RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Baby Beni-Desiré em Ter 16 Abr - 15:43




Nome? Aimee Beni-Desiré
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Deméter
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)


Não sou uma boa contadora de histórias, mas prometo que vou tentar contar pedaço por pedaço, apesar de algumas partes de minha vida serem intensamente dolorosas. Meu pai sempre disse que minha mãe era uma bela mulher, e disso eu nunca duvidei, até por que eu herdara sua beleza, suas feições delicadas, e os grandes e profundos olhos dela, ou pelo menos era isso que meu pai sempre falava. Ele era tão loiro quanto se poderia ser, e para variar, trabalhava em uma floricultura do interior da França, uma pequena cidadezinha sem muito movimento, era bem pacata, ótima para ter uma vida tranquila. Meu pai não era um homem muito difícil, na verdade, nem um homem mesmo ele era. Tinha por volta dos dezenove anos quando conheceu minha mãe, e uma deusa como ela poderia assumir qualquer forma, podendo passar-se por uma garota do colegial de quinze anos facilmente, e foi assim que começou.

Eu cresci sem uma verdadeira figura materna ao meu lado, apesar de meu pai sempre fazer o melhor para me manter aconchegante em minha cidade natal. Ele sempre me escondeu muitas coisas, desde o paradeiro de minha mãe, até minha família materna inteira, mas nós seguíamos as regras da época. Eu permanecia calada e imóvel, ouvindo-o falar, e não ousava abrir a boca a não ser que me fosse concedido a palavra, e foi assim desde sempre. Eu seria uma garotinha perfeita, se não fosse é claro pelos problemas típicos de um meio-sangue, mas eu gosto de acreditar que sempre fui um pouco mais cuidadosa do que os outros, é claro, até o inevitável acontecer.

Eu tinha por volta dos doze anos quando os primeiros indícios de minha condição como meio-sangue começaram a se aflorar. Meu cheiro era camuflado pelas flores, meu pai costumava usa-las para vender, e inundava meu quarto com todos os tipos, desde cedo tive um aroma floral irresistível, esse era mais um segredo que meu pai me escondeu, o verdadeiro motivo pelo qual sempre me enchia de flores e mais flores. Estávamos em um carro pequeno e apertado, abarrotado de flores e mais flores, onde nós apenas carregávamos uma bagagem de mão cada um. Meu pai, no banco da frente suava frio, olhando desesperadamente para o retrovisor a cada cinco minutos. E eu, uma ingênua garotinha de doze anos não entendia absolutamente nada. Havíamos largado tudo as pressas após meu pai receber um telefonema misterioso, que só agora fui descobrir que era de Deméter, ordenando-o que me levasse para bem longe, para o acampamento.

A viajem teria sido uma maravilha, se não fosse é claro pela fúria que nos barrou na saída do aeroporto de NY, a principio não pude ver o que ela realmente era, uma velhinha se transformando em algo... Não, minha mente não conseguia concluir o que eu via a minha frente, até a palavra "fúria" ecoar em meus ouvidos, proferida por meu pai, e então os flexes das aulas de história passaram por minha mente em um pique só, a imagem se tornou clara para mim. Ela era horrível, horrível a ponto de me dar uma breve ânsia de vômito. Ela voou, atirando-se em cima de mim, mas ela nem sequer me acertou pois outra pessoa se jogara na minha frente.

Eu vi sangue, muito sangue, saindo adivinha de onde? É claro, do rasgo imenso que a puta fúria havia feito no pescoço de meu pai degolando-o. Mas eu não tinha tempo para chorar, espernear, ou qualquer coisa parecida, apesar da dor que latejava em meu coração, eu tinha absoluta certeza de que o sacrifício de Peter não seria em vão, e então eu corri, corri como nunca havia corrido em minha vida para dentro do aeroporto novamente. Sempre fui muito pequena, comecei a crescer tipo, desesperadamente aos quatorze anos, chegando aos meus atuais 1,68 de altura, mas ser baixinha era uma vantagem no momento, esconder-se entre as malas, passar por baixo de pernas, empurrar, derrubar, tudo isso sem ser vista, fiz tudo isso e mais um pouco ao longo dos anos, até me ver obrigada a aceitar um ombro amigo, alguém que eu sentia poder confiar, e esse alguém tentou - juro que tentou - me explicar as coisas, o quanto minha vida mudaria, o que eu iria ter que enfrentar se não partisse com ele no exato momento. E quando ele proferiu as palavras "sua mãe é uma deusa", tive uma breve noção de quem seria, baseada na imensa paixão de meu pai por flores.



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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Olivia A. Lassance em Ter 16 Abr - 18:00

Nome? Olivia Agnew Lassance.
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Deméter.
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

Não havia nenhum problema em viver com Oliver. Ele sempre foi, além de irmão, meu melhor amigo. Desde pequenos, quando brincávamos no jardim de casa sob a observação gentil de nossa mãe, confidenciávamos segredos e falávamos mal das outras crianças com quem estudávamos. Acabávamos rindo daquela menina que usava maquiagem berrante e no final, comíamos salada de fruta enquanto observávamos do píer, o mar. Hoje em dia, já adolescentes, continuamos no mesmo processo.

Ele sempre foi tudo pra mim, mais mãe do que nossa própria mãe e o pai que eu precisava. Então eu realmente não ligava pras pessoas com quem nós tínhamos amizade, nem pro fato de nós sermos populares. Exceto pelo fato de nos convidarem sempre pras festas (mas é claro que convidavam, pra uma festa animada, os Lassance sempre terão que estar lá) e por meninos atléticos, por quem eu na verdade nunca senti uma atração muito séria.

Passávamos muito tempo no jardim, estufas e tudo mais. Nossa casa era enorme e podíamos sair quando quiséssemos. Às vezes, eu até fugia pra uma floresta que ficava não muito perto de nossa casa, à noite. Conseguia ouvir os insetos, animais e relaxava. Oliver sabia sempre quando eu ia, mas não dizia nada. Afinal, acho que nossa mãe piraria só de imaginar que a filha dela, tão jovem, poderia estar sozinha no meio do nada, com tantos estupradores soltos por aí. Mas eu sempre imaginei estupradores em becos escuros escondidos em latas de lixo esperando uma menina desavisada, para poder pegá-las. Então eu nunca liguei de ficar sozinha, desde que fosse no único lugar em que me sentia forte e segura, que no caso, é nos bosques e florestas. Eram frios, tinham ventos cortantes e totalmente escuros. Mas eu gostava de qualquer jeito. Havia algo de errado nisso, mas o fato de Oliver não achar estranho, fazia com que toda a situação fosse a mais normal possível.

Meu irmão dirigia, nos levando até a escola. Olhei pra ele enquanto estava concentrado na estrada. Seus cabelos brilhavam de uma forma magnífica, esporadicamente, quando raios de sol batiam nele. Seu rosto era totalmente angelical, com o sorriso mais gentil que eu já vi. Antes que eu pudesse perceber, já havíamos chegado.

Naquela aula de história eu estava com uma dor de cabeça infernal, porque umas meninas não calavam a boca. Senti vontade de enfiar meu estojo goela a dentro delas, mas o celular vibrou antes que eu pudesse tomar tal atitude. Era um sms do nosso treinador, pedindo para que quem falta as aulas dele o encontrasse na quadra com roupas de ginástica. Olhei pro Oliver meio confusa.

O treinador era um coroa de uns 50 anos malhado, parecia que tinha ido à 2ª guerra mundial e sobrevivido. Eu até iria nas aulas dele, caso ele não fosse tão rigoroso e chato.

Oliver estava todo desconfiado, mas apesar do cara ser chato, ele não era louco de fazer algo sério conosco. Na pior das hipóteses, iria querer dormir com um de nós. Contei isso pra ele na hora do almoço e nós rimos. "Você nasceu primeiro, se ele quiser um corpo pra satisfazer os desejos de homem velho dele, você tem que se oferecer por um bem maior: 10 no boletim" tinha comentado enquanto tomava um suco de laranja.

Gargalhamos e seguimos até um vestiário, onde troquei de roupa, escolhendo um short curto e colado preto, com uma baby doll branca. Assim que nos encontramos novamente, ele fez uma piadinha sobre minhas roupas e eu retruquei, mostrando que não era só eu que tinha intenções incorretas.

Na quadra não havia ninguém a não ser o treinador. Estranhamos, mas mesmo assim chegamos perto dele, que mantinha um sorriso assustador. Ele era mais feio do que eu lembrava. Oliver ia começar, mas o cara ergueu um bastão e bateu na têmpora do meu irmão. Perdi totalmente o fôlego e comecei a tremer. O medo tinha me travado e, quando me dei conta do que estava acontecendo, meus pés não tocavam mais o chão. Consegui olhar pra baixo e ver o Oli praticamente desmaiado.

O Treinador Buch me levantava pelo pescoço, apertando-o muito forte. Entretanto, consegui ser resistente e tentei dar tapas em sua cara. Com o pouco de fôlego que eu tinha, resmunguei um "seu filho da puta desgraçado", o que o distraiu, até que meu irmão conseguiu se levantar, roubar o bastão e acertá-lo bem na cara.

Depois disso, não me lembro muito bem. Só sei que corríamos floresta a dentro de mãos dadas. Corríamos rápido, fugindo de cães estranhos. A única coisa que eu lembro é de ter soltado a mão do Oliver por uns instantes pra acenar pra quem nos seguia. Balancei a mão como quem dizia "Oi!", toda sorridente. Depois transformei o sorriso numa expressão de ódio e estiquei meu dedo médio. A vida selvagem parecia me dar uma energia fora do normal.

Chegamos a uma estrada, onde eu fui efetivamente derrubada pelo Oliver, que tropeçou em mim quando parou pra tentar se esquivar de uma van. Minha cara foi de encontro à lataria. Nos carregaram para dentro. Agradeci ao universo por a pessoa mais importante do mundo estar bem. Sentado bem ao meu lado, como há 17 anos fica.

"Blábláblá deuses blábláblá acampamentos bláblá perigo". Até que chegamos, extramente cansados e com alguns ferimentos não muito graves. Depois de suspirar fortemente ao chegar no lugar onde minha mãe, que não era mais minha mãe, dizia ser seguro, ajoelhei e afundei meu rosto sujo na grama. Fiz uma nota mental de nunca mais tomar suco de laranja no almoço.

ps: o irmão no caso é o Oliver B. Lassance, que no caso vai postar acho que um pouco depois de mim, ele tá meio ocupado =)



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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Oliver B. Lassance em Qua 17 Abr - 18:04

• Iniciando os Trabalhos =) •


Nome? Oliver B. Lassance.
Qual Deus lhe agradaria como pai/mãe? Deméter.
Conte um pouco de sua história. (20 linhas no minimo)

Sabe aquela sensação de pisar em solo firme depois de sair de uma montanha-russa assustadora? Bem, foi isso, depois de toda a correria, depois de passar dias dentro de uma van, depois de todas as surpresas, mas agora estávamos bem, eu e Olivia, só com alguns arranhões. Caímos de joelhos, um olhando para o outro, com um filme passando em nossas cabeças.
Se tem como desejo seguir a carreira de botânico não recomendo a região de Sierra Nevada, a não ser que ame gimnospermas, sendo assim encontrou um paraíso, um paraíso calmo e tedioso. Nossa casa ficava na área nobre de lá, os portões de ferro davam a vez para um caminho sinuoso de cascalho, até chegar a porta da nossa casa, ela ficava sobre um pequenino morro. Tinha três andares, era toda feita de madeira. O terreno que tínhamos era bem grande também, as estufas ficavam a direita, e aos fundos da casa ficavam a nossa área coberta, com sauna e ofuro. Mas nada naquele lugar ganhava do píer, bem ao fundo, sempre que eu e Olivia tínhamos problemas era lá que estávamos, pensar vendo a imensidão do oceano era muito bom, as vezes até algumas orcas passavam por lá, felizes com seus filhotes.
“Um lugar sempre é quieto até os Lassance chegarem”. Esse era o ditado que eu e a maninha sempre ouvíamos. Para saber o motivo desse ditado era só visitar a nossa casa de manhã, assim que acordávamos toda a área próxima se enchia de barulhos, eram eles alarmes, secadores ligados, músicas e tudo mais.
Eu e Olivia sempre revezávamos sobre quem ia dirigindo pra escola, naquela manhã, era a minha vez. Estacionei o carro na vaga que ficava entre a caminhonete de Ava e o conversível de Clyde. Nosso grupinho sempre ficava no estacionamento até o sinal tocar, erámos uma espécie supremacia, tínhamos respeito, status, e éramos adorados. Mesmo em uma cidade pequena, aquilo valia muito.
A primeira aula do dia era História, conforme o professor falava sobre o Império Napoleônico meus desenhos surgiam no papel e branco. Tive que parar a minha releitura sobre A persistência da Memória quando o meu celular vibrou no bolso. Era uma mensagem, de um número desconhecido :

“Alunos e Alunas faltosos, compareçam a quadra depois do almoço para reporem as aulas que andam matando. Venham com roupas de ginástica, vão precisar.
Ass : Treinador Buch

Xinguei baixinho e olhei em volta para ver se mais alguém tinha recebido o recado do nosso simpático treinador, mas a única pessoa que estava tão confusa quanto eu, era Olivia. Eram muitos os que matavam aula, principalmente as de ginástica, mas pelo visto só eu e a Oli tínhamos sido pegos. Como será que eles descobriram? Minha mãe já sabia? Deveríamos guardar segredo?
Não tínhamos escolha, a dúvida não era uma opção. Assim, depois do almoço fomos até o vestiário, assim que terminei de me trocar, fiquei na porta esperando Olivia sair, quando a vi saindo com aqueles shorts curtos e o baby-doll eu ri baixinho – Tá mesmo tentando aumentar as notas em maninha – Disse abafando uma risada. Ela então fez uma careta e disse apontando para o meu short – Não sou só eu, esse short está apertado de propósito ou pegou um no meu armário? – Imitei a careta dela e cutuquei a sua costela, rindo. – Vem palhaça, pelo e visto vamos ter que suar bastante essas blusas. –
Mesmo sendo um lugar frio, a nossa quadra era aberta, e bem ao lado ficava o estacionamento. Entramos olhando para os cantos, procurando mais alguém, mas não encontramos ninguém, só o nosso treinador de pé, com o bastão de beisebol na mão e o seu sorriso amarelo no rosto. –Ah, então ai estão os que matam aula... – Olhei para Oli, era a hora de mostrarmos a carinha que conquistou a cidade, nos aproximamos dele um pouco envergonhados, quando estávamos bem perto. Agora era a minha deixa – Bem professor, é que – Ele não me deixou terminar, bateu com o bastão na minha têmpora e eu caí, só consegui ouvir Olivia gritando. – Calada garota, eu vou cuidar do seu irmãozinho e depois vou conversar com você – Ele se aproximou dela, ficou perto, e a ergueu pelo pescoço, a fitou, cheio de ira nos olhos. Ele até poderia fazer o que quisesse comigo, mas não com a Olivia, não com a garota que sempre me apoiou, em tudo. Me levantei, aproveitando que o seu foco não estava mais em mim, roubei o taco da sua mão e bati, no mesmo lugar que ele me acertou. Ele urrou e caiu ao chão. Eu estava tonto, e a maninha estava com a respiração ofegante, esfregando as mãos no pescoço.
Assim que olhei para o estacionamento algo me chamou a atenção. A carrocinha estava lá, mas não era uma carrocinha comum, era maior, bem maior, quase uma caminhão de carga, e ela sacolejava, de um lado para o outro, violentamente. O treinador então começou a rir, baixinho – Achou mesmo que eu viria sozinho? Bom, eu trouxe meus cachorrinhos para brincar com vocês – Ele, ainda deitado, tirou do bolso uma espécie de controle remoto, apertou um botão e a parte de trás da caminhonete se abriu, revelando cinco cães, grandes, totalmente pretos e com dentes afiadíssimos. Eles então, caminharam, e saltaram para fora da caminhonete, fuçaram um pouco o ar, e nos olharam, rosnando. Segurei na mão de Olivia, ela sabia o que devíamos fazer, o prédio da escola estava muito longe, o único caminho era sair correndo por meio do bosque de pinheiros, atrás de nós.
Assim, que o treinador assobiou, eu e Olivia já tínhamos entrado na floresta, corríamos feito loucos, pulando troncos e raízes, alguns galhos batiam e nos arranhavam, mas mesmo assim continuávamos correndo. Não sei de onde vinha a nossa força, o nosso ânimo, o nosso fôlego, mas perto na natureza parecíamos mais fortes. Acabamos sendo surpreendidos, assim que saímos da floresta direto para a estrada. Quase fomos atropelados pela van, na frente dela estavam um garoto da nossa idade, e no carona a nossa mãe. Assustada e aliviada ao mesmo tempo.
A partir dai nossa vida mudou por completo. Descobrimos que na verdade éramos filhos da deusa da agricultura, que a mulher que viveu conosco todo esse tempo não era a nossa mãe. Que as criaturas que nos seguiram na floresta iriam nos matar a todo tempo a partir de agora, e que estávamos indo para um acampamento, onde todos eram iguais a nós. Isso sem falar em ter que deixar para trás os amigos e nossos celulares. Mas enfim, sempre é bom ter um recomeço, agora seria eu e Olivia, sem máscaras, sem personagens, só nos dois. A irmã gêmea que eu amava, e que era tudo para mim...

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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Deméter em Qui 18 Abr - 10:13

aimee beni-desiré - RECLAMADA!
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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Madge Beni-Desiré em Ter 23 Abr - 12:54




Nome? Madge Beni-Desiré
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Meu pai nunca me conheceu, mas minha mãe teve a bondade de me deixar na porta de um lar adotivo. Na realidade, só fui entender os verdadeiros motivos de seu egoísmo depois de entrar nesse manicômio, mas já que desejam ouvir, posso dar um breve resumo sobre como vim parar aqui. Meu pai se chamava Peter, mas fui deixada na porta de uma casa na capital francesa. Ok, admito que chamar aquilo de casa era pouco, o local era enorme, mas não era para menos. A mansão abrigava uma das mais prestigiadas estilistas da França, e para minha sorte, ela tinha um coração tão grande quanto a sua casa, acredito que mamãe escolheu bem em me deixar lá, pois saberia que eles seriam mais que uma família adotiva para mim, mas por anos procurei minha família biológica, e quando os encontrei - meu pai e uma irmã mais velha, Peter e Aimee - preferi não manter contato, talvez por medo, receio, afinal na época eu não fazia ideia do por que de ter sido largada na porta de uma casa aleatória.

Fui criada como uma princesa, literalmente, por que quando menor eu realmente tinha o tamanho e a delicadeza de tal. Meus problemas com monstros começaram quando eu tinha por volta dos treze anos e ainda estudava em casa - eu era uma criança esperta, mas minha dificuldade com a leitura me condenava. Tinhamos seguranças por toda a parte, mas nenhum foi capaz de conter a mulher cobra que vinha em minha direção. Eu gritava desesperadamente por socorro, e a minha sorte era que ela rastejava lentamente. As balas lhe feriam, mas ela conseguia abater dois policiais por vez com sua espada. Eu gritava por ajuda, pedia socorro contra uma mulher cobra cujo eu nunca havia visto na vida, mas n época não entendi o por que da tamanha ignorância de meus guardas, que gritavam desesperadamente chamando a tal aberração de animais aleatórios.

Eu havia finalmente conseguido sair de casa quando fui amparada por um garoto estranho, alto e magro, parecia ter por volta dos quinze, dezesseis anos de idade, e usava muletas. Algo me dizia para confiar em suas palavras desesperadas, uma voz ecoava pela minha cabeça, mandando-me ir. Eu estava confusa e, provavelmente doida, mas corri ao lado do garoto até um aeroporto, onde fui escoltada para a América, e então, acho que vocês já descobriram o que aconteceu, não é? Mal sabia eu que, seguindo aquele garoto estranho entraria na maior furada de minha vida, porém tenho em mente que se não o tivesse feito, nesse momento eu estaria morta.
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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Deméter em Sex 26 Abr - 23:00

madge beni-desiré - RECLAMADA!

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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Annabelle I. Kennedy em Sab 18 Maio - 16:35

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Nome: Annabelle Isis Kennedy
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Meu nome é Annabelle Isis Kennedy, E essa é a história de como eu descobri quem eu realmente era. Tudo começou em meus 5 anos quando meu pai, Kevin Kennedy, Me mandou para o meu primeiro internato. Na época eu achei que fosse simplesmente pelo fato de coisas ruins acontecerem as pessoas ao meu redor. Passei de internato a internato. Nunca conseguia me fixar em um. Mas querendo ou não eu acabei me acostumando. Fiquei vários anos assim. Mal via meu pai. Mas quando o via algo em mim mudava. Eu me sentia uma pessoa melhor. Ele parecia anular toda a maldade que havia em mim. Quando completei 11 anos ele decidiu que passaríamos os dias dos pais juntos. Um dia antes ele alugou uma fazenda um pouco afastada, com vista para um vale lindo. Comprei um presente para ele. Um buque de rosas brancas. Parecia o dia perfeito.
Passamos muito tempo no Vale. Andamos e conversamos. Ele disse que hoje a noite seria importante. Uma pessoa iria nos visitar. Me disse que o mundo que conhecíamos não era o único mundo que existia. Me contou sobre mitologia, sobre os deuses. Um sorriso atravessou meus lábios. Papai sempre falava sobre coisas que pareciam meio impossíveis. Mas eu gostava. Voltamos para dentro da casa da fazenda e ele pediu que eu tomasse banho. Fui até o banheiro e me demorei no banho. Quando terminei, me vesti e desci as escadas. Me aproximei lentamente da cozinha e ele parecia falar com alguém. A pessoa a quem se dirigia disse que demoraria um pouco. Ele parou de falar. Quando entrei na cozinha ele estava abanando as mãos a frente do corpo, como se estivesse afastando uma fumaça.
_ Papai...? - A olhei com curiosidade.
_ Olá pequena... - Seu sorriso era triste e comecei a ficar preocupada. - Você esta bem?
_ Sim... - Olhava em seus olhos tentando entende-lo.
Ele apenas balançou a cabeça negativamente e me abraçou. Parecia tão triste...
_Vá dormir minha menina... Amanha quero uma grande surpresa hein? - Ele tentou brincar mas seus olhos pareciam estar perdidos.
Não queria aborrece-lo... Será que eu havia feito algo errado? Não questionei. Apenas afirmei com a cabeça e subi para um dos quartos. A estrutura era antiga e cheirava um pouco a mofo... Me deitei em uma das camas e tentei dormir.
Uma tempestade invadiu a madrugada, me fazendo acordar em um solavanco. Trovões. Eu odiava trovões. Me levantei e fui até o armário onde o presente de meu pai estava guardado. Peguei uma das rosas brancas e a levei até o nariz. Sentindo seu cheiro doce. Senti a leveza das pétalas... Do lado de fora vacas mugiam alto. Pareciam apavoradas com a tempestade. Um trovão alto parecia estar muito perto. Parecia ter quase atingido a casa. Continuei a fitar a Rosa branca tentando me concentrar.
Um grito. Um mugido. Mais um grito. Coisas caindo ao chão. Foi apenas isso que me fez correr escada a baixo. Papai... Olhei para a porta da sala que estava arrombada no chão. Não havia sido um trovão... Entrei na cozinha ofegante. Lá uma especie de Boi que se apoiava em duas patas estava em pé em um dos cantos. Um de seus olhos estava ferido. Ensanguentado. Parecia que alguém o havia esfaqueado. Seu chifre também estava coberto de sangue. Mas... Chifres não sangram... Olhei para o chão percebendo pela primeira vez que meus pés estavam úmidos. Um vermelho escarlate cobria o chão como se estivesse tendo uma infiltração. Em meio a todo aquele sangue um corpo jazia no chão, segurando uma faca. Pai...? O olhei sentindo meus olhos ficarem úmidos. A flor branca que estava em minhas mãos caiu no chão, ficando rapidamente manchada com o vermelho... Um ódio surgiu em meu peito. Minha visão parecia meio turva. Gritei enquanto corria. Me abaixei e rapidamente agarrei a faca que estava nas mãos inertes de meu pai. Um rugido veio do lado de fora. Ele vacilou por um momento ao escutar seu barulho. Pulei em direção ao pescoço da criatura, o esfaqueando com força e ódio. Só queria que algo o matasse. Meu desejo era mata-lo. Ele me empurrou. Seus olhos sangravam. Ele se aproximou rapidamente, se guiando pelo cheiro. Um zunido surgiu e varias flechas atravessaram a sala, se cravando na garganta do meio animal. Um tigre correu em direção a criatura e atacou seu pescoço. Olhei para a porta assustada. Lá um meio homem meio cavalo segurava um arco longo e olhava para a cozinha com um olhar feroz. Lançou mais duas ou três flechas e a fera se explodiu em cinzas. Por um momento de êxtase apenas olhei para a cozinha. Depois lembrei da imagem de meu pai no chão ensanguentado. Corri até ele e olhei seu corpo inerte. Me deixei cair de joelhos e as lagrimas rolaram por minha face enquanto a abraçava com força. O barulho de cascos invadiu a sala e eu me virei assustada.
_Esta tudo bem... Eu sou o visitante que seu pai já deve ter mencionado... - Sua voz era tranquilizadora.
Apenas voltei a ignora-lo e fitei o corpo a minha frente. Se meu não estivesse ali aquele bicho iria ter subido as escadas e me atacado. O homem-cavalo o teria matado. Ele não teria morrido. Era tudo minha culpa. As lagrimas caiam sem parar.
_O que você é? - Não havia me virado para falar com ele.
_Sou um centauro. - Ele apenas respondia. Não parecia animado.
_Por que esta aqui?
_Seu pai me pediu para buscar você. Leva-la até o acampamento meio sangue.
_Como chegou aqui?
_ Eu já estava vindo, mas o que fez eu me adiantar foi o seu mascote.
_Meu o que? - O olhei com curiosidade pela primeira vez. Ele estava falando coisas sem sentido algum.
_Seu mascote. Sua mãe enviou ele para o acampamento a dois dias atras. Ele estava vindo comigo e então começou acorrer para cá mais rápido do que o de costume e tive que me esforçar para acompanha-lo.
_Minha mãe? E que mascote? - O olhei ainda mais confusa.
_É por isso que vim até aqui. Seu mãe é Deméter, criança. Ela enviou o Tigre para nos avisar que já estava na hora de tira-la do mundo Humano. Você já esta se tornando um alvo fácil de se detectar. - Ele parecia tentar respeitar o momento pelo qual eu estava passando.
Suspirei compreendendo o que ele queria dizer. Me levantei lentamente e olhei para ele.
_Pode enterrar meu pai... Por favor?
_Sim.
- Ele apenas respondeu e se aproximou do corpo. E o pegou no colo com cuidado e andou para o lado de fora. - Arrume suas coisas enquanto eu faço o que me pediu. Partiremos assim que eu terminar.
Olhei para o tigre que estava parado próximo a mim. Me levantei e subi as escadas. Ele me seguiu. Entrei no quarto e peguei a mala que eu mal havia usado. Me sentei na cama olhando para o buque que estava no armário. Papai.... Meu pai... As lagrimas fluíam de meus olhos. O tigre se aproximou e lambeu meu rosto com carinho. Parecia tão ligado a mim. O abracei sem pensar duas vezes e senti alguns soluços sacudindo meu corpo. Cascos bateram na sala novamente e a voz do centauro ecoou.
_Menina... Precisamos ir... - Ele parecia tão triste quanto eu.
Me levantei da cama lentamente e joguei a mala nas costas. Desci as escadas sem animo algum.
_Estou pronta.
Quando saímos o local onde meu pai havia sido enterrado era visível. Afaguei a cabeça do tigre e comecei a caminhar junto ao centauro. Não havia parado para pensar ainda... Se eu era filha de Deméter... O que eu era? Não queria pensar nisso. Apenas seguia o centauro pela noite. Ele me disse que não era muito longe e quando eu estivesse cansada o aviasse. Estávamos na metade do caminho quando meu corpo reclamou pelo esforço. O centauro parou e me colocou sobre sua metade cavalo. Adormeci com facilidade, sendo vencida pela exaustão.
Acordei em uma cama pequena.Uma garota loira estava ao lado da cama. Seu sorriso parecia tão feliz que quase cheguei a acreditar que tudo estava bem. Então me lembrei da noite anterior. Ao lado da cama o tigre estava parado me olhando. Sua ligação comigo parecia tão perfeita e simples ao mesmo tempo. Era quase como se pudéssemos nos entender. A garota sorriu para mim e me entregou um copo com um líquido dentro.
_Bem vinda ao acampamento meio-sangue!
Esse seria o meu novo lar. Essa seria minha nova vida.
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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Deméter em Sab 18 Maio - 20:11

annabelle isis kennedy - RECLAMADA!

Filha, caso deseje interagir comigo, poste ou no bosque ou no campo de morangos
Adorei sua história, criança!

Favor enviar MP sobre a trama!
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Deméter
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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Francine Bounevialle Devu em Seg 27 Maio - 17:03



Ѽ Teste De Reclamação Ѽ
Ѽ Nome: Francine Bounevialle Devu
Ѽ Qual Deus Lhe Agradaria Como Pai/Mãe :Deméter
Ѽ Conte Um Pouco De Sua História :
Francine nasceu e cresceu em Paris , sempre teve tudo do bom e do melhor , seu pai nunca deixou faltar nada para ela . A pequena morava na casa da família de seu pai , já que ele trabalhava na marinha ela quase nunca o via em casa . Francine já tinha se acostumando a não ver o pai e de não ter uma mãe . O tempo passou e Francine completará 13 anos ela estava crescendo , quando ela acordou o seu quarto estava cheio de balões presentes , seus primos e primas tios e tias e seus avós mas ela viu que seu pai não estava lá . mas do nada ela vê seu pai entra no quarto ela não aguentou e chorou de alegria fazia um dois anos que ela não via ele. Ela se levantou da cama e correu em direção á ele - Papai!!! - falou abraçando ele - Filha , que saudade !!! a menina olhou pra ele e sorriu - Você lembrou do meu aniversário - ele olho para ela e sorriu - Eu nunca esqueceria do seu aniversário logo ele entregou todos os presentes para ela - Feliz Aniversário Pequena !!! - falou lhe dando um abraço gostoso .O dia passou e foi o melhor de Francine . As aula voltarão , e como de costume seu pai voltará ao trabalho , mas isso não importava porque ele não esqueceu dela isso lhe alegrava . Num certo dia , bateu a campa da escola avisando a hora da saída , Francine e suas amigas sempre iam para a sala de Ballet vê outras meninas dançarem , todas as suas amigas e as meninas já tinha ido embora . Quando ela menos esperava a professora se transformou em um monstro terrível , Francine não pensou duas vezes e saiu correndo dali , ela não sabia se aquilo era imaginação ou realidade . Ela saiu esbarrando em varias pessoas ela começou a chorar ninguém sabia porque , de repente ela escuta alguém lhe chamar - Francine ! - a menina desmaia ali mesmo ... Quando ela acorda ela está em outro lugar , ela não sabia á onde , não parecia sua casa e sim uma especie de enfermaria - Onde estou ? - perguntou ela logo uma linda moça lhe responde - Você está no acampamento meio sangue criança !!! lá era bem diferente tinha umas pessoas estranhas e tinha pessoas que nem eu , a linda moça me explicou tudo e disse que eu era uma semi-deusa filha de Deméter .
.

Thanks: Alice R @ TPO & WE
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RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

Mensagem por Olimpiano em Sab 1 Jun - 19:13




FRANCINE BOUNEVIALLE DEVU, reclamada.



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Re: RECLAMAÇÃO DE DEMÉTER - 27/07/2013

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