenderá tudo aquilo que o seu pai passou para você, o mapa vem anexo a esta carta.

PS: Nós te amamos.”

Abaixo de tudo havia o tal mapa explicando detalhadamente o lugar, Edward analisou o mapa e decidiu ir ao acampamento, armou um plano em que sairia escondido de casa enquanto seus pais jantavam e assim fez, porém não teve sucesso, acabou encontrando outros dois garotos que por ventura também tinham os mesmo problemas e também tiveram a tristeza de não encontrar tal acampamento.

3 meses depois...

Esperar, era só isso que eu estava fazendo. Minha mãe não havera me dito que iria demorar tanto, e lá estava eu, indo direto ao acampamento na qual sonhara desde que se juntara a Dean e Sammy, sempre soube sobre minhas origens tudo sempre fora claro para mim desde que eu encontrara aquela carta sobre meus pais no sotão de casa, eu estava muito pensativo e aquilo estava me atordoando pelo fato das milhões de coisas que continham naquela carta ainda rondarem minha mente, o delegado era um tanto misterioso e eu estava certamente irritado com a presença dele, ele a pouco nos prometera o acampamente meio-sangue e dizer onde era o local que é bom nada, ele apenas nos guiava dentre os becos de Nova Yorque indo para o litoral nas noites escuras da cidade que agora parecia um caos, a noite certamente não era algo que me alegrava, sempre preferi o dia, eu me sentia mais forte e desde que "fugira" enquanto Dean dava uma de heroi estava me sentindo meio covarde, mas obviamente eles nem imaginavam o real interesse de sair naquela hora.
- Edward, está bem? - murmurou Sammy preocupada - Claro que sim, apenas ande, ficarei bem - Enfim o clima de discórdia se fora e Dean era o único que ainda estava com aquele semblante arrogante, sinceramete já estava acostumado, ele sempre fora assim, com certeza não mudaria, por sorte Sammy quase sempre mantia o equilibrio entre todos, ela parecia perceber o fato de eu estar meio mal, enfim chegávamos a algum local, estávamos fora da cidade perto do litoral mas em meio a floresta, o delegado rapidamente parecia tenso, seus olhos encheram de ódio quando Dean e Sammy adentraram por um portão deixando-nos para trás, o delegado virara-se para mim dizendo para os outros seguirem em frente, quando pude ver seus olhos se enchendo de um vermelho ardente e seu corpo se transformando em uma espécie de gárgula enquanto eu me afastava vagarosamente sacando o arco que carregava comigo, nunca atirara em um local tão escuro porém era necessário, não estava enxergando-o tão bem,só conseguia ver os olhos que ainda brilhavam no silêncio da noite, pude vê-la se aproximando de mim quando atirei a primeira flecha, aquilo fora assustador, a flecha acompanhara uma espécie de raio dourado iluminando o local por uma fração de segundos, pude perceber a raiva nos olhos do delegado ou monstro no caso.
A flecha raspara a fera, porém não dara muita atenção ao fato de minhas flechas brilharem ao atira-las, o instinto de sobrevivência gritara mais alto e assim manti a cabeça erguida concentrando-se no brilho nos olhos da fera, atirei novamente acertando parte das asas que eu mal percebia ter se formado, quando algo me atingira, um corte leve sobre minhas costas me fez cair paralisado, a fera estava caída também e eu não sabia o que me atingira, pude ouvir alguém rindo, o que me lembrara a risada de Sammy, faltava pouco para amanhecer, era umas 6 da manhã quando fui atingido e após ouvir um grito perto de mim pude sentir um ardor corroer meu corpo eu ardia em febre, quando enfim o sol nascia vagarosamente batendo no alto dos carvalhos que me envolviam, o sol atingiu primeiro minhas pernas e enfim as costas, eu estava debruçado no chão quando senti um certo alivio, podia enfim sentir meu corpo novamente, começando a mexer primeiramente os dedos e enfim mexer-se por completo, levantei-me devagar e ao virar-se me deparei com Sammy no chão a fera estava comendo-o, o monstro não se mexia nada além da boca, parecia que Sammy fora pego de surpresa e a fera por conta da flecha em suas asas não conseguindo se mexer atacou-o sem dó, peguei a flecha que estava caída no chão da minha primeira tentativa e atirei, meu olhos estavam cheios de lágrimas, meu irmão estava ali morto sendo devorado por um monstro que por burrice minha ainda estava vivo, atirei a flecha em direção a cabeça da fera que se explodiu em uma espécie de pó dourado, deixei Sammy ali no chão e segui em direção ao portal por onde Dean passara, teria que encontra-lo e dizer o que acontecera, o que com certeza não seria fácil.

On New York City, the soundtrack is DON'T YOU WORY CHILD, from Swedish House Mafia

♣ The New Apolo's Soon? ♣

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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Seg 27 Maio - 1:14


Edward Crawford Callaghan, reclamado.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Jeremy Gilbert em Seg 27 Maio - 18:09

Nome: Jeremy Gilbert

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no mínimo)

Nascido em 14/02/96 em Los Angeles,Filho de Apolo com uma humana chama Katherine Gilbert, Jeremy quando criança levou uma vida extremamente normal,não percebera nada,quando completou 13 anos ele perguntou a sua mãe o que tinha acontecido com seu pai,ela lhe disse que ele havia morrido quando ele era criança,mas Jeremy não acreditou na história que sua mãe lhe contara,mas por momento deixou quieto.
Jeremy em uma tarde escutou uma voz em sua cabeça,uma voz um tanto quanto estranha ,lhe dando conselhos,Jeremy gritou perguntando quem era,a voz apenas disse um nome “APOLO”,Jeremy ficou sem entender,chegou em casa e foi falar com sua mãe sobre o que tinha acontecido na floresta,sua mãe ficou sem graça,mas Jeremy a forçou a contar.
Ela por fim lhe disse de quem era a voz,lhe disse era Apolo,seu pai,por alguns instantes Jeremy ficou sem entender pois sua mãe disse que seu pai havia morrido.Sua mãe disse que a voz era de um Deus(Apolo) seu pai.
Jeremy ficou mais confuso ainda,ele era filho de um Deus ? Como isso era possível?.
Sua mãe começou ter uma longa conversa com ele,falando que as vezes os Deus desciam na terra e tinham relacionamentos com humanos,e nesses relacionamentos tinham filhos,mas depois que esses filhos nasciam não podiam ter contato com sua proles humanas,pois eram uma Leis dos Deus maiores.
Jeremy depois de um tempo já estava acostumado com a ideia de ser Semi –Deus ( Meio Sangue),ele começou a frequentar o acampamento Meio – Sangue,onde os filhos dos Deuses iam para aprender usar suas habilidades de Deus e a manusear armas e aprender a lutar e a respeitar seu pais.
O Acampamento Meio – Sangue apenas seres de Semi deuses para cima podem entra seres humanos não podem é como se tivesse uma barreira na entrada que barrasse essa entrada,Hoje em dia Jeremy estuda no Acampamento,ficando alguns dias lá e outros ele sai para ficar com sua mãe.
Jeremy nunca viu seu pai,pois como dito antes os Deuses não podem falar e ver suas proles humanas,mas Jeremy sempre quis ver e conversar com seu pai,ver como ele era,todos falam que ela é um ótimo Deus,mas Jeremy quer o ver pessoalmente.
Sua mãe disse algumas vezes como seu pai era,ela dizia que ele era alto magro pele clara e loiro,olhos claros.
No acampamento Jeremy viu muitas coisas,conheceu outro semi-Deuses e ouviu mais algumas histórias de seu pai,percebeu porque tinha tanta dificuldade em ler as escritas da escola,pois o cérebro dele era ligado com o alfabeto grego antigo,e não com o de hoje ele tinha muita dificuldade em ler tudo,chegou no acampamento tudo isso foi explicado a ele pela melhor forma possível.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Seg 27 Maio - 18:28


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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Pandora R. Mellbourn em Sab 1 Jun - 13:35






Let me open up a discussion with “I’m not impressed with any mother fucking word I say” See I didn't cry? when he came inside And now I’ll burn a Highway to hell SHUT THE FUCK UP When I'm trying to think I got to keep my concentration give me one more drink And then I’ll try to remember all the advice that my good book told me
Just Kill.




Nome: Elizabeth Marvoik.

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo.

Conte um pouco de sua história. (20 linhas no mínimo)
Amarga, sem sombra de duvida. Dona de traços rebeldes,Elizabeth nasceu para viver e viverá nem que tenha que infringir as regras para isso. Discutirá com você até os seus últimos argumentos com a mesma feição de indiferença do começo da conversa, estando errada ou não. Quando estiver sem forças para o fazer, irá partir a sua cara. Impulsiva, por vezes a maneira bruta e rude que vê o mundo afasta as pessoas que tentam se aproximar. Achando ser a dona de seu próprio mundo, na maioria das vezes tem respostas agressivas na ponta da língua, e pouco se importa se vai ferir ou não alguém com as suas atitudes e jeito descontrolado. Contudo, não queria tê-la como inimiga. Vingativa e perigosa, Elizabeth pode se aproveitar da sombra mais ordinária para acabar com a raça de qualquer um que lhe desagrade.
Na frente de quem interessa,ela é uma pessoa, quase como uma impostora, e quando não está sendo vigiada, tenta ser alguém condizente com seus pensamentos internos. Ela ama, mas qualquer tipo de amor a sufoca. Questiona para que serve o amor. Ele não pode ter nada de bom, uma vez que não consegue captar os sentimentos que ele causa. Ao mesmo tempo em que se dá o trabalho de se importar com as algumas pessoas, ela passa a brincar com outras. Parece que não quer relacionamentos, passando até a relutar a ter amigos. Tem distúrbios sadomasoquistas, por isso precisa sempre de reafirmação. Gosta de viver no seu canto e não quer aproximação de gente, procurando não se importar com os sentimentos dos outros. Explosiva, manipuladora e muito observadora, Elizabeth mostra que pode ser muito pior do que qualquer outra pessoa quando quer.


Nasceu no Tenesse, há exatos dezoito anos atrás. Desde cedo, teve tudo o que desejava de seu pais adotivos, assim como sua meia irmã. Quando tinha 03 anos, passou a fazer terapia. Ela queimava os brinquedos e depois apagava com água e terra. Uma vez, as 5 anos, colocou fogo debaixo do carro usando papel e fósforo. Seus pais deram-lhe uma bronca, como qualquer pai faria.
Aos tinha 09 anos, Elizabeth fora deixara sozinha com a irmã, Amanda. Ambas estavam caminhando pelo lago próximo a casa onde moravam e, como Elizabeth sabia que a garota tinha medo de água e não sabia nadar, a induziu para que caminhassem na margem do lago, empurrando-a assim que a garota distraiu-se com uma borboleta. Amanda,começou a se debater, chamando pela irmã, involuntariamente indo para a parte mais funda do lago. Entretanto, ao invés de socorre-lá, Elizabeth sentou-se próxima a margem,observando o desespero da mais nova, esperando quando ela iria conseguir sair dali. Sendo que Amanda não teria como sair do lago, Elizabeth levantou-se e rumou de volta para casa.
Ao se encontrar com a tia, perguntou o que era a ’gosma branca’ que saia do nariz de uma pessoa quando ela se afogava. Rapidamente, notando que Amanda não se encontrava em lugar algum da casa, Suzana saira correndo até ao lago existente ali, encontrando a garota morta. Ao ser interrogada, Elizabeth estava mais disposta a ser o centro das atenções do que em sentir culpa ou remorso pelo crime que havia feito.

Aos 15 anos,a ruiva entrou em uma fase mais agressiva. Ela xingava os pais e dizia que iria matá-los. Que explodiria uma bomba em casa. Por sentir que precisava de espaço dentro de casa e por sua mãe não aceitar sobre a morte de Amanda, a mesma passou a trancar Elizabeth em seu quarto, alegando que a garota possuía distúrbios assassinos. Posteriormente, levou-a em diversos psicólogos e psiquiatras. Todos disseram a Suzana que sua filha possuía Transtorno de Personalidade Dissocial, que a garota era simpática e conversadora, mas mentia demais e com extrema convicção. A partir daí, Suzanna passou a vigiar a vida da garota, sem muito sucesso. Quando contrariada, Elizabeth incendiou a casa três vezes e, em uma delas, com seus pais trancados no quarto. Sorte que uma vizinha notou o incêndio e chamou imediatamente os bombeiros.
Foi o auge. Com medo de que ela conseguisse mata-la em um de seus ataques de fúria,Suzana expulsou-a de casa. Meses depois, ao ser atacada por uma empousai e salva por um sátiro, a garota descobriu sua verdadeira origem; que era uma meio-sangue. A partir dai, foi para Long Island e atualmente mora no Acampamento.

Este post tem o número UM As pessoas citadas ao decorrer da ação são as Nenhuma ainda e ela se passa em meu quarto. Eliza está vestido esta roupa: (ISSO). eu gostaria de acrescentar que postar sozinha é um saco.


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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Sab 1 Jun - 15:05


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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Lukas Zatira em Sab 1 Jun - 21:50

Nome? Lukas Zatira

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe?: Apolo.

Conte um pouco de sua história.

Fui criado na casa dos meus avós, no norte de Long. Island. Minha mãe, Sarah Zatira morreu no parto e meu pai, não sei o seu nome, sumiu quando eu ainda era um bebê. Cresci rodeado pelo carinho dos meus avós, Martha e Hilbert, que cuidavam muito bem de mim. Eles sempre diziam que minha mãe estaria orgulhosa de mim quando eu fazia algo de novo e que fosse bom. Eu ia à escola todos os dias, mas sempre tinha de mudar de escola. A cada mês era uma escola diferente. Em todas as escolas que eu frequentava, me acusavam de aprontar algo, na última vez, os canos da escola estouraram, e devido eu ser o menino mais bagunceiro, os outros alunos colocaram a culpa em mim. Minha última escola aconselhou meus avós a me levarem a um médico, e eles fizeram isso. O médico nos disse que eu tinha TDAH e Dislexia, duas doenças que me prejudicam muito na escola. Atualmente, a minha nova escola é uma daquelas instituições que ajudam garotos muito bagunceiros ou algo parecido a melhorarem em comportamento. Tenho apenas um amigo nessa escola, Roger. Roger era um garoto alto, da mesma idade que eu, tinha cabelos castanhos e encaracolados que sempre ficavam por baixo do típico boné vermelho. Ele sempre andava mancando, mas nunca me disse o motivo. Eu também não sabia o porquê de Roger estar matriculado naquela escola, ele era muito calmo e quieto para precisar de uma escola dessa, nunca perguntei porque.
Estávamos, como de costume, voltando para casa de ônibus. Eu e Roger morávamos na mesma rua, quer dizer, eu nunca vi a casa dele, pois ele sempre parava em frente a minha casa, esperava eu e entrar e saia correndo. Enquanto íamos para casa, eu e Roger ficávamos conversando sobre as aulas, principalmente a de história, éramos os únicos no veículo, além do motorista, por isso, nossas vozes eram o que mais se ouvia, além do som dos motores do ônibus.
-A aula de hoje com o professor Tristan foi bem legal!-Roger disse, mastigando um pedaço de sanduíche de manteiga de amendoim que havia sobrado de seu lanche.
-Sim, foi mesmo! Principalmente a explicação sobre aquele Deus, Apo... -Quando estava prestes a completar a frase, Roger me interrompeu.
-Não pronuncie nomes! Nomes tem poder!-Roger disse, seu tom de voz estava sério.
-Tudo bem, hahaha!-Eu ri, em seguida, olhei para fora. O ônibus estava parado em um farol fechado. Observei o movimento na rua, até perceber um homem olhando na minha direção. Era alto, de pele bronzeada, cabelos castanhos e pelo o que eu pude ver de longe, seus olhos eram claros. Parei de olhar para a rua e voltei a conversar com Roger. Tudo estava calmo, estávamos quase chegando ao nosso ponto, quando de repente, o ônibus deu uma freada brusca e eu e Roger quase voamos para frente. Levantei do banco para ver o que havia acontecido. O motorista estava olhando assustado para a frente do ônibus, onde um homem estava parado. Roger começou a cheirar ao redor, e então, sua expressão mudou para aterrorizadora.
-Lukas, temos de sair daqui, agora!-Roger disse e então começou a me puxar. Ele segurou fortemente meu braço e segui em direção à porta de trás do ônibus que estava trancada. Roger se segurou nos ferros que estavam dos lados da porta e deu uma espécie de "coice" na mesma. A porta incrivelmente ficou escancarada. Roger continua me puxando, descendo do ônibus. Quando saímos do veículo demos de cara com um grande homem. Ele tinha pele clara, cabelos castanhos e, olhos... Espera, não são olhos, mas sim UM olho grande e castanho.
-Meu Deus! O que é isso?-Eu gritei. Roger estava tremendo.
-Hehe!-O "homem" deu uma risadinha e deu um soco em Roger, o fazendo cair em cima de mim.
-É um Ciclope! Lukas pegue isso!-Roger me entregou uma espécie de arma pequena. Uma adaga com cabo de madeira.
-O que eu vou fazer com isso?-perguntei, pegando a Adaga e levantando.
-Lute com ele!-Roger aponta para o tal ciclope que segurava um banco acima de sua cabeça. Em seguida, ele lança-o, em minha direção.
-O que? Está maluco? Eu não posso lutar com isso! Afinal, isso nem existe! É uma miragem!-Quando eu disse isso, o ciclope me deu um soco, me fazendo bater na parede próxima. -Retiro o que disse!
Levantei-me com um pouco de dor e peguei a adaga que havia caído ao meu lado. Comecei a correr na direção do ciclope e tentei golpeá-lo, mas o mesmo desviou e aproveitou que eu estava de costas para ele, dando-me uma cotovelada. Eu cai de barriga no chão. Minha cabeça doía. Até que observei a minha frente. A luz solar estava próxima. Incrivelmente, a luz começou a vir até mim, e atingiu meu corpo. Roger e o Ciclope olhavam surpresos enquanto eu me levantava, o sol parecia ter me dado mais força. Finalmente, a luz parou de vir. Levantei a Adaga pronto para usa-la e corri, Acertando o ciclope na barriga. O monstro caiu no chão, transformando-se em névoa.
-Conseguiu! Você conseguiu!-Roger gritou, vindo até mim. Deixei a adaga cair no chão cai desmaiado.
Acordei 2 horas depois. Estava na casa de meus avós. Minha vó e Roger estavam sentados no sofá em frente a onde eu descansava. Quando perceberam que eu estava acordando, disseram algo como: Graças aos Deuses!
-Ai, o que aconteceu?-perguntei. Minha cabeça latejava de dor.
-Você derrotou um ciclope!-Roger disse sério.
-Aish, então não foi um sonho?-Perguntei novamente, minha vó fez um não com a cabeça. Meu vô, Hilbert apareceu com um copo de água, me entregando e pedindo que eu bebesse.
-Não, não foi! E você está em perigo! Precisamos ir para o acampamento!-Roger disse, olhando para minha vó que fez um sim com a cabeça.
-Que acampamento?-Perguntei, depois de terminar de beber água.
-Lukas, você lembra-se da aula de mitologia, sobre deuses, semideuses, que o professor falou?-Greg me perguntou, eu fiz um sim com a cabeça. -Bem, todas essas lendas são verdadeiras! Tudo isso ainda existem! Os deuses principalmente! Eles vêm até a terra e têm filhos com mortais, conhecidos como semideuses, ou, meio-sangues, como você!
-O que? Como assim? Eu sou filho de um Deus?-Eu disse assustado. Não podia ser filho de um Deus, eles nem ao menos existem, Roger deve estar maluco, eu sou só um garoto normal, tirando minhas doenças. -Vó, a senhora poderia levar o Roger ao médico?
-Lukas, meu neto, tudo o que seu amigo está dizendo é verdade! Você tem de ir para o acampamento! Estará seguro lá!-Meu vô disse. -Era o que sua mãe queria! Que você ficasse seguro!
-Mas vô, isso não existe! Não pode ser verdade! É impossível!-Eu disse.
-Infelizmente é sim meu neto!-Foi à vez de minha vó dizer. Ela então me deu um abraço, em seguida, meu vô fez o mesmo.
-Lukas, temos de ir!-Roger disse. Percebi que não deveria discutir com meus avós. Corri e dei novamente um abraço neles, um daqueles abraços tristes e bem fortes. Em seguida, fui à direção da porta, onde Roger me esperava. Acenei e sai da casa.
Eu e Roger, pela segunda vez naquele dia, corremos. Ele foi em direção a um estacionamento perto da casa de meus avós, pegando um carro, que parecia já estar pronto para sair. Entramos no carro.
-Roger, quem é você de verdade?-Perguntei, estava determinado a descobrir a verdade sobre aquilo tudo.
-Sou um sátiro! Um sátiro com licença de buscador! Fui designado a vigiar e procurar semideuses em escolas no estado inteiro!-Ele me disse.
-Um sátiro? Tipo, aqueles seres da mitologia grega metade homem e metade burro?-Perguntei.
-Não, eu não sou metade burro! Sou metade bode!-Ele disse e pisou fundo no acelerador.
Viajamos por 2 horas pelas estradas de Long Island, já era de noite, 8:00. Metade do caminho fiquei dormindo, mesmo com essas histórias estranhas. Depois de um tempo, Roger parou o carro em uma floresta, perto de uma colina com um grande pinheiro no topo. Ele desceu do carro, me mandando fazer o mesmo, seguindo até a colina. Caminhamos até chegar ao topo. Foi então, que avistei várias construções. Um grupo de chalés de tamanhos e cores variados, uma grande casa, e algumas outras construções, além de uma plantação de morangos, uma floresta e uma lagoa com canoas. Observei várias pessoas em volta de uma fogueira, pareciam alegres. Crianças e adolescentes de idades, tamanhos e aparências diferentes. Além de sátiros e outros meio-humanos e meio-cavalos, que eu identifiquei como Centauros. Roger começou a andar na direção deles, e eu o segui. Uma grande trombeta tocou quando chegamos perto, e todos olharam em nossa direção. Fiquei com vergonha com tamanha atenção.
-Roger! Percebo que teve sucesso em sua missão!-Um centauro disse. Roger fez uma reverencia.
-Sim senhor Quiron! Esse é Lukas! O garoto que eu lhe disse!-Roger apontou para mim, Fiz uma reverencia como sinal de respeito. Então, outro homem suspirou, estendendo um graveto com marshmallows na fogueira.
-Ah, ótimo, mais um pestinha para me atormentar!-Ele era um homem, digamos, acima do peso, usava camisas havaianas e um short.
-Mas Senhor Dionisio, talvez isso seja bom contra os invasores!-Quiron disse. Aquele era o Deus do vinho? Dionisio? Roger olhou para mim, com um sorriso e fez um sim com a cabeça, como se soubesse o que eu estava pensando. -Muito bem, Lukas, se aproxime da fogueira! Veremos se seu pai ou mãe está de bom humor para lhe proclamar! Se bem que eles não têm escolha quanto a isso!
Fiz o que Quiron mandou. Fui até a fogueira, olhando para ela. Todos os campistas em volta estavam ansiosos, esperando algo. Agora tinha percebido, alguns campistas eram quase idênticos, alguns eram loiros de olhos claros, outros tão bonitos quando uma flor, outros pareciam com raiva a todo instante. Deixei meus pensamentos de lado quando Quiron começou a dizer:
-Grandes Deuses, peço que abençoem esse semideus, e mostre de quem nós devemos chama-lo de filho!-Uma luz amarela brilhou em minha cabeça. Todos os campistas olharam surpresos para mim e se ajoelharam, até mesmo Quiron e Roger, menos Dionisio. Quando percebi, um símbolo pairava em cima de minha cabeça, um Tridente. Todos se levantaram e então, Quiron disse algo que me deixou surpreso:
-Filho de Apolo, Deus Olimpiano do sol, da medicina e da cura! Rei dos Grifos!
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Sab 1 Jun - 21:58


Lukas Zatira, reclamado.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Emma Criten Cavolliet em Dom 2 Jun - 9:40

História
Nome? Emma Criten Cavolliet
Qual deus lhe agradaria como pai/mãe?Apolo.
Conte um pouco da sua história:
Emma nasceu dia 30 de maio de 1997,em Londres na Inglaterra, em uma noite chuvosa ás meia noite em ponto. Logo após seu nascimento, seu pai a deixou com a sua mãe e partiu. Desde então a pequena nunca soube quem era e como era seu pai, passava noites sem dormir pensando nele, nos seus traços, seus olhos, e tudo que a mãe contava sobre ele. Com doze anos Emma amava escrever músicas e poesias, ela também gostava de atletismo, era boa em todos os tipos de esportes, sua mãe botou ela numa aula de canto, o professor ficou impressionado com sua voz e como ela tocava sua lira bege clara. Emma fez aniversário e completou treze anos, sua mãe disse: “-Depois que todos irem para suas casas, vou lhe contar uma coisa muito importante.” Emma queria logo que a festa acabasse, para que sua mãe lhe contasse. Quando a festa acabou sua mãe lhe disse: “-Filha vou lhe contar uma coisa muito importante e você não pode contar para ninguém.” Emma logo após disse: “-Não vou contar para ninguém, mas o que é tão importante?.” Sua mãe pensando em um jeito de explicar as coisas, começou a falar: “-Filha você vai ter que ir para um acampamento que se chama Meio-Sangue, lá ficam adolescente especiais, para treinar e se aprimorar .” Emma sem entender o que a mãe tinha dito, falou: “-Como assim se aprimorar?, é para aprender mágica?” Sua mãe logo após falou: “-Não filha, não é mágica, vou ser clara e rápida, você é filha de um Deus.” Emma chocada comentou: “-Como você sabe?” Sua mãe disse: “-Não sou sua mãe biológica, seu pai Apolo, falou para eu cuidar de você e disse que quando você fizesse treze anos era para você ir para o acampamento, e você vai Emma.” Emma confusa disse: “-E porque ele pediu para você cuidar de mim?” Sua mãe ficou calada tentando lembrar o porque, e quando se lembrou disse: “-Porque no Olimpo que é onde os Deuses ficam, estava em guerra e Apolo não queria você desprotegida naquele tempo.” Emma não queria saber mais nada, subiu para seu quarto e ajeitou suas coisa, Emma estava feliz, porque finalmente iria conhecer seu pai.

Quando Emma chegou ao acampamento recebeu uma carta que dizia: “-Olá minha preciosa e iluminada filha. Seja bem-vinda ao acampamento Meio-Sangue, espero que você ilumine ainda mais o sol de cada dia. De: Apolo.” Emma ficou toda feliz e queria logo ver seu pai, mas levaram ela para o treinamento, ela pensava que seu treinamento seria de luta mas era só música, poesias, lira e arco e flecha. Emma não via a hora de ver Apolo, até que soube que nem um filho pode ver seu pai. Emma mesmo assim não desanimou pois sabia que seu pai estava ali com ela naquele momento. Emma quando foi para seu treinamento viu todos os filhos de Apolo, ela logo pensou: “Esses são meus irmãos”
Passaram-se três anos e Emma havia completado dezesseis anos de idade, e cada vez mais ela iluminava o sol e o seu caminho, e até hoje está brilhando.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Ter 4 Jun - 16:15


Emma Criten Cavolliet , reclamado.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Faye Rouge em Sab 15 Jun - 12:53

Nome? Faye Rouge
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Apolo
Conte um pouco de sua história:
Nascida em São Francisco, Califórnia, Faye cresceu como qualquer outra garota normal. Morava com a mãe em um apartamento com tamanho suficiente para quatro pessoas, mesmo que elas só fossem duas. Aos seis anos, começou a fazer aulas de música, pois esta era uma de suas maiores paixões. Era uma boa aluna. Nunca foi a primeira da turma, mas nunca teve notas baixas. Desde pequena, Faye era chamada de diversos nomes por conta de sua dislexia, o que acabava em noites de choro no colo da mãe. Quando ela cresceu, deixou de se importar com o que os outros falavam, porém se esforçava para estudar o máximo que podia e conseguir notas que deixassem sua mãe orgulhosa.
Quando Faye fez 12 anos, surgiu uma nova paixão: arco e flecha. Ela sempre gostara, na verdade, mas sua mãe nunca a deixara fazer aulas. Agora que ela estava maior, no entanto, finalmente conseguiu permissão. Começou a fazer aulas perto de sua casa, e ela era uma das melhores alunas. Faye nunca conhecera o pai. Sua mãe falava pouco sobre ele, mas quando o fazia, sempre dizia que o sorriso dele era o mais bonito que ela já vira em toda sua vida. Sempre dizia que parecia brilhar como o sol. Aos 13 anos, a não tão pequena Rouge e sua mãe mudaram-se para Nova York. Faye gostou da nova casa e do novo lugar. Conseguiu adaptar-se melhor do que pensara. Continuou com as aulas de músicas e as aulas de arco e flecha normalmente, e no colégio, tudo continuou a mesma coisa.
Três anos depois, alguns meses antes de fazer 16 anos, a vida de Faye estava muito bem assim, até aquela tarde quando foi para outra aula de arco e flecha. Ela era a primeira a chegar na maioria das vezes, por isso só encontrava o professor ao entrar no local. Entretanto, não havia ninguém lá nesse dia. Absolutamente ninguém. O lugar estava deserto e silencioso, e parecia, de algum modo, estranho. Algo estava diferente. Faye resolveu procurar por seu professor – afinal, ele nunca se atrasava. Ele deveria estar em algum lugar ali. Estava quase saindo por uma porta quando ouviu um barulho atrás de si. Uma das portas voou pelos ares por cima de sua cabeça, e foi aterrissar cinco metros atrás dela. Mas Faye não se importou com a porta. Porque o que saiu depois foi muito pior do que teriam sido mil portas voando. Ela reconheceu a criatura imediatamente: um manticore. Faye sempre gostara de mitologia grega, e sua mãe lia histórias para ela. Ela se lembrava de uma em que o manticore aparecia. Enquanto o animal avançava em sua direção, ela armou o arco e flecha e começou a pensar. Como ele fora derrotado naquele conto? Quando a resposta finalmente apitou em sua cabeça, ela mirou e esperou, até que finalmente a cabeça de leão abriu a enorme boca para rugir. E então ela atirou. A flecha voou no ar e fincou-se no céu da boca do animal, que rugiu mais ainda em dor. Faye atirou outras 3 flechas e a criatura caiu no chão. Ela pensou em atirar outra, mas não havia mais no que atirar, pois o manticore tinha se transformado em um pilha de pó que fora carregada pelo vento. Por um momento ela pensou que estivesse alucinando, mas quando um garoto metade bode entrou trotando, ela teve certeza. O menino-bode – ou Chip, como ele disse ser seu nome – a levou para fora às pressas, e os dois entraram em um táxi. Normalmente, ela não entraria em um táxi com estranhos, mas ela sentia que podia confiar nele. Chip disse que a estava levando para um tal de Acampamento Meio-Sangue, e explicou o máximo que pôde durante o caminho. A ficha caiu devagar. Semideusa. Era isso o que ela era. Fazia sentindo, pensando bem. E ela tinha uma leve suspeita de quem era seu pai. Enquanto Faye e Chip faziam o caminho até a Colina Meio-Sangue a pé, tudo que Faye conseguia pensar era que não conseguira despedir-se de sua mãe, e como sabia que teria que ficar no Acampamento por um bom tempo, não sabia quando a veria outra vez.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Ter 18 Jun - 20:43


Faye Rouge, reclamada.
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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Matt Donovan em Qua 19 Jun - 10:27

Nome:  Matt Donovan.

Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe: Apolo.


Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo):


Nascido em 14/04/97 em Los Angeles,Filho de Apolo com uma humana chamada Dilma Donovan,Matt quando era criança foi criado normalmente por sua mãe ela nunca falava sobre seu pai apenas disse uma vez que ele morreu quando Matt era pequeno.
Matt levou muito tempo até sua mãe contar a ele o que ele era verdadeiramente um “Semi Deus”, ela apenas contou a ele o que ele era pois um dia ele foi atacado na rua por um animal um tanto quanto estranho que lhe falava uma coisa sobre Apolo,Matt ficou um tempo se entender toda aquela história louca,Matt ficou muitos dias,com raiva de sua mãe por ela ter escondido sua verdadeira Natureza,mas com o tempo ele aceitou,ele depois disso contou a sua mãe que ele ouvia vozes em sua cabeça,sua mãe lhe disse que era normal,era como os Deuses de comunicavam com suas proles Humanas,sua mãe lhe disse também que haviam outros como Matt “Meio Deuses.” Matt ficou feliz em ouvir aquilo.
Matt teve um grande amigo Jeremy Gilbert,Jeremy era muito amigo de Matt,ele descobriu com o tempo que Jeremy era filho de um Deus também,suas mães os encaminharam para um acampamento chamado “Meio Sangue” onde apenas seres sobrenaturais poderiam entrar,a mãe de Matt tentou entrar um dia mais foi impedida com uma espécie de campo de força entre o portão do local.
Apartir  daí Matt e Jeremy iam para aquele acampamento para aprender mais sobre seus Pais e seus Dons e aprender a lutar,aprender ter a harmonia com tudo aquilo,por que no mundo dos humanos nada daquilo existia, os humanos não acreditam que eram possível um Deus vir a terra e ainda mais poder ter filhos com Humanos.
Logo que Matt chega ao acampamento,ele via que tudo ali era diferente sentia uma energia diferente tudo ali era mágico,os treinamentos,era uma coisa diferente de tudo que Matt já tinha vivido,ele estava gostando.
Conheceu no acampamento várias outras pessoas como ele,outros Semi-Deuses,de vários Deuses e com várias habilidades diferentes.
No acampamento era tudo diferente os Horários de tarefas e treinos eram constantes,acordam cedo para treinos,de tarde mais treinos,e algumas horas para descanso mas logo voltando aos treinamentos,Matt nem entendia o porque de tanto treinamento,as poucas horas de descanso era muito usada por ele,para jogar  Vôlei com os amigos e conversar com Jeremy seu melhor amigo.
Eram poucos os dias que Matt podia ir ver sua mãe,mas os dias que podia ele ia e ficava o tempo necessário perto dela pois a  saudade era muito grande.


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Re: apolo 27.07.2013

Mensagem por Apolo em Qua 19 Jun - 21:42


Matt Donovan, reclamado.
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Re: apolo 27.07.2013

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